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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


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sábado, 25 de janeiro de 2014

JESUS E REENCARNAÇÃO I

Não fosse Jesus reencarnacionista e toda a Sua mensagem seria fragmentária, sem suporte de segurança, por faltar-lhe a justiça na sua mais alta expressão propiciando ao infrator a oportunidade reeducativa, com o conseqüente crescimento para a liberdade a que aspira.
O amor por Ele ensinado, se não tivesse como apoio a bênção do renascimento corporal ensejando recomeço e reparação, teria um caráter de transitória preferência emocional, com a seleção dos eleitos e felizes em detrimento dos antipáticos e desditosos.
Com o apoio na doutrina dos renascimentos físicos, Ele identificava de imediato quais os necessitados que estavam em condições de recuperar a saúde ou não, tendo em consideração os fatores que os conduziam ao sofrimento. E por isso mesmo, nem todos aqueles que Lhe buscavam a ajuda logravam-na ou recuperavam-se.
Porque sabia ser enfermo o Espírito, e não o corpo, sempre se dirigia preferencialmente à individualidade, e não à personalidade de que se revestia cada homem.
Sabendo acerca da fragilidade humana, emulava à fortaleza moral, fiel à lei de causa e efeito vigente no mundo.
Não apenas no diálogo mantido com Nicodemos vibrou a Sua declaração quanto à “necessidade de nascer de novo”. Ela se repete de forma variada, outras vezes, confirmando o processo das sucessivas experiências carnais, método misericordioso do amor de Deus para o benefício de todos os Espíritos.
Nenhuma surpresa causara aos Seus discípulos a resposta a respeito do Elias que já viera, assim como a indagação em torno de quem Ele seria, segundo a opinião do povo, em razão de ser crença, quase generalizada à época, a pluralidade dos renascimentos.

Fonte: JESUS E ATUALIDADE  
DIVALDO PEREIRA FRANCO/JOANNA DE ÂNGELIS
imagem: nasbrumasdamente.blogspot.com


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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A NECESSIDADE DA REENCARNAÇÃO

            
                A reencarnação à volta do espírito à vida corpórea, mas num outro corpo, novamente constituído, e que nada tem a ver com o antigo. É o mesmo espírito tendo outra existência, porém em um novo corpo, e com novas possibilidades.
                Uma vez que fomos criados simples e ignorantes, Deus que é soberanamente justo e bom, concede a todos o mesmo ponto de partida, as mesmas obrigações e direitos, dentro da liberdade de ação.
                Se obtivermos êxito diante de alguma prova, é por mérito do nosso esforço e da convicção em trabalhar para progredir. Mas, se fracassarmos ou sucumbirmos, adiamos a conquista da felicidade.
                O livre arbítrio oferece a oportunidade de seguirmos escolhendo o caminho, que muitas vezes é penoso, sendo decisão nossa deliberar sobre a melhor maneira de trilhá-lo, não protelando as provas que nos são traçadas, cuidando para evitarmos às paixões, preguiça e vícios terrenos. O chamamento da vida material é muito sedutor, porém perigoso.
                Deus, nosso Pai, que é soberanamente justo e bom, oferece possibilidades idênticas a todos, pois se assim não fosse, seus princípios seriam um contrassenso. “Todo privilégio seria uma preferência e toda preferência uma injustiça”.
                A reencarnação é um estado transitório para o espírito, é a primeira prova que Deus apresenta no princípio de nossa existência, onde faremos uso do nosso livre arbítrio.
                E a cada reencarnação enfrentamos muitos percalços, principalmente nas relações familiares e no convívio social. Mas, saibamos, estes que estão unidos em nosso grupo familiar há muito lutam conosco rumo ao progresso comum.
                A vivência de relacionamento com algum familiar difícil, antipático e estranho, ocorre por vezes, com a finalidade de provas para uns e meio de progresso para outros.
                Estes laços de família são fortalecidos, pois os espíritos formam grupos ou famílias unidos pela afeição, simpatia e semelhantes inclinações. A união e afeição entre parentes, essa verdadeira afetividade espiritual, que sobrevive ao corpo, indica simpatia anterior que os aproximou.
                É através da base espiritual que os laços de família se alicerçam e se aprimoram apoiados nos princípios de solidariedade, fraternidade e igualdade comum, sempre rumo à senda do progresso.

Julian Caldeira Cuin


Fonte: Jornal Espiritismo Estudado – setembro/2012


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segunda-feira, 28 de maio de 2012

SOBRIEDADE


               A primeira condição para se conservar a alma livre, a inteligência sã, a razão lúcida é a de ser sóbrio e casto. Os excessos de alimentação perturbam-nos o organismo e as faculdades; a embriaguez faz-nos perder toda a dignidade e toda a moderação. O seu uso contínuo produz uma série de moléstias, de enfermidades, que acarretam uma velhice miserável.

                Dar ao corpo o que lhe é necessário, a fim de torná-lo servidor útil e não tirano, tal é a regra do homem criterioso. Reduzir a soma das necessidades materiais, comprimir os sentidos, domar os apetites vis é libertar-se do jugo das forças inferiores, é preparar a emancipação do espírito. Ter poucas necessidades é também uma das formas da riqueza.
                A sobriedade e a continência caminham juntas. Os prazeres da carne enfraquecem-nos, enervam-nos, desviam-nos da sabedoria. A volúpia é como um abismo onde o homem vê soçobrar todas as suas qualidades morais. Longe de nos satisfazer, atiça os nossos desejos. Desde que a deixamos penetrar em nosso seio, ela invade-nos, absorve-nos e, como uma vaga, extingue tudo quanto há de bom e generoso em nós. Modesta visitante ao princípio, acaba por dominar-nos, por se apossar de nós completamente.

Do livro: Depois da Morte – Léon Denis

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

REENCARNAÇÃO II


                As leis inflexíveis da natureza, ou, antes, os efeitos resultantes do passado, decidem da reencarnação. O espírito inferior, ignorante dessas leis, pouco cuidadoso de seu futuro, sofre maquinalmente a sua sorte e vem tomar o seu lugar na Terra sob o impulso de uma força que nem mesmo procura conhecer. O espírito adiantado inspira-se nos exemplos que o cercam na vida fluídica, recolhe os avisos de seus guias espirituais, pesa as condições boas ou más de sua reaparição neste mundo, prevê os obstáculos, as dificuldades da jornada, traça o seu programa e toma fortes resoluções com o propósito de executá-las. Só volta à carne quando está seguro do apoio dos invisíveis, que o devem auxiliar em sua nova tarefa. Neste caso, o espírito não mais sofre exclusivamente o peso da fatalidade. Sua escolha pode exercer-se em certos limites, de modo a acelerar sua marcha.
                Por isso, o espírito esclarecido dá preferência a uma existência laboriosa, a uma vida de luta e abnegação. Sabe que, graças a ela, seu avançamento será rápido. A Terra é o verdadeiro purgatório. É preciso renascer e sofrer para despojar-se dos últimos vestígios da animalidade, para apagar as faltas e os crimes do passado. Daí as enfermidades cruéis, as longas e dolorosas moléstias, o idiotismo, a perda da razão.
                O abuso das altas faculdades, o orgulho e o egoísmo expiam-se pelo renascimento em organismos incompletos, em corpos disformes e sofredores. O espírito aceita essa imolação passageira, porque, a seus olhos, ela é o preço da reabilitação, o único meio de adquirir a modéstia, a humildade; concordam em privar-se momentaneamente dos talentos, dos conhecimentos que fizeram sua glória, e desce a um corpo impotente, dotado de órgãos defeituosos, para tornar-se um objeto de compaixão e de zombaria.
                Nesses sepulcros de carne um espírito vela, sofre, e, em sua tessitura íntima, tem consciência de sua miséria, de sua abjeção. Tememos, por nossos excessos, merecer-lhes a sorte. Mas, esses dons da inteligência, que ela abandona para humilhar-se, a alma os achará depois da morte, porque são propriedade sua, e jamais perderá o que adquiriu por seus esforços. Reencontrá-los-á e, com eles, as qualidades, as virtudes novas colhidas no sacrifício, e que farão sua coroa de luz no seio dos espaços.
                Assim, tudo se apaga, tudo se resgata, os pensamentos, os desejos criminosos têm sua repercussão na vida fluídica, mas as falta consumadas na carne precisam ser expiadas da carne. Todas as nossas existências são correlatas; o bem e o mal refletem-se através dos tempos. Se embusteiros e perversos parecem muitas vezes terminar suas vidas na abundância e na paz, fiquemos certos de que a hora da justiça soará e que recairão sobre eles os sofrimentos de que foram a causa.
                Não é nas discussões estéreis, nas rivalidades, na cobiça das honras e bens de fortuna que encontrarás a sabedoria, o contentamento de ti próprio; mas, sim, no trabalho, na prática da caridade, na meditação, no estudo concentrado em face da natureza, esse livro admirável que tem a assinatura de Deus.

Do livro: Depois da Morte – Léon Denis

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

REENCARNAÇÃO I


                Todas as almas que não puderam libertar-se das influências terrestres devem renascer neste mundo para trabalharem em seu melhoramento; é o caso da imensa maioria. Como as outras fases da vida dos seres, a reencarnação está sujeita a leis imutáveis. O grau de pureza do perispírito, a afinidade molecular que determina a classificação dos espíritos no espaço fixam as condições da reencarnação. Os semelhantes atraem-se. É em virtude desse fato, dessa lei de atração e de harmonia que os espíritos da mesma ordem, de caracteres e tendências análogas aproximam-se, seguem-se durante múltiplas existências, encarnado conjuntamente e constituindo famílias homogêneas.
                Quando chega a ocasião de reencarnar, o espírito sente-se arrastado por uma força irresistível, por uma misteriosa afinidade, para o meio que lhe convém. É um momento terrível, de angustiam mais formidável que o da morte, pois esta não passa de libertação dos laços carnais, de uma entrada em vida mais livre, mais intensa, enquanto a reencarnação, pelo contrário, é a perda dessa vida de liberdade, é um apoucamento de si mesmo, a passagem dos claros espaços para a região obscura, a descida para um abismo de sangue, de lama, de miséria, onde o ser vai ficar sujeito a necessidades tirânicas e inumeráveis. Por isso é mais penoso, mais doloroso renascer que morrer; e o desgosto, o terror, o abatimento profundo do espírito, ao entrar neste mundo tenebroso, são fáceis de conceber-se.
                A reencarnação realiza-se por aproximação graduada, por assimilação das moléculas materiais ao perispírito, o qual se reduz, se condensa, tornando-se progressivamente mais pesado, até que, por adjunção suficiente de matéria, constitui um invólucro carnal, um corpo humano.
                O perispírito torna-se, portanto, um molde fluídico, elástico, que calca sua forma sobre a matéria. Daí dimanam as condições fisiológicas do renascimento. As qualidades ou defeitos do molde reaparecem no corpo físico, que não é, na maioria dos casos, senão imperfeita e grosseira cópia do perispírito.
                Desde que começa a assimilação molecular que deve produzir o corpo, o espírito fica perturbado; um torpor, uma espécie de abatimento invadem-no aos poucos. Suas faculdades vão-se velando uma após outra, a memória desaparece, a consciência fica adormecida, e o espírito como que é sepultado em opressiva crisálida.
                Entrando na vida terrestre, a alma, durante um longo período, tem de preparar esse organismo novo, de adaptá-lo às funções necessárias. Somente depois de vinte ou trinta anos de esforços instintivos é que recupera o uso de suas faculdades, embora limitadas ainda pela ação da matéria; e, então, poderá prosseguir, com alguma segurança, a travessia perigosa da existência.

Do livro: Depois da Morte – Léon Denis

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terça-feira, 3 de maio de 2011

ESQUECIMENTO DO PASSADO


     A memória das coisas que viveram, dos atos que se cumpriram, não é condição necessária da existência.
                O ser físico parece possuir dois estados de consciência,duas fases alternadas de existências que se encadeiam e se envolvem uma na outra. O esquecimento, como espessa cortina, divide cada vida terrestre das existências anteriores e da vida dos céus.
                Se as impressões que a alma sente durante o decurso da vida atual, no estado de desprendimento completo, pelo sono natural,não podem ser transmitidas ao cérebro, deve-se compreender que as recordações de uma vida anterior sê-lo-iam mais dificilmente ainda. O cérebro não pode receber e armazenar senão as impressões comunicadas pela alma em estado de cativeiro na matéria. A memória só saberia reproduzir o que ele tem registrado.
                Em cada renascimento, o organismo cerebral constitui para nós uma espécie de livro novo, sobre o qual se gravam as sensações e as imagens. Voltando à carne, a alma perde a memória de quanto viu e executou no estado de liberdade, e só tornará a lembrar-se de tudo quando abandonar de novo a sua prisão temporária.
                O esquecimento do passado é a condição indispensável de toda prova e de todo progresso. O nosso passado guarda suas manchas e nódoas. Percorrendo a série dos tempos, devemos ter acumulado bastante faltas e iniqüidades. Libertos apenas ontem da barbaria, o peso dessas recordações seria acabrunhador para nós. A vida terrestre é difícil de suportar; ainda mais seria se, ao cortejo dos nossos males atuais acrescesse a memória dos sofrimentos ou das vergonhas passadas.
                A recordação de nossas vidas anteriores não estaria também ligada à do passado dos outros?
                Subindo a cadeia de nossas existências, o entrecho de nossa própria história, encontraríamos o vestígio das ações de nossos semelhantes.
                As inimizades perpetuar-se-iam; as rivalidades, os ódios e as discórdias agravar-se-iam de vida em vida, de século em século. Os nossos inimigos, as nossas vítimas de outrora, reconhecer-nos-iam e estariam perseguindo-nos com sua vingança.
                Bom é que o véu do esquecimento nos oculte uns aos outros, e que, apagando momentaneamente de nossa memória penosas recordações, nos livre de um remorso incessante. O conhecimento das nossas faltas e suas conseqüências, erguendo-se diante de nós como ameaça medonha e perpétua, paralisaria os nossos esforços, tornaria estéril e insuportável a nossa vida.
                Sem o esquecimento, os grandes culpados, os criminosos céleres estariam marcados a ferro em brasa por toda a eternidade.
                Quase todos temos necessidade de perdão e de esquecimento. A sombra que oculta as nossas fraquezas e misérias conforta-nos o ser, tornando-nos menos penosa a reparação. Depois de termos bebido as águas do Letes, renascemos mais alegremente para uma vida nova e desvanecem-se os fantasmas do passado. Transportando-se para um meio diferente, despertamos para outras sensações, abrem-se-nos outras influências, abandonamos com mais facilidade os erros e os hábitos que outrora nos retardaram a marcha. Renascendo sob a forma de criança, a alma culpada encontra em torno de si o auxílio e a ternura necessários à sua elevação. Ninguém cuida em reconhecer nesse ser fraco e encantador o espírito vicioso que vem resgatar um passado de faltas.
                No termo de cada existência, essas recordações longínguas ressuscitam em tropel e saem da sombra. Avançamos passo a passo, tateando na vida; vem a morte e tudo se esclarece. O passado explica o presente, e o futuro ilumina-se mais claramente. Cada alma, voltando à vida espiritual, recobra a plenitude das suas faculdades. Para ela começa, então, um período de exame, de repouso, de recolhimento, durante o qual se julga a si mesma e avalia o caminho percorrido. Recebe opiniões e conselhos de espíritos mais adiantados. Guiada por eles, tomará resoluções viris, e, na ocasião propícia, escolhendo um meio favorável, baixará a um novo corpo, a fim de se melhorar pelo trabalho e pelo sofrimento.
                Voltando à carne, a alma perderá ainda a memória das suas vidas anteriores, e bem assim a recordação da vida espiritual, a única verdadeiramente livre e completa, perto da qual a morada terrestre lhe pareceria medonha. Longa será a luta, penosos os esforços necessários para recuperar a consciência de si mesma e as suas potências ocultas; porém, conservará sempre a intuição, o sentimento vago das resoluções tomadas antes de renascer.

Do Livro: Depois da Morte – Léon Denis



sexta-feira, 11 de março de 2011

REPROGRAMAÇÃO

Nasceste no lar de que precisavas.
Vestiste o corpo físico que merecias.
Moras no melhor lugar que Deus poderia te proporcionar, de acordo com teu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades; nem mais nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes e amigos são as almas que atraíste com tuas próprias afinidades.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes, são as fontes de atração e de repulsão na tua jornada vivencial.
Não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos.
 Reprograma tua meta. Busca o bem e viverás melhor.

Do livro: UM MODO DE ENTENDER, UMA NOVA FORMA DE VIVER

Francisco do Espírito Santo Neto – Espírito Hammed


sábado, 7 de agosto de 2010

RETORNO À VIDA CORPÓREA

Assim como todos nós temos a certeza de que morreremos os espíritos têm a certeza de que voltarão à vida corporal, apesar de as vezes ignorarem quando isso se dará.


Dependendo do seu grau evolutivo, o espírito se preocupa mais ou menos com a sua volta ao mundo corporal.

Ele pode retardar ou abreviar essa volta, sofrendo as conseqüências desse ato.

O espírito não pode retardar indefinidamente o retorno; ele sente a necessidade de avançar. Esse é o destino de todos.

Em relação à união da alma com o corpo:

- o espírito é sempre designado com antecedência para um determinado corpo.

- O espírito pode escolher o corpo: as imperfeições deste s ao as provas que o ajudam no seu adiantamento, se ele vencer os obstáculos.

- A escolha nem sempre depende dele (do espírito)

- A união pode ser imposta, assim como as diferentes provas, quando o espírito está apto a fazer a escolha. Seria um castigo.

No momento da encarnação o espírito sofre uma perturbação maior do que a da morte e mais longa também. Essa perturbação persiste até que a nova existência esteja nitidamente firmada.

O viajante que embarca sabe os perigos a que se expõe, mas não sabe se naufragará.

A incerteza quanto ao sucesso na vida corporal é para o espírito motivo de uma grande aflição.

Se o espírito se encontra numa esfera aonde reina a afeição os espíritos que o amam o acompanham até o derradeiro momento, e o seguem durante a sua vida.

LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC