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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


domingo, 29 de dezembro de 2013

FELIZ 2014!


A cada dia de nossa vida, aprendemos com nossos erros ou nossas vitórias, o importante é saber que todos os dias vivemos algo novo. Que, no ano que se inicia, possamos viver intensamente cada momento com muita paz e esperança, pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma benção de Deus.

FELIZ 2014!


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sábado, 28 de dezembro de 2013

SE HÁ PROBLEMA, HÁ SOLUÇÃO

             
                Em O Consolador encontramos:
                Pergunta 196 – Como encaram os guias espirituais as nossas queixas?
                Muitas são consideradas verdadeiras preces dignas de toda carinhosa atenção dos amigos desencarnados.
                A maioria, porém, não passa de lamentação estéril, a que o homem se acostumou como a um vício qualquer, porque, se tende nas mãos o remédio eficaz com o Evangelho de Jesus e com os consoladores esclarecimentos da doutrina dos Espíritos, a repetição de certas queixas traduz má vontade na aplicação legítima do conhecimento espiritista a vós mesmos.
                O que temos que entender de uma vez por todas é que se há problema, há da mesma forma solução e nossa parte é buscar esta solução ou administração do problema. Se não pode ser resolvido, com dignidade devemos prosseguir abraçados ao bem.
                Quando afirmamos que diante de um problema não temos o que fazer, finalizamos a situação determinado que assim vai ser.
                Muitas vezes a solução de uma situação não é a que queremos mas, inevitavelmente, é a mais adequada. Daí o problema, não enxergamos a saída por apenas conseguir ver o que queremos ver. Fixados na porta fechada, não conseguimos ver a janela aberta.
                Afirmava Henry Ford, de maneira clara, que ao nos fixarmos nas lamentações ficamos impedidos de ver as soluções. A questão é escolher o que vamos querer: reclamação ou solução. As duas situações são incompatíveis.
                Podemos até não entender por que sofremos mas, se confiamos em Deus e Jesus, devemos permanecer tranqüilos, porque Eles sabem.
                Tudo o que nos acontece, evidentemente sem que seja resultado de nossa escolha, mas que está acima do que podemos modificar, simplesmente acontece, sempre coopera para o bem.


Do livro: Terapia Antiqueixa – Roosevelt Andolphato Tiago


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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

A RECONQUISTA DA IDENTIDADE II

      
     É um dever emocional assumir a sua identidade, conhe­cer-se e deixar-se conhecer.
Certamente, não nos referimos à necessidade de o indiví­duo viver as suas deficiências, impondo-as ao grupo social no que se encontra... Porém, não escamotear os próprios li­mites e anseios ainda não logrados, mantendo falsas posturas de sustentação impossível, é o compromisso existencial que leva a um equilibrado amadurecimento emocional.
Afinal, todos os indivíduos se encontram, na Terra, em processo de evolução. Conseguida uma etapa, outra se lhe apresenta como o próximo passo. A satisfação, a parada no patamar conquistado leva ao tédio, ao cansaço da vida.
Aventurar-se, no bom e profundo sentido da palavra, é a estimulação de valores, revelação dos conteúdos íntimos, pro­posta de experiência nova. A ansiedade e a incerteza decor­rentes do tentame fazem parte dos projetos da futura estabili­dade psicológica, do armazenamento dos dados que coope­ram para uma vida estável, realizadora e feliz.
Os insucessos e preocupações durante a empresa tor­nam-se inevitáveis e são eles que dão a verdadeira dimensão do que significa lutar, competir, estar vivo, ter uma identida­de a sustentar.
Deste modo, o indivíduo tem o dever de enfrentar-se, de descobrir qual é a sua identidade e, acima de tudo, aceitar-se.
A aceitação faz parte do amadurecimento íntimo, no qual os inestimáveis bens da vida assomam à consciência, que passa a utilizá-los com sabedoria, engrandecendo-se na razão direta que os multiplica.
A sociedade é constituída por pessoas de gostos e ideais diferentes, de estruturas psicológicas diversas, que se harmonizam em favor do todo. Das aparentes divergências surge o equilíbrio possível para uma vida saudável em grupo, no qual uns aos outros se ajudam, favorecendo o progresso comunitário.
O descobrir-se que a própria identidade é única, es­pecial, em decorrência de muitos fatores, favorece a manu­tenção do bem-estar íntimo, impedindo fugas atormentantes e inúteis.
Quem foge da sua realidade, neurotiza-se, padecen­do estados oníricos de pesadelos, que passam à área da cons­ciência, em forma de ameaças de desditas por acontecer, com o mundo mental povoado de fantasmas que não consegue di­luir.
Aceitando-se como se é, possui-se estímulos para auto-aprimorar-se, superando os limites e desajustes por edu­cação, disciplina e lutas empreendidas em favor de conquis­tas mais expressivas.
Somente através da aceitação da sua identidade, sem disfarces, o homem, por fim, adquire o amadurecimento psico­lógico que o capacita para uma existência ideal, libertadora.
A própria identidade é a vida manifestada em cada ser.

Do livro: O Homem Integral – Divaldo Pereira Franco/Joanna Di Ângelis


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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

A RECONQUISTA DA IDENTIDADE I


     A imaturidade psicológica do homem leva-o a anular a própria identidade, face aos receios em relação às lutas e ao mundo nas suas características agressivas. A timidez confun­de-o, fazendo que os complexos de inferioridade lhe aflo­rem, afastando-o do grupo social ou propelindo-o à tomada de posições que lhe permitam impor-se aos demais. A vio­lência latente se lhe desvela, disfarçando os medos que lhe são habituais.
Ocultando a identidade, mascara-se com personalidades temporárias que considera ideais — cada uma a seu turno — e que são copiadas dos comportamentos de pessoas que lhe parecem bem, que triunfaram, que são tidas como modela­res, na ação positiva ou negativa, aquelas que quebraram a rotina e que, de alguma forma, fizeram-se amadas ou temidas.
Gestos e maneirismos, trajes e ideologias são copiados, assumindo-lhes o comportamento, no qual se exibe e conso­me, até passar a outros modelos em voga que lhe despertem o interesse.
Na superficialidade da encenação, asfixia-se, mais se con­flitando em razão da postura insustentável que se vê obriga­do a manter.
Como efeito do desequilíbrio, passa a fingir em outras áreas, evitando a atitude leal e aberta, mas, sempre sinuosa, que lhe constitui o artificialismo com que se reveste.
Vulnerável aos acontecimentos do cotidiano, sem identi­dade, é pessoa de difícil relacionamento, vez que tem a preo­cupação de agradar, não sendo coerente com a sua realidade interior e, mutilando-se psicologicamente, abandona, sem escrúpulos, os compromissos, as situações e as amizades que, de momento, lhe pareçam desinteressantes ou perturbadoras...
A falta de identidade cria o indivíduo sem face, dissimu­lador, com loquacidade que obscurece as suas reais impres­sões, sustentando condicionamentos cínicos para a sobrevi­vência da representação.
Cada criatura é a soma das próprias experiências cultu­rais, sociais, intelectuais, morais e religiosas. O seu arquéti­po é caracterizado pelas suas vivências, não sendo igual ao de outrem. A sua identidade é, portanto, a individualidade real, modeladora da sua vida, usufrutuária dos seus atos e realizações.
No variado caleidoscópio das individualidades, surge o grupo social das afinidades e interesses, das aspirações e tro­cas, da convivência compartilhada.
Os destaques são aquelas de temperamento mais vigoro­so de que o grupo necessita, na condição de líderes naturais, de expressões mais elevadas, que servem de meta para os que se encontram na retaguarda. Nenhum contra-senso ou prejuízo em tal exceção.
A generalidade é o resultado dos biótipos de nível equi­valente, sem que sejam pessoas iguais, que não as existem, porém, com uma boa média de realizações semelhantes.
Em razão do processo reencarnatório, alguns indivíduos recomeçam a existência física sob injunções conflitantes, que devem enfrentar, sem fugir aos objetivos que a Vida a todos destina.
Como cada um é a sua realidade, ninguém melhor ou pior, face à sua tipologia. Existem os mais e os menos dotados, com maior ou menor soma de títulos, de valores, porém, ne­nhum sem os equipamentos hábeis para o crescimento, para alcançar o ideal desafiador que luz à frente.

(continua)


Do livro: O Homem Integral – Divaldo Pereira Franco/Joanna Di Ângelis


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domingo, 22 de dezembro de 2013

ANTE O NATAL


Considerando a alta significação do Natal em tua vida, há muitos corações junto aos quais deverias celebrar, firmando novos propósitos em homenagem a Jesus.
- Companheiros que te dilaceraram a honra e se afastaram;
- Amigos que se voltaram contra a tua afeição e se fizeram adversários;
- Conhecidos caprichosos que exigiram alto tributo de amizade e avinagraram tuas alegrias;
- Irmãos na fé que mudaram o conceito a teu respeito e atiraram espinhos por onde segues;
- Colaboradores do teu ideal, que sem motivo se levantaram contra teu devotamento.
Todos eles são oportunidades para a celebração do Natal pelo teu sentimento cristão e espírita.
Esquece os males que te fizeram.
Pede-lhes perdão pelas dificuldades que certamente também lhes impuseste.
Dirige-lhes um cartão colorido para esmaecer o negrume da aversão que os manteve em silêncio.
Provavelmente alguns até gostariam de reatar liames.
Dá-lhes esta oportunidade por amor a Jesus.


Fonte: Espírito e Vida – Divaldo P. Franco/Joanna De Ângelis


Amigos, que Jesus possa estar ao lado de cada um de vocês em todas as dificuldades e em todas as decisões a serem tomadas, para que se possa seguir o melhor caminho. Não nos esqueçamos a mensagem principal do Cristo: o amor incondicional. Um ótimo natal. Muita paz!


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Obs: Não tenho conseguido comentar nos blogs de alguns amigos. Devo ter mexido em alguma configuração e agora não consigo resolver o problema. Só estou conseguindo comentar em blogs que possuem caixa pop-up. Portanto, se vocês sentirem minha ausência, é por essa causa. Se alguém souber como resolver isso, por favor, deixe-me recado. 

sábado, 21 de dezembro de 2013

NINGUÉM ESTÁ DESAMPARADO

              
                Deus, sendo a inteligência suprema e causa primária de todas as coisas é a força máxima, revestida de perfeição e sabedoria que instituiu as leis universais contidas no código divino, que garante a todas as criaturas as mesmas condições e oportunidades de progresso e prosperidade espiritual, sem permitir qualquer privilégio ou favorecimento a quem quer que seja.
                
                No contexto dessas sábias leis reina a mais absoluta justiça, cabendo a cada ser humano, observando o seu livre arbítrio, escolher caminhos e decidir por qual direção deseja seguir, obviamente, sem olvidar que cada ação refletirá uma reação e que não existe causa sem efeito.
                Paulo de Tarso, o grande propagador da Boa Nova, afirmou peremptório: “cada um colherá aquilo que tiver semeado” (Gálatas 6:7), assim não será difícil compreender, que ao longo do tempo, usufruindo da liberdade de agir, fizemos a nossa semeadura mediante as ações, atitudes e procedimento que deliberamos realizar, fator que desencadeou os reflexos que vivemos no momento.
                Dores e sofrimentos ou alegria e serenidade são efeitos de causas que dormem em procedimentos anteriores. Em realidade, dentro da justiça divina somos o que somos e temos o que temos devido as escolhas que livremente fizemos. Isso, obviamente, não deixa qualquer dúvida de que ninguém é culpado pelos nossos deslizes, como também temos a autoria e o mérito das boas colheitas.
                Em qualquer situação a Providência Divina sempre nos envolve advertindo quando rumamos para os equívocos, fantasias e ilusões e incentivando quando direcionamos para a aquisição de valores nobre e edificantes, mas a decisão de aceitar ou não o socorro e a proteção de Deus é totalmente nossa.
                Compreendendo esse justo e coerente mecanismo divino teremos plenas condições de pautar a nossa vida, hoje, na execução de uma semeadura consciente, responsável, com base na dignidade, ética, honradez e honestidade. Na verdade, se não podemos modificar o passado que nos rendeu os momentos amargos e decepcionantes de agora, temos a mais absoluta liberdade de modificar o presente, realizando uma conduta condizente com os princípios da decência e da moralidade, projetando um futuro promissor, conforme desejamos e sonhamos realizar.
                Diante dessa lógica assertiva, evitemos procurar culpados para as nossas mazelas, pois que assim agindo perdemos tempo em desculpas e fugas, depositando em ombros alheios o peso que precisamos carregar, em decorrência das nossas próprias deliberações. Tivemos oportunidade de escolher, de decidir, se o fizemos de forma equivocada e contrária as valiosas lições do Cristo, que há mais de dois mil anos estão disponíveis, nada mais justo e coerente que respondermos pelos desatinos perpetrados.
                Na condição de espíritos eternos, criados por Deus na simplicidade e na ignorância, com destino à perfeição, estamos chegando do ontem, vivendo o hoje e projetando o amanhã, com a mesma liberdade de sempre. Tudo continua em nossas mãos.
                Só não somos melhores por que não quisermos ser, possibilidades, mecanismos e recurso nunca nos faltaram, o que realmente faltou foi a nossa boa vontade e disposição em trilhar por veredas de maturidade e equilíbrio. Mas, hoje, mais conscientes dos verdadeiros e definitivos valores da vida, querendo, podemos modificar essa realidade.
 Waldenir Cuin
 Fonte: Jornal Espiritismo Estudado – março/2013


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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

A CONQUISTA DE SI MESMO


      A aquisição da consciência demanda tempo e es­forço humano, tornando-se o grande desafio do pro­cesso da evolução do ser.
Surgem-lhe os pródromos, na fase do instinto, abrindo espaço para a razão, como fenômeno natural do desenvolvimento antropológico-psicológico-socio-lógico da criatura.
O discernimento do bem e do mal, do certo e do errado, e as aquisições ético-morais aparecem, como se fossem o medrar espontâneo da essência divina de que é constituído o Espírito; todavia, o aprimoramento e a profundidade desses valores dependem do empenho, do interesse, das realiza­ções de cada um.
Graças, porém, à reencarnação, o progresso do ser é imperioso, inevitável, e os mecanismos da evolução se expressam, trabalhando-o e promovendo-o a níveis e patamares cada vez mais elevados, até quando o ser, liberto dos conflitos, conquista os sentimentos que canalizará na direção de novas metas, que alcança realizando-se, plenificando-se.
Já não luta contra as coisas, mas luta pelas coi­sas, que aprende a selecionar e qualificar, abando­nando, por superação, as paixões dissolventes e fi­xando os valores que enobrecem.
Percebendo-se instrumento da vida, que faz par­te da harmonia do Universo, o indivíduo supera a rai­va, e não compete para des­truir, mas trabalha para fomentar o progresso, no qual se engaja e se realiza.
A conquista de si mesmo resulta, portanto, do amadurecimento psicológico, pela racionalização dos acontecimentos, e graças às realizações da solidari­edade, que facultam a superação das provas e dos sofrimentos, os quais passam então a ter um com­portamento filosófico dignificante — instrumentos de valorização da vida — ao invés de serem castigos à culpa oculta, jacente no mundo íntimo.
A libertação dessa consciência doentia facilita o entendimento do mecanismo da responsabilidade no comportamento que estabelece o lema: A cada um conforme os seus atos, segundo ensinou o Terapeuta Galileu.
Senhor do discernimento, o homem descobre que colhe de acordo com o que semeia, e que tudo quanto lhe acontece, procede, não tendo caráter castrador ou punitivo. Sente-se emulado a gerar novos futuros efei­tos, agindo com consciência e produzindo com eqüi­dade. Tal conduta proporciona-lhe a alegria que provém da tranquilidade da realização, considerando que sem­pre é tempo de reparar, e postergação é-lhe prejuízo para a economia da sua plenificação.
O homem que se conquista supera os mecanis­mos de fuga, de transferência de responsabilidade, de rejeição e outros, para enfrentar-se sem acusação. sem justificação, sem perdão.
Descobre a vida e que se encontra vivo, que hoje é o seu dia, utilizando-o com propriedade e sabedoria. Não tem passado, nem futuro, neste tempo intempo­ral da relatividade terrestre, e a sua é uma consciên­cia atual, fértil e rica de aspirações, que busca a inte­gração na Cósmica, que já desfruta, vivendo-a nas expressões do amor a tudo e a todos intensamente.
A conquista de si mesmo é lograda mediante o querer.
Jesus afirmou que se poderia fazer tudo quanto Ele fez, se se quisesse, bastando empenhar-se e en­tregar-se à realização. Para tanto, necessário seria a fé em si mesmo, nos valores intrínsecos, que seriam desenvolvidos a partir do momento da opção.
       A conquista de si mesmo está ao alcance do que­rer para ser, do esforçar-se para triunfar, do viver para jamais morrer...


O SER CONSCIENTE - Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis


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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

CERTAMENTE

“Certamente cedo venho...”
(Apocalipse, 22 :20)

Quase sempre, enquanto a criatura humana respira na carne jovem, a atitude que lhe caracteriza o coração para com a vida é a de uma criança que desconhece o valor do tempo.
Dias e noites são curtos para a internação em alegrias e aventuras fantasiosas. Engodos mil da ilusão efêmera lhe obscurecem o olhar e as horas se esvaem num turbilhão de anseios inúteis.
Raras pessoas escapam de semelhante perda.
Geralmente, contudo, quando a maturidade aparece e a alma já possui relativo grau de educação, o homem reajusta, apressado, a conceituação do dia.
A semana é reduzida para o que lhe cabe fazer.
Compreende que os mesmos serviços, na posição em que se encontra, se repetem a determinados meses do ano, perfeitamente recapitulados, qual ocorre às estações de frio e calor, floração e frutescência para a Natureza.
Agita-se, inquieta-se, desdobra-se, no afã de multiplicar as suas forças para enriquecer os minutos ou ampliá-los, favorecendo as próprias energias.
E, comumente, ao termo da romagem, a morte do corpo surpreende-o nos ângulos da expectativa ou do entretenimento, sem que lhe seja dado recuperar os anos perdidos.
Não te embrenhes, assim, na selva humana, despreocupado de tua habilitação à luz espiritual, ante o caminho eterno.
No penúltimo versículo do Novo Testamento, que é a Carta do Amor Divino para a Humanidade, determinou o Senhor fosse gravada pelo apóstolo a sua promessa solene:
— “Certamente, cedo venho...”
Valete, pois, do tempo e não te faças tardio na preparação.


Fonte: Fonte Viva – Chico Xavier/Emmanuel


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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O INCOERCÍVEL PODER DO AMOR

   
           Jesus, o excelente psicólogo, numa época em que predominavam o crime e a traição, o suborno e o utilitarismo, a descrença e o cinismo triunfava, quando a vida humana valia menos do que a de uma animália, embora perseguido e odiado, elegeu o amor como sendo a maior conquista destinada ao ser humano.
            E para demonstrar a grandeza dessa emoção superior, amou-nos em total segurança, de maneira que não trepidou em oferecer-se em holocausto, dando a própria vida, a fim de demonstrar-nos que a existência física somente possui objetivo quando é dominada pelo amor.

Do livro: Entrega-te a Deus     
Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagens: Google


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domingo, 15 de dezembro de 2013

PREPARAÇÃO

Emmanuel
Imaginemos o sonho do lavrador vigilante.
O fruto ótimo, a colheita feliz e o celeiro farto são para ele a divina visão.
Mas o servo fiel do solo não se entrega a expectação ou preguiça.
Verte copioso suor conduzindo a charrua que lhe enrijece os braços.
E, depois de ofertar à terra o melhor de si, em devoção e carinho, confia-se à sementeira que lhe constitui a bênção do início.
Sabe que amanhã pode surgir a erva daninha, em torno da planta frágil, e usa a enxada com antecipação e cuidado, defendendo o trabalho que lhe resume a alegria.
Não ignora que o verme lhe ameaça o serviço e intensifica a própria renúncia, em cautela e dedicação, para que flores tenras não se percam, desprevenidas.
E até que a seara lhe amadureça o ideal, sabe viver entre o devotamento e a vigília, preservando o amanhã que lhe responde, enfim, com a messe de bênçãos.
Se te empenhas pela vitória espiritual em ti mesmo, com o resgate do pretérito e a construção do porvir, aprende a guardar o presente, entre o bem e a verdade.
E servindo, quanto puderes, removerás de teu campo os espinhos e as pedras do “ontem”, convertendo dificuldades e sombras em valiosos recursos para a sublimação da própria alma, ante o sol do futuro.


Fonte: Irmão – Chico Xavier/Espíritos Diversos


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sábado, 14 de dezembro de 2013

AUXÍLIO EFICIENTE

"E abrindo a sua boca os ensinava." - (MATEUS, 5:2.)

O homem que se distancia da multidão raramente assume posição digna à frente dela.
Em geral, quem recebe autoridade cogita de encastelar-se em zona superior.
Quem alcança patrimônio financeiro elevado costuma esquecer os que lhe foram companheiros do princípio e traça linhas divisórias humilhantes para que os necessitados não o aborreçam.
Quem aprimora a inteligência, quase sempre abusa das paixões populares facilmente exploráveis.
E a massa, na maioria das regiões do mundo, prossegue relegada a si própria.
A política inferior converte-a em joguete de manobra comum.
O comércio desleal nela procura o filão de lucros exorbitantes.
O intelectualismo vaidoso envolve-a nas expansões do pedantismo que lhe é peculiar.
De época em época, a multidão é sempre objeto de escárnio ou desprezo pelas necessidades espirituais que lhe caracterizam os movimentos e atitudes.
Raríssimos são os homens que a ajudam a escalar o monte iluminativo.
Pouquíssimos mobilizam recursos no amparo social.
Jesus, porém, traçou o programa desejável, instituindo o auxílio eficiente.
Observando que os filhos do povo se aproximavam dEle, começou a ensinar-lhes o caminho reto, dando-nos a perceber que a obra educativa da multidão desafia os religiosos e cientistas de todos os tempos.
Quem se honra, pois, de servir a Jesus, imite-lhe o exemplo. Ajude o irmão mais próximo a dignificar a vida, a edificar-se pelo trabalho sadio e a sentir-se melhor.


Fonte: Vinha de Luz – Chico Xavier/Emmanuel


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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

EM TI MESMO

“Tens fé? Tem-na em ti mesmo, diante de Deus.” — Paulo.
(ROMANOS, capítulo 14, versículo 22.)
No mecanismo das realizações diárias, não é possível esquecer a criatura aquela expressão de confiança em si mesma, e que deve manter na esfera das obrigações que tem de cumprir à face de Deus.
Os que vivem na certeza das promessas divinas são os que guardam a fé no poder relativo que lhes foi confiado e, aumentando-o pelo próprio esforço, prosseguem nas edificações definitivas, com vistas à eternidade.
Os que, no entanto, permanecem desalentados quanto às suas possibilidades, esperando em promessas humanas, dão a ideia de fragmentos de cortiça, sem finalidade própria, ao sabor das águas, sem roteiro e sem ancoradouro.
Naturalmente, ninguém poderá viver na Terra sem confiar em alguém de seu círculo mais próximo; mas, a afeição, o laço amigo, o calor das dedicações elevadas não podem excluir a confiança em si mesmo, diante do Criador.
Na esfera de cada criatura, Deus pode tudo; não dispensa, porém, a cooperação, a vontade e a confiança do filho para realizar. Um pai que fizesse, mecanicamente, o quadro de felicidades dos seus descendentes, exterminaria, em cada um, as faculdades mais brilhantes.
Por que te manterás indeciso, se o Senhor te conferiu este ou aquele trabalho justo? Faze-o retamente, porque se Deus tem confiança em ti para alguma coisa, deves confiar em ti mesmo, diante dEle.

Fonte: CAMINHO, VERDADE E VIDA
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER/EMMANUEL


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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

SOLIDÃO III

          
                A Espiritualidade Maior entende que, nos retiros de tranqüilidade, criamos uma sustentação interior, que nos permite sintonizar com as leis divinas e com os valores reais da consciência cristã.
                Ouçamos com os ouvidos internos, pois ninguém pode assimilar bem uma experiência que não provenha de sua própria orientação interior.
                Ninguém é capaz de seguir sua verdadeira estrada existencial, se não refletir sobre sua essência. Não encontraremos o caminho de que verdadeiramente necessitamos, se nós mesmos não o buscarmos, usando nossos inerentes recursos da alma para perceber as inarticuladas orientações divinas em nós.
                Somente cada um pode interpretar as razões da vida em si mesmo.
                Se não encontrarmos um recanto externo que facilite a meditação, nem alguma paisagem mais afastada junto à natureza, onde possamos repousar da inquietação da multidão, mesmo assim poderemos penetrar o nosso santuário íntimo.
                Sigamos o Mestre, recolhendo-nos na solidão e no silêncio do templo da alma, onde exclusivamente encontraremos as reais concepções do amor e da justiça, da felicidade e da paz, de que todos temos direito por Paternidade Divina.


Do livro: As Dores da Alma – Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed


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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

SOLIDÃO II

               
Nem sempre é possível abandonarmos a vida alvoroçada, os ruídos e as músicas estridentes, talvez seja até mesmo uma tarefa custosa;  mas é perfeitamente realizável dedicarmos algum tempo ao silencia, retirando-nos para momentos de reflexão.
                Nos instantes de silêncio, exercitamos o aprendizado que nos levará a abrir um canal receptivo à Consciência Divina. É nesse momento que ficamos cientes de que realmente não estamos sozinhos e que podemos entrar em contato com a voz da consciência. A voz de Deus, por assim dizer, começará a falar em nós.
                Inúmeras criaturas criam uma mente agitada por temerem que estão vazias, pensa não haver nada dentro delas que lhes dê proteção, apoio e segurança. Acreditam que são uma casca que precisa exclusivamente de sustentação exterior; por isso, continuam ocupando a casa mental ansiosamente, obstruindo seu acesso à luz espiritual.
                A mente pode ser uma ajuda efetiva, ou mesmo um obstáculo ferrenho na escolha da melhor direção para atingirmos o amadurecimento íntimo. A crença em nossa limitação é que faz com que restrinjamos nossa mente. Isso se agrava quando envolvemo-la no burburinho de vozes, no tumulto e na agitação do cotidiano, passando assim a não avaliarmos corretamente seu verdadeiro potencial.
                São muitos os caminhos de Deus, e a solidão pode ser um deles.


Do livro: As Dores da Alma – Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed


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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

SOLIDÃO I

             
               Nem sempre a solidão pode ser encarada como dor ou insânia. É, em muitas ocasiões, períodos de preparação, tempos de crescimento, convites da vida ao amadurecimento.
                O âmago do ser está intimamente ligado ao bem, á virtude e à religião. É justamente nas épocas de solidão que conseguimos a motivação necessária para estabelecer a verdade sobre esse fato.
                Na solidão, e que encontramos sanidade para nosso mundo interior, respostas seguras para nossos caminhos incertos e nutrição vitalizante para os labores que enfrentamos em nossa viagem terrena.
                Nestes nossos apontamentos sobre a solidão, não estamos nos referindo à tristeza de estar só, mas sim, necessariamente, à quietude íntima, tão importante e saudável para que façamos um trabalho de autoconsciência, valorizando as nuances de nossa vida interior.
                Muitos indivíduos vivem dentro de um ciclo diária estafante. Realizam suas atividades num ambiente de competitividade, agitação, pressa e rivalidade, vivendo em constante tensão psicológica e, por conseqüência, alterando suas funções fisiológicas. Por viverem num estado de cansaço e desgaste contínuos, não conseguem fazer uma real interação entre o meio ambiente e seu mundo interno, o que ocasiona sérios problemas de convivência e inúmeros conflitos pessoais.


Do livro: As Dores da Alma – Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed


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domingo, 8 de dezembro de 2013

AUTOCONVENCIMENTO

           
          O vício da queixa, depois de certo tempo de existência, gera um autoconvencimento das realidades apresentadas pela lamentação. Passamos a ter certeza de que a causa de nossa queixa é realmente grande. E às vezes pode até ser, entretanto, não á nada que não possa ser resolvido ou administrado. Lamentar é sempre um processo de agravamento da situação atual.
                Após estarmos convencidos de que nossa vida é difícil e com grandes problemas, passamos a não perceber as situações positivas que também sempre existem. Quanto mais reclamamos de um fato ou de uma situação existente em nossa vida, o que nos desagrada se torna fixada em nós.
                Existem no mundo inúmeros heróis anônimos vencendo a vida e as próprias limitações. Pessoas vencendo as misérias, doenças e situações aparentemente sem correções, porque não se permitiram convencer da grandeza do problema. Quanto mais você reclamar de alguma coisa mais vai se autoconvencer de que ela é real.
                Lamentar determinado problema dá resistência para que ele prossiga em nós. Desta forma, se quiser vencer alguma coisa ou situação, comece não reclamando dela, mesmo que ela esteja presente na sua intimidade. Vença-a no silêncio.
                Não podemos querer viver livres para sermos felizes se nos comportarmos como escravos de nós mesmos. Bom mesmo é convencer-se de que não há do que se queixar, independente dos problemas. Isso sim é uma atitude inteligente e que gera vantagens a nosso favor.
                Passamos, muitas vezes, desde crianças ouvindo nossos pais reclamarem da vida, do trabalho diário, das dificuldades de viver em família, das mudanças do tempo e por aí vai...
                Crescemos e damos sequência na mesma toada de lamúrias, demonstrando uma completa incompreensão dos mecanismos que conduzem o crescimento da humanidade.
                Enquanto que pelas queixas nos convencemos de que temos uma vida triste, a confiança no futuro nos daria a força necessária para prosseguir e vencer e, esta confiança, apenas pode ser obtida com constante empenho de entender as leis que regem a vida e sua soberania.
                Por fim, enquanto nos queixarmos de uma coisa, mais esta coisa estará em nós. Afinal, se estamos fixados em determinado ponto, estamos da mesma forma presos nele.


Do livro: Terapia Antiqueixa – Roosevelt Andolphato Tiago


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sábado, 7 de dezembro de 2013

O PROBLEMA DO ESPAÇO II


O homem ou a mulher de personalidade infantil deseja o espaço do outro, sem querer ceder aquele que acredita seu. Quando consegue, limita a movimentação do afeto, a quem deseja subjugar por hábeis maneiras diversas, escondendo a insegurança que é responsável pela ambição atormentada. Se não logra, parte para o jogo dos caprichos, que termina em incompatibilidade de temperamentos, disfarçando as suas reações neuróticas.
A vida feliz é um dar, um incessante receber.
Toda doação gratifica, e nela, embutida, está a satisfação da oferta, que é uma forma de gratulação. Aquele que se recusa a distribuição padece a hipertrofia da emoção retribuída e experimenta carência, mesmo estando na posse do excesso.
Somente doa, cede, quem tem e é livre, interiormente amadurecido, realizado. Assim, mesmo quando não recebe de volta e parece haver perdido o investimento, prossegue pleno, porqüanto, somente se perde o que não se tem, que é a posse da usura e não o valor que pode ser multiplicado.
A pessoa se deve acostumar com o seu espaço, liberando-­se da propriedade total sobre ele e adaptando-se, mentalmen­te, à idéia de reparti-lo com outrem, mantendo porém, inte­gral, a sua liberdade íntima, cujos horizontes são ilimitados.
Ademais, deve considerar que os espaços físicos são tran­sitórios, em razão da precariedade da própria vida material, que se interrompe com a morte, transferindo o ser para outra dimensão, na qual os limites tempo e espaço passam a ter outras significações.


Do livro: O Homem Integral – Divaldo Pereira Franco/Joanna Di Ângelis

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O PROBLEMA DO ESPAÇO I

     
     A diminuição do espaço retira a liberdade, restringindo-a, na razão do volume daqueles que o ocupam, o que dá mar­gem à promiscuidade no relacionamento das pessoas, com o conseqüente desrespeito entre elas mesmas.
Inconscientemente, a preservação do espaço se torna um direito de propriedade, que adquire valores crescentes em re­lação à sua escassez e localização.
O homem, como qualquer outro animal, luta com todas as forças e por todos os meios para a manutenção da sua pos­se, a dominação do espaço adquirido e, às vezes, pelo que gostaria de possuir, tombando nas ambições desmedidas, na ganância.
No relacionamento social, cada indivíduo é cioso dos seus direitos, do seu espaço físico e mental, da sua integridade, da sua intimidade, zelando pela independência de ação e condu­ta nestas áreas comportamentais.
Quando os sentimentos afetivos irrompem e ele deseja repartir a sua liberdade com a pessoa amada, naturalmente espera compartir dos valores que ela possui, numa substitui­ção automática daquilo que irá ceder. Trata-se de uma con­cessão-recepção, gerando uma ação cooperativista.
A princípio, o encantamento ou a paixão substitui a ra­zão, quebrando um hábito arraigado, sem chance de preen­chê-lo por um novo, que exige um período de consciente adap­tação para uma convivência agradável, emocionalmente re­tributiva. Apesar disso, ficam determinados bolsões que não podem ou não devem ser violados, constituindo os remanes­centes da liberdade de cada um, o reino inconquistado pelo alienígena.
Nos relacionamentos das pessoas imaturas, os espaços são, de imediato, tomados e preenchidos, tornando a convivência asfixiante, insuportável, logo passam as explosões do desejo ou os artifícios da novidade.
Surgem, nesse período, as discussões por motivos fúteis, que escamoteiam as causas reais, nascendo as mágoas e ran­cores que separam os indivíduos e, às vezes, os arruínam.
Nas afeições das pessoas amadurecidas psicologicamen­te, não há predominância de uma vontade sobre a do outro, porém, um bom entrosamento que sugere a eleição da suges­tão melhor, sem que ocorra a governança de uma por outra vida, que a submetendo aos seus caprichos comprime-a, esti­mulando as reações de malquerença silenciosa que explodi­rá, intempestivamente, em luta calamitosa.
Por isto mesmo, o afeto conquista sem se impor, deixan­do livres os espaços emocionais, que substituem os físicos cedidos, ampliando-se os limites da confiança, que permite o trânsito tranqüilo na sua e na área do ser amado, que lhe não obstaculiza o acesso, o que é, evidentemente, de natureza re­cíproca.

(continua)


Do livro: O Homem Integral – Divaldo Pereira Franco/Joanna Di Ângelis


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domingo, 1 de dezembro de 2013

DOR IV

Dor Auxílio
                A reencarnação é um desafio expressivo enfrentado com certa preocupação pelos espíritos medianamante evoluídos. No que pese as boas intenções, às   vezes, tais sujeitos, quando encarnados, se deixam empolgar pelos atrativos mundanos e, invigilantemente, sofrem desvios dos planos previamente traçados no Mundo Maior, não suportando as provações retificadoras ou assumindo atitudes infelizes passíveis de precipitarem o fracasso da experiência terrena. Todavia, deixamos do outro lado da vida, aqueles espíritos bondosos que nos são caros e interessados em nossa proteção. Por isso, diante da ameaça de tropeços lamentáveis, em certas ocasiões, somos beneficiados pelo amparo de exceção, ou seja, providências aparentemente drásticas, mas cabíveis nos esquemas traçados pelos benfeitores desencarnados em nosso próprio benefício. O enfarte, a trombose, a hemiplegia, o câncer penosamente suportado, a senilidade prematura e outras calamidades da vida orgânica constituem, por vezes, dores auxílio, para q eu a alma se recupere de certos enganos em que haja incorrido na existência do corpo denso, habilitando-se através de longas reflexões e benéficas disciplinas, para o ingresso respeitável na vida espiritual. Em quantas ocasiões, quando comprometidos pela enfermidade grave ou prolongada, nos sentimos infelizes e desamparados por Deus. Pois bem, é justamente em tais circunstâncias que devemos buscar a serenidade mental e agradecermos à Providência pela doença oportuna que nos impediu a tomada de uma atitude insana. Nada acontece sem uma razão plausível, mesmo que, em nossa miséria, não entendamos os significado real da ocorrência. Em verdade, nem sempre interpretamos corretamente o empenho dos bons espíritos em nosso favor.
                Qualquer contingência dolorosa merece de nossa parte uma atenção especial. De acordo com a lei de causa e efeito sempre colhemos o fruto saudável ou não da semeadura escolhida. O sofrimento resulta do mal, assim como a felicidade, do bem praticado. Não olvidemos, entretanto, as várias iniciativas alicerçadas no bom senso a serem mobilizadas na vigência da dor. São resoluções passiveis de minorar as crises temporárias pelas quais transitamos. A prece habitual, o comportamento retificador, o descortino mental e o bem que se pode patrocinar ao próximo, retratam as atitudes inteligentes daqueles que almejam o bom aproveitamento da reencarnação bendita.


Fonte: Jornal Espiritismo Estudado – março/2013


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