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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


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segunda-feira, 19 de junho de 2017

VISÃO DA VIDA II

                Quando o homem considera a vida uma oportunidade valiosa de crescimento moral e de conquista dos valores eternos, bem diversas são as colocações filosóficas em que se movimenta.
                Os sofrimentos adquirem um significado próprio dos quais retira valiosos recursos de paz e temperança para uma vivência útil.
                O fardo dos problemas se dilui ante uma atitude correta de considerar as dificuldades e soblevá-las, solucionando cada uma conforme esta se apresente.
                Advém ,então, um natural desapego aos bens físicos, por entender quão transitória é a posse e como varia de mãos em breve tempo...
                Um sentimento de solidariedade espontânea toma corpo nas atitudes, propiciando alegria de servir e, ao mesmo tempo, dilatando os objetivos do existir.
                Evita impressionares-te em excesso com as posições breves da pobreza e da fortuna, da saúde e da enfermidade, da juventude e da velhice...
                Considera a vida sob o ponto de vista global – no corpo e fora dele -, assim adquirindo harmonia íntima e real visão das suas finalidades.
                Atribui a cada fato, acontecimento, questão, o valor que realmente mereça, tendo em vista a curta duração do corpo e a destinação do espírito.            
Descobrirás, então, como agir e superar os limites, seguindo, tranquilo, na direção do destino ideal.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

sábado, 17 de junho de 2017

VISÃO DA VIDA I

                Para quem da vida apenas vê o lado material, a sofreguidão pela conquista dos bens terrenos e a inquietação ante os problemas constituem razões prioritárias.
                Colocando na morte o termo da vida, todas as cogitações transitam no círculo estreito dos interesses imediatos, sem encontrar motivação para mais amplos e audaciosos voos do pensamento.
                Em decorrência, os interesses giram no estreito espaço das paixões dissolventes e inquietantes.
                Todas são questões de efêmera duração, pela própria conjuntura em que se situam.
                A dor, os problemas, em tais casos se apresentam como desgraças.
                Os caprichos não atendidos e os desejos não supridos tornam-se razão de desdita e loucura.
                É muito diminuta a visão da vida sob a colocação da realidade corporal.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

segunda-feira, 5 de junho de 2017

ALTERNATIVAS II

            A alternativa no ideal, sofrendo, é a mais correta.         
Há quem sofre, fazendo sofrer;
os que sofrem em razão do alheio sofrimento;
aqueles que sofrem, porque não dispõem de meios para imporem sofrimentos;
pessoas que sofrem, em razão de frustrações, amarguras e enfermidades que poderiam minorar, caso se dispusessem a amar e a servir.
A alternativa do sofrimento, enquanto se faz o bem, é sempre a melhor.
No entanto, há quem eleja outras alternativas...
Não te descoroçoes, porque a dor – que a todos macera e purifica – ora faz morada na tua ilha de antiga felicidade.
Recebe-a com naturalidade e altivez, não te permitindo desânimo ou revolta.
Beneficia-te com a oportunidade de sofrer, meditando em torno dos valores reais da existência, transformando esta alternativa em estrela luminífera a esparzir claridade perene no céu das tuas paisagens íntimas, que ora se encontram em aturdimento, mas predispostas à paz.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

sexta-feira, 2 de junho de 2017

ALTERNATIVAS I

                A vida se expressa através de várias alternativas.
                Seja qual for o teu comportamento, enfrentarás a alternativa do sofrimento.
                Por mais procures evadir-te, não jornadearás imune à dor.
                Fenômeno biológico de desgaste dos implementos orgânicos encontra-se ínsita na aparelhagem fisiológica, obedecendo à programática para a qual foi elaborada.
                Fora dos equipamentos físicos, eis que as manifestações psicológicas e emocionais também geram destrambelhos e aflições, que se incorporam à paisagem da humana agonia.
                Além destas, surgem as dores morais, lancinantes e agudas, de que ninguém está imune.
                Dor, porém, é processo normal, enquadrado na vida.
                Ei-la em toda parte, expressando-se em manifestações variadas, dentro das dimensões do processo evolutivo, sendo maior quanto mais delicadas são as percepções do ser...
                Evolvido ou atrasado, o homem padece-lhe sempre a injunção; e porque se expressa na própria realidade do ser, resulta das ações pessoais que se praticam, numa existência, gênese de inevitáveis manifestações aflitivas noutra.
                A fé, de forma alguma liberar-te-á do sofrimento.
                Oferecer-te-á recursos para amenizá-lo, dando-te copreensão para enfrentá-lo e armando-te de coragem para te impedires o desespero, com o qual mais te mortificarias.
                A crença na mensagem cristã, em forma de serviço dirigido ao próximo, transforma-se em ideal relevante que, não obstante a sua magnitude, não libera a criatura de sofrer, de aprimorar-se.
                Os ideais sustentam a vida inteligente e favorecem com valores que a embelezam e a dignificam.
                Não imunizam, porém, o homem à aflição.
                O ideal enobrecido é um demorado parto. Todo processo parto dói...


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

sexta-feira, 19 de maio de 2017

FESTIVAL DE BÊNÇÃOS II

                Comprometido com a vida, estagias no educandário terrestre, sob disciplinas necessárias ao crescimento e à conquista da paz.
                Atado à retaguarda por vínculos infelizes, experimentas as constrições de que dependes, embora anelando por libertação.
                Age, enquanto é hoje.
                Ajuda, além do teu limite.
                Cresce, pelo desprendimento de ti mesmo e auxilia os que te retêm no Dédalo das aflições.
                Não marchas a sós, sem companhias com as quais sintonizas em razão do pretérito, tanto quanto dos objetivos que te fascinam a mente e o sentimento.
                Eleva o padrão das tuas aspirações e trabalha o solo dos teus desejos, semeando a luz do amor, a fim de que o amor te responda com paz por cada lance de sacrifício e luta.
                Vigia as nascentes do sentimento não te canses de aprender, ensinar e viver a lição do otimismo que ressuma da palavra do Senhor.
                Um dia, bendirás todo este esforço e, ao praticá-lo, desde agora, compreenderás que a verdadeira felicidade nasce como uma suave claridade estelar que atinge a plenitude e absorve toda a sombra e tristeza, num festival de bênçãos para o espírito.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

quinta-feira, 18 de maio de 2017

FESTIVAL DE BÊNÇÃOS I

                Não desdenhes os valores inapreciáveis do serviço cristão, no teu processo de renovação espiritual.
                Não desconsideres a contribuição ao sofrimento, na programática do teu crescimento íntimo.
                Não subestimes os testemunhos da renúncia e da humildade, no esforço de libertação pessoal.
                Não desdenhes as ciladas morais na vilegiatura carnal, durante a aprendizagem espírita.
                Não desprezes o contributo do estudo e da meditação, face aos compromissos da tua própria evolução.
                Não te escuses ao trabalho, por mais insignificante ou mais expressivo, que te constitui desafio à comodidade, perante a escalada do teu progresso.
                Não te infirmes, na condição de aprendiz, colocado como estás no processo de educação espiritual.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

quarta-feira, 3 de maio de 2017

O BEM EM AÇÃO III

                Se te vês agredido, estando na ação do bem, reflete como estarias caso te detivesses em outra faixa de realização...
                Se amando e servindo, despertas antipatias e animosidades, considera o que sofrerias, se, porventura, engrossasses as fileiras do ódio...
                Se lutando pela reforma íntima, pelo aprimoramento moral, ainda vais atingido pelos petardos violentos da maldade, examina o que serias e como te encontrarias, se respirasses o clima da alienação em que se encontram os que te objurgam e perseguem.
                Mesmo Jesus, que não tinha culpa e é a luz do mundo, não passou entre nós incólume à agressão de encarnado e desencarnados infelizes que O ameaçaram em vãs tentativas de atemorizá-lo, os últimos inspirando os primeiros e crucificá-lO, esquecidos de que a morte é vida, e foi morrendo que Ele retornou em plena madrugada radiosa de esperança, para nunca mais se apartar de nós.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

terça-feira, 2 de maio de 2017

O BEM EM AÇÃO II

                 Bem não te imunizará do sofrimento, de que necessitas; no entanto, auxiliar-te-á a enfrentar as situações difíceis com ânimo robusto e confiança em Deus.
                O bem não te preencherá todos os vazios da alma, todavia evitará que te encharques de pessimismo e azedume.
                O bem não te oferecerá a plenitude da alegria mas facultar-te-á fruir as satisfações prenunciadoras da renovação, que te tornará ditoso um dia.
                O bem não te resolverá todos os problemas, porém oferecer-te-á resistência para vencer dificuldades e não contrair novos compromissos negativos.
                O bem não te liberará da luta, que é caminho de redenção, sem embargo, ser-te-á cireneu e amigo, sustentando-te em todos os lances, até que logres a felicidade.
                O bem que se faz, é bem que não cessa nunca, sempre produzindo o bem.
                Não receies, jamais, o mal, nem te omitas na ação do bem.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

segunda-feira, 1 de maio de 2017

O BEM EM AÇÃO I

                De forma alguma sintonizes com as induções perniciosas, que partem de mentes atribuladas e infelizes.
                A edificação moral dos lutadores dos ideais nobres desperta a inveja e a agressividade dos que se comprazem, distônicos, nos estágios inferiores da evolução.
                A serviço do bem, estás resguardado pelos recursos positivos da ação que desenvolves.
                A mente em disciplina e em exercício nobilitante nutre-se de paz e enriquece-se de júbilo.
                Haures forças na própria atividade desenvolvida e se, por acaso, o desgaste, o cansaço e a perturbação te visitam, os créditos do teu ministério favorecem-te com os valores excelentes, com os quais, facilmente, sairás da situação penosa.
                Como é certo que ninguém se encontra em regime de exceção, na Terra, ante a dor, ninguém transita em abandono à mercê das agressões e disparates da alucinação alheia.
                Apenas lobos tombam em armadilhas para lobos o que equivale dizer, que se alguém padece a constrição das forças negativas que conspiram contra o bem, é porque sintoniza com elas.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

quinta-feira, 13 de abril de 2017

ANGÚSTIA E PAZ II

                A angústia entorpece os centros mentais do discernimento e desarticula os mecanismos nervosos, transformando-se em fator positivo de alienações.
                Afeta o psiquismo, o corpo e a vida, enfermando o espírito.
                Rechaça a angústia, pondo sol nas tuas sombras-problemas.
                Não passes recibo aos áulicos da melancolia e dispersa com a prece as mancomunações que produzem angústia.
                Fomenta a paz, eu é o antídoto da angústia.
                Exercita a mente nos pensamentos otimistas e cultiva a esperança.
                Trabalha com desinteresse, fazendo pelo próximo o que dizes dele não receber.
                A paz é fruto que surge em momento próprio, após a germinação e desenvolvimento do bem no coração.
                Jamais duvides do amor de Deus.
                Fixado aos propósitos de crescimento espiritual, transfere para depois o que não logres agora, agindo com segurança.
                Toda angústia dilui-se na água corrente da paz.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

quarta-feira, 12 de abril de 2017

ANGÚSTIA E PAZ I

                Previne-te contra a angústia.
                Esta tristeza molesta, insidiosa, contínua, arrasta-te a estado perturbador.
                Essa insatisfação injustificável, perseverante, penosa, conduz-te a desequilíbrio imprevisível.
                Aquela mágoa que conservas, vitalizada pela revolta sem lógica, impele-te a desajuste insano.
                Isto que te assoma em forma de melancolia, que aceitas, empurra-te a abismo sem fundo.
                Isso que aflora com frequência, instalando nas tuas paisagens mentais de pressão constante, representa o surgimento de problema grave.
                Aquilo que remóis, propiciando-te dor e mal-estar, impele-te a estados infelizes, que te atormentam.
                A angústia possui gêneses várias.
                Procede de erros que se encontram fixados no ser desde a reencarnação anterior, como matriz que aceita motivos verdadeiros ou não, para dominar quem deveria envidar esforços por aplainar e vencer as impressões negativas e as compulsões torpes.
                Realmente, não há motivos que justifiquem os estados de angústia.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

quinta-feira, 30 de março de 2017

NA LAVOURA MEDIÚNICA II

                Se és médium, desatrela-te dos impedimentos de qualquer natureza, que te retenham no pórtico da lavoura mediúnica.
                Se experimentas os sintomas que caracterizam a faculdade abençoada, não tergiverses ante o labor a ser atendido.
                Libera-te das injunções da dúvida e submete-te a um programa disciplinante de aformoseamento moral e educação mediúnica.
                Estuda a Doutrina Espírita e estuda-te.
                Exercita a vivência evangélica e pauta as ideias e aspirações na diretriz cristã.
                Confia no tempo e não te atormentes pelos efeitos apressados.
                Sintoniza com o bem, a fim de que os espíritos nobres se afeiçoem ao teu esforço.
                Afervora-te à vida interior, cultivando a reflexão e a prece de modo que te possas abstrair, quando necessário, da turbulência e da perturbação, sem alarde, mantendo equilíbrio psíquico.
                Trabalha, na mediunidade e pelo bem de todos quanto possas, tornando-te medianeiro constante da esperança e da paz, do otimismo e da saúde a próprio e a benefício de todos.
                Defrontarás dificuldades na lavoura mediúnica.
                Se, porém, venceres aqueles problemas que se encontram em ti mesmo, superarás os outros, que se te afigurarão de menor gravidade e significado.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

quarta-feira, 29 de março de 2017

NA LAVOURA MEDIÚNICA I

                Na lavoura da mediunidade, o trabalho de aprimoramento moral do homem é de capital importância.
                Terreno em desprezo, dá vitória à erva daninha.
                Solo sem trato é prejuízo na economia da agricultura.
                Cada médium revela, na aplicação das forças psíquicas, o estado da própria evolução.
                Em razão disso, a grande variedade de médiuns é decorrência da larga faixa moral em que transitam os homens.
                Aprimorem-se o caráter moral e os valores culturais do servidor e defrontaremos resultados superiores, no serviço mediúnico.
                A faculdade medianímica, como outra qualquer, é neutra, em si mesma.
                A direção que se lhe dá torna-a dignificada como perniciosa.
                Variando de intensidade, de indivíduo para indivíduo, tem as suas raízes no espírito, onde se fixam as necessidades evolutivas do ser.
                Inata, desenvolve-se por criteriosos processos de educação e disciplina, dirigidos para os valores morais, mediante o exercício a que se deve submeter.
                A mediunidade é inerente ao homem como o cociente intelectual, aguardando correspondente aprimoramento.
                Possui-se mediunidade ou não se dispõe de mais amplos recursos medianímicos.

Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

quinta-feira, 9 de março de 2017

TEM CORAGEM II

                Recorre, nas situações diversas, aos recursos positivos de que dispões, e aguarda os resultados dessa atitude.
                Jesus é sempre o exemplo.
                Poderia haver liberado todos os enfermos que encontrou pela senda; mas não o fez.
                Se quisesse, teria modificado as ocorrências infelizes, que o levaram às supremas humilhações e à cruz; todavia, sequer o intentou.
                Conferiria fortuna à pobreza, à mole esfaimada que O buscava, continuamente; todavia, não se preocupou com essa alternativa.
                Elegeria para o Seu labor somente homens que O compreendessem e Lhe fossem fiéis, sem temores, nem fraquezas; porém optou pelo grupo de que se cercou.
                Modificaria as estruturas sociais e culturais da Sua época; sem embargo, viveu em toda a plenitude, demonstrando a importância primacial da experiência interior e não dos valores externos, transitórios.
                Apresentar-se-ia em triunfo social, submetendo o reizete que Lhe decidiu a sorte; apesar disso, facultou-se viver sob as condições do momento em plena aridez de sentimentos e escassez de amor entre as criaturas...
                Jesus, no entanto, conhecia as razões fundamentais de todos os problemas humanos e a metodologia lenta da evolução, identificava que a emulação pela dor é mais significativa e escutada do que a do amor, sempre preterido; sabia do valor das conquistas superiores do espírito, em detrimento das falazes aquisições que se deterioram no túmulo e dissociam os tesouros da alma.
                Tem, portanto, coragem e faze como Ele, ante dificuldades e problemas que passarão, armando-te hoje de esperança para o teu amanhã venturoso.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
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quarta-feira, 8 de março de 2017

TEM CORAGEM I

                Nas contingências afligentes do cotidiano e ao largo das horas que parecem estacionadas sob a injunção de dores íntimas, extenuantes, que se prolongam, não te deixes extremunhar, nem te arrebentes em blasfêmias alucinadas, com que mais complicarás a situação.
                Tempestade alguma, devastadora quão demorada, que não cesse.
                Alegria nenhuma, repletada de bênçãos e glórias, que se não acabe.
                A saúde perfeita passa; a juventude louçã desaparece; o sorriso largo termina; a algaravia de festa silencia...
                Da mesma forma, o aguilhão do infortúnio se arrebenta; a enfermidade se extingue; a miséria muda de lugar; a morte abre as portas da vida em triunfo...
                Tudo quanto sucede ao homem constitui-lhe preciosos acervo, que o acompanhará na condição de tesouro que poderá investir, conforme as circunstâncias que lhe cumpre enfrentar, no processo da evolução.
                Os que aspiram a fortunas alegam, intimamente, que se as possuíssem, mudariam a situação dos que sofrem escassez. No entanto, os grandes magnatas que açambarcam o poder e usufruem da abundância, alucinam-se com os bens, enregelando os sentimentos em relação ao próximo...
                Quantos anelam pela saúde, afirmam, no silêncio do coração, as disposições de aplicá-la a benefício geral, não obstante, os que a desfrutam, quase sempre malbaratam-na nos excessos e leviandades com que a comprometem, desastrados...
                O bem deve ser feito como e onde cada qual se encontre.
                Em razão disso, as situações e acontecimentos de que se não é responsável, no momento, devem ser enfrentados com serenidade e moderação de atos, por fazerem parte do contexto da vida, a que cada criatura se vincula.
                A vida são o conteúdo superior que dela se deve extrair e a forma levada com que se pode retirar-lhe os benefícios.
                Um dia sucede a outro, conduzindo as experiências de que se reveste, formando um todo de valores, que programam as futuras injunções para o ser.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

PROBLEMA DE CONSCIÊNCIA III

                Espíritos que foram bem intencionados na Terra; personalidades que se fizeram famosas pelo vergo ou agentes da reformulação social ricos de teorias; religiosos sensíveis que planejaram obras monumentais, diariamente retornam à Pátria Espiritual com a mente repleta de projetos formidandos e as mãos vazias de ação, tombando em remorsos cruéis, que os vergastam, em razão do tempo perdido que não souberam utilizar na realização do compromisso superior da Vida.
                Problema de consciência, pessoal e intransferível, de cada um, programar o bem, discuti-lo e concretizá-lo ou não durante o processo da reencarnação.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

PROBLEMA DE CONSCIÊNCIA II

                Há quem programe realizações relevantes por largos anos, enquanto a dor ceifa as vidas que aguardam no deperecimento e na miséria.
                Inumeráveis pessoas acalentam propósitos superiores e anelam por dedicar-se a eles, enquanto a ampulheta do tempo deixa que passem os dias, sem os transformar em realidade.
                Cristãos bem intencionados se disputam a caridade verbal, elaborando programas expressivos sob condições de alto nível enquanto a oportunidade passa e a dor faz-se mordoma cruel..
                Une a ação aos teus projetos do bem, sem adiar a realização da obra de solidariedade humana.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

PROBLEMA DE CONSCIÊNCIA I

                Enquanto estás no caminho dos homens, desdobra as tuas possibilidades de ação beneficente.
                Não postergues a edificação do bem onde te encontres, sob pretexto algum...
                A vida são as oportunidades de que cada um dispõe para o crescimento próprio.
                A raiz, frágil e persistente, penetra a frincha da pedra e fende a rocha, adquirindo segurança para o vegetal.
                A semente arrebenta-se e libera a planta sob a pressão da terra que a encarcera.
                A gota dágua atravessa em largo prazo a pequenina brecha da represa e derruba a construção colossal.
                A ação resulta da perseverança o tentame do que se deseja.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

AMOR À VIDA II

                Informas que há dias em que todas as coisas parecem somar-se para afligir-te mais.
                Não recues, porém, nos propósitos superiores, quando tal suceder.
                Ninguém consegue avançar no processo educativo da evolução, em regime de exceção injusta.
                Quando a dor te acena, é um chamado para a meditação.
                Quando se te instala no coração ou na mente, é um contributo para teu crescimento e resgate.
                Sob quaisquer ocorrências, ama a vida e aprende a técnica de ser feliz.
                Desgraça rela é o desconhecimento dos objetivos superiores da existência sem a chama luminosa do amor como bênção e a imperiosa necessidade de seguir, arrastado pelas circunstâncias penosas.
                Inclina-te diante da necessidade de ressarcir os débitos e inflama-te de alegria pela graça de sofrer para libertar-te e morrer para ressurgir dos escombros carnais em corpo de luz.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
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sábado, 4 de fevereiro de 2017

AMOR À VIDA I

                Ama a vida conforme se te apresentem os programas existenciais.
                O campo, enriquecido de grãos, foi trabalhado arduamente.
                A fonte cantante e abençoada venceu lama e pedra para fluir cristalina.
                Não apagues a chama da alegria, antes que se consuma o combustível do amor.
                Valorizando cada aprendizagem, no quotidiano, preparar-te-ás para futuros cometimentos.
                Cada experiência merece respeito. As positivas devem oferecer substância para que sejam repetidas, e as outras, as dolorosas, merecem examinadas nas suas causas, a fim de que não necessitem retornar.
                Considera a dor como dádiva de salutar efeito para o teu progresso espiritual.
                Ela é o meirinho austero que te induz à realização edificante.
                Insiste no bem, mesmo quando tudo te pareça sombrio e desesperador, em conspiração odienta contra os teus propósitos de elevação.
                Sem custódia da sua mensagem, a vida ser-te-á um fardo impossível de levado adiante.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google