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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

CASAMENTO E CULTURA DO DIÁLOGO I

                Dentre as dificuldades na dinâmica conjugal se destaca a carência de comunicação como uma das mais graves. Muito embora seja o ser humano o único animal capaz de articular a palavra, como símbolo mediador do entendimento, falta-lhe esta competência tão indispensável em qualquer interação social, mormente naquela de natureza íntima, como a relação de conjugalidade.
                A nossa ineficiência tem início quando somos crianças e não desenvolvemos a capacidade de expressão verbal; não somos estimulados. Decorre dessa matriz a nossa fragilidade em promovermos uma conversa rica e eficaz, propiciadora de crescimento. É na infância que aprendemos essa arte, que está muito além da técnica vocal, propriamente; so quando as emoções são consideradas pode-se propiciar um diálogo expressivamente maduro. Quando ficamos com buracos em nosso desenvolvimento emocional, torna-se impossível ter competência dialogal na relação com qualquer interlocutor.
                A fala não traz somente som, mas nos traduz as entranhas, revelando nossos conteúdos de vida, entre os quais emoção, razão, sensação, intuição, moral e outros, que são exteriorizados por meio do campo energético que os caracterizam. Nossa voz é tão sui generis eu podemos compará-la a um filme de nós mesmos, revelando quem somos.
                Somos escultores da nossa palavra e edificamos, quando casados, uma obra de arte assinada a dois, que deve ser esculpida com maestria.


Fonte: CASAMENTO: A ARTE DO REENCONTRO – ALBERTO ALMEIDA
imagem: google

terça-feira, 17 de novembro de 2015

GUARDAI-VOS

“Estes, porém, dizem mal do que ignoram; e, naquilo que naturalmente conhecem, como animais irracionais se corrompem.”  (JUDAS, 10.)

Em todos os lugares, encontramos pessoas sempre dispostas ao comentário desairoso e ingrato relativamente ao que não sabem. Almas levianas e inconstantes, não dominam os movimentos da vida, permanecendo subjugadas pela própria inconsciência.
E são essas justamente aquelas que, em suas manifestações instintivas, se portam, no que sabem, como irracionais. Sua ação particular costuma corromper os assuntos mais sagrados, insultar as intenções mais generosas e ridicularizar os feitos mais nobres.
Guardai-vos das atitudes dos murmuradores irresponsáveis.
Concedeu-nos o Cristo a luz do Evangelho, para que nossa análise não esteja fria e obscura.
O conhecimento com Jesus é a claridade transformadora da vida, conferindo-nos o dom de entender a mensagem viva de cada ser e a significação de cada coisa, no caminho infinito.
Somente os que ajuízam, acerca da ignorância própria, respeitando o domínio das circunstâncias que desconhecem, são capazes de produzir frutos de perfeição com as dádivas de Deus que já possuem.

Fonte: CAMINHO, VERDADE E VIDA
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER/EMMANUEL
imagem: google

sábado, 17 de outubro de 2015

AUXÍLIOS SEMPRE POSSÍVEIS

Sem quaisquer recursos especiais, você dispõe do poder de renovar e reerguer a própria vida.

Você pode ainda e sempre:
· avivar o clarão da alegria onde a provação esteja furtando a tranquilidade;
· atear o calor do bom‐ânimo onde a coragem desfaleça;
· entretecer o ambiente preciso à resignação onde o sofrimento domina;
· elevar a vibração do trabalho onde o desânimo apareça;
· extrair o ouro da bênção entre pedras de condenação e censura;
· colocar a flor da paciência no espinheiro da irritação;
· acender a luz do entendimento e da concórdia, onde surja a treva da ignorância;
· descobrir fontes de generosidade sob as rochas da sovinice;
· preparar o caminho para Jesus nos corações distantes da verdade.

Tudo isso você pode fazer, simplesmente pronunciando as boas palavras da esperança e do amor.


Fonte: Sinal Verde – Chico Xavier/André Luiz
imagem: google

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

TEMAS IMPORTUNOS

Doenças.

Crimes.

Intrigas.

Crítica.

Sarcasmo.

Contendas domésticas.

Desajustes alheios.

Conflitos sexuais.

Divórcios.

Notas deprimentes com referência aos irmãos considerados estrangeiros.

Racismo.

Preconceitos sociais.

Divergências políticas.

Atritos religiosos.

Auto‐elogio.

Carestia da vida.

Males pessoais.

Lamentações.

Comparações pejorativas.

Recordações infelizes.

Reprovação a serviços públicos.

Escândalos.

Infidelidade conjugal.

Pornografia.

Comentários desprimorosos quanto à casa dos outros.

Anedotário inconveniente. Histórias chulas.

Certamente não existem assuntos indignos da palavra e todos eles podem ser motivo de entendimento e de educação, mas sempre que os temas importunos ou difíceis forem lembrados, em qualquer conversação, o equilíbrio e a prudência devem ser chamados ao verbo em manifestação, para que o respeito aos outros não se mostre ferido.


Fonte: Sinal Verde – Chico Xavier/André Luiz
imagem: google

domingo, 27 de setembro de 2015

CONVERSAR

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graças aos que a ouvem.” — Paulo. (EFÉSIOS 4:29)

O gosto de conversar retamente e as palestras edificantes caracterizam as relações de legítimo amor fraternal.
As almas que se compreendem, nesse ou naquele setor da atividade comum, estimam as conversações afetuosas e sábias, como escrínios vivos de Deus, que permutam, entre si, os valores mais preciosos.
A palavra precede todos os movimentos nobres da vida. Tece os ideais do amor, estimula a parte divina, desdobra a civilização, organiza famílias e povos.
Jesus legou o Evangelho ao mundo, conversando. E quantos atingem mais elevado plano de manifestação, prezam a palestra amorosa e esclarecedora.
Pela perda do gosto de conversar com alguém, pode o homem avaliar se está caindo ou se o amigo estaciona em desvios inesperados.
Todavia, além dos que se conservam em posição de superioridade, existem aqueles que desfiguram o dom sagrado do verbo, compelindo-o às maiores torpezas. São os amantes do ridículo, da zombaria, dos falsos costumes. A palavra, porém, é dádiva tão santa que, ainda aí, revela aos ouvintes corretos a qualidade do espírito que a insulta e desfigura, colocando-o, imediatamente, no baixo lugar que lhe compete nos quadros da vida.
Conversar é possibilidade sublime. Não relaxes, pois, essa concessão do Altíssimo, porque pela tua conversação serás conhecido.

Fonte: CAMINHO, VERDADE E VIDA
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER/EMMANUEL
imagem: google

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

CAMINHOS PARA A SAÚDE IV

3 Falar Retamente
                Quando se crê e se quer crer retamente, fala-se com a mesma qualidade de intenção, e essas palavras, conforme se refere o Evangelho, exteriorizam o de que está cheio o coração.
                Indispensável, portanto, a vivência íntima das aspirações superiores, a fim de que a música da palavra traduza-as para o exterior retamente.
                A palavra é valioso instrumento de comunicação, que tem entorpecido grandes ideais da humanidade, por não ser fiel aos sentimentos que deveria expressar.
                Fala-se por falar-se; fala-se para dissimular emoções e ideais; fala-se com objetivos sórdidos e prejudiciais.
                A palavra que liberta, igualmente faz-se meio de escravidão.
                Por isso, a arte de falar impõe requisitos que são essenciais para expressar-se retamente.
                Deve-s por na palavra a discrição que sabe como e quando falar, evitando gerar constrangimento e amargura.
                Não faltam, no mundo, acusadores e palradores da inutilidade, das ideias vazias de conteúdo, de ironias e sentidos dúbios. Eles inquietam e anatematizam, infelicitam e desajustam, dominados por idealismos falsos e paixões inferiores.
                O falar retamente fomenta o progresso, desenvolvendo as aspirações que se exteriorizam em ideais de liberdade e amor, impulsionando as criaturas para a frente, para o bem.
                As boas palavras enrijecem o caráter, dulcificam o coração e iluminam a vida. As más, entorpecem os sentimentos, deformam a conduta e matam os ideais de enobrecimento.
                Crer, querer e falar retamente produzem uma vibração de paz que fomenta a saúde, alterando o comportamento emocional que refaz o equilíbrio da energia, modificando o campo no qual se instalam as enfermidades.
                São inevitavelmente, caminhos para uma existência saudável.

(continua)

Fonte: PLENITUDE         
Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

quinta-feira, 30 de julho de 2015

NO RETOQUE DA PALAVRA

Cap. XI – Item 7
Seja onde for, não afirme: – “Detesto esse lugar!”
Cada criatura vive na terra dos seus credores.
Ouvindo a frase infeliz, não grite: – “É um desaforo!”
Invigilância alheia pede a nossa vigilância maior.
Atravessando a madureza, não se lamente: – “Já estou cansado”.
Sintoma de exaustão, vontade enferma.
Sentindo a mocidade, não assevere: – ”Preciso gozar a vida!”
Romagem terrestre não é excursão turística.
À frente do amigo endividado, não ameace: – “Hoje ou nunca!”
Agora alguém se compromete, amanhã seremos nós.
Ao companheiro menos categorizado, não ordene: – ”Faça isso!”
Indelicadeza no trabalho, ditadura ridícula.
Perante o doente, não exclame: – ”Pobre coitado!”
Compaixão desatenta, crueldade indireta.
Ao vizinho faltoso, nunca diga: “Dispenso-lhe a amizade.”
Todos somos interdependentes.
Sob o clima da provação, não se queixe: – ”Não suporto mais!”
O fardo do espírito gravita na órbita das suas forças.
No cumprimento do dever, não clame: – ”Estou sozinho.”
Ninguém vive desamparado.
Colhido pelo desapontamento, não reclame: – ”Que azar!”
A Lei Divina não chancela imprevistos.
À face do ideal, não se lastime: – “Ninguém me ajuda.”
No Espiritismo temos responsabilidade pessoal com o Cristo.
André Luiz

Fonte: O Espírito da Verdade         
Francisco Cândido Xavier - Waldo Vieira
imagem: google

domingo, 1 de março de 2015

PALAVRA E JESUS III

                Utiliza-te da palavra a fim de inspirares imagens felizes.
                O que digas, como digas, gerará clichês mentais e incidirá em ondas-pensamento, produzindo resultados conforme a intensidade emocional com que vistas a expressão verbal, favorecendo ou infelicitando aquele a quem a diriges, a ti mesmo responsabilizando.
                Faze da palavra um veículo da esperança, da paz, da saúde e do bem.
                Há demasiado verbo aplicado com o ácido da critica, com o azedume da inveja e do pessimismo, com a labareda do ódio produzindo o mal.
                Seja tua a palavra de vida, de vida abundante.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

sábado, 28 de fevereiro de 2015

PALAVRA E JESUS II

                Modulando a palavra com a autoridade de que se fazia portador, impregnou os ouvintes, que jamais foram os mesmos...
                Ouvindo-O, ninguém lograva esquecê-lO.
                Dialogando com Ele, alicerçavam-se os ideais de enobrecimento humano, que mudaram o curso da história.
                Ensinando na cátedra viva da natureza, projetou luz inapagável que passou a clarear os discípulos por todo o sempre.
                Sempre usou a palavra para a construção imperecível da felicidade humana.
                Com energia ou doçura, em suave tranquilidade ou grave admoestação, o Seu verbo sempre esteve colocado a serviço do bem e da paz.
                Maria de Magdala, atenazada por obsessores cruéis, libertou-se do aturdimento a que fora atirada, sob o magnetismo salutar do Seu verbo, desobsidiando-se.
                Simão Pedro, periodicamente influenciado por mentes perniciosas da Erraticidade Inferior, encontrou, na Sua palavra, a terapia da libertação, a ponto de poder oferecer-se integralmente ao ministério da doutrina, que dele fez o grande mártir do Evangelho.
                O gadareno, visivelmente possesso, saiu das sombras da alienação e volveu à claridade da razão, ante a Sua voz.
                Lázaro, retornou do profundo transe da catalepsia, atendendo-Lhe ao chamado enérgico.
                Perturbador desencarnado, contumaz na ação infeliz, silenciou, em plena Sinagoga, onde desejava gerar tumulto, repreendido pela Sua palavra severa.
                ... E falando, no monte, Jesus compôs o soberano código do amor, jamais igualado, que nunca será superado.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

PALAVRA E JESUS I


              A palavra, colocada a serviço da saúde, exerce inimaginável função terapêutica, oferecendo larga pauta de benefícios.
                A utilização do verbo de forma positiva faculta o otimismo, criando uma psicosfera renovadora de que se nutre o ser.
                Em face do fenômeno da sintonia, o conceito edificante produz empatia e atrai fatores benéficos, inclusive, a presença das entidades felizes, que se sentem motivadas a um intercâmbio edificante, mediante o qual se enriquecem os clichês mentais com paisagens novas e a organização fisio-psíquica com estímulos benéficos.
                A palavra é instrumento da vida para vestir as ideias e exteriorizá-las com clareza.
                Aplicada de forma edificante, levanta o mundo, sustenta o pensamento e enriquece a vida com belezas.
                Falando, Jesus estruturou, nas mentes e nos corações, os ideais da vida eterna, de que os fatos e os exemplos por Ele vividos constituíram corolário dos incomparáveis ensinos.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google