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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


domingo, 30 de outubro de 2011

Shhh!..... SILÊNCIO!!


Por Paulo Roberto Gaefke

Shhh!
Faça silêncio...
Por um instante, deixe-se levar pela serenidade.,
deixe os pensamentos mais revoltados se acalmarem.
Faça um minuto de limpeza mental, e deixe o silêncio te envolver.
O silêncio interior fala mais que mil vozes distintas.

Do jeito que caminhamos apressadamente,
da maneira com que tomamos decisões impensadas,
no estilo de vida que mais lembra uma corrida de carros,
nós vamos entrando cada vez mais em uma "mata fechada",
mata de problemas sem fim, uma "fábrica de doidos",
que pede remédios, calmantes, drogas, vícios...

Shhh!
Faça silêncio para organizar os seus desejos,
para manter acesa aquela chama inocente,
da criança que ainda mora em você,
mas que anda perdida, sem rumo, incrédula.
Por amor a sua vida, procure-se depressa,
mas com calma e serenidade,
 
para redescobrir valores encobertos pelo tempo,
apagados por decepções causadas por terceiros.
A sua vida é única, é dom Supremo!
Tenha tempo para você.

Shhh!
Faça silêncio pelo seu espírito que grita,
que pede minutos de atenção, antes de ferir-se,
antes de entrar de cabeça nessa aventura.
Antes da briga desnecessária,
antes da mágoa doentia,
 
antes da maledicência que persegue a todos.

Antes que o sol se deite,
que a noite se levante,
antes que mais um dia termine sem você ter pedido perdão,
sem ter dado um abraço nas pessoas mais queridas,
sem ter tido tempo para os seus desejos,
antes que a morte venha bater na nossa porta,
é fundamental fazermos silêncio para refletirmos;
- na qualidade da nossa vida,
- na qualidade dos nossos atos e pensamentos,
e se preciso for, largarmos tudo para recomeçar,
deixarmos nosso egoísmo e orgulho na esquina da ilusão,
e seguirmos em paz, rumo ao nosso infinito,
com doçura e satisfação.
Pois a vida é doce, para os que sabem extrair o seu favo diário,
para quem trabalha, confia, e não desiste de ser feliz.

Shhh!
Silêncio, por amor a você!


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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

VIVER COM ALEGRIA II


Quando o indivíduo introverte os sentimentos e deixa-se vencer pela carranca, os conflitos que o aturdem dificultam-lhe o discernimento em torno dos valores legítimos da existência. Invariavelmente tornam-no amargo, pessimista ou agressivo, não poucas vezes dando lugar ao transtorno da distimia, a que se entrega inerme.
            O renascimento do espírito no corpo tem por sentido profundo a superação das marcas do passado, devendo esforçar-se por substituir os tormentos íntimos pelas contribuições da saúde emocional e da alegria de viver.
            Dar-se conta de que possui um corpo com as suas funções em plena execução, salvadas as exceções daqueles que estorcegam nas expiações de que necessitam, deve inicialmente proporcionar um grande bem estar.
            Poder ver-se sem maiores problemas nos órgãos dos sentidos, enquanto outros experimentam inibições e limitações que s esforçam por superar, já é uma suprema dádiva que merece gratidão e júbilo.
            Nada obstante, em razão do temperamento hostil, em tudo vê amargura, sempre reclamando, quando poderia modificar a óptica pela qual observa a vida, colorindo os tons cinza com o arco íris da alegria.
            Abençoa, desse modo, as oportunidades de que desfrutas para viveres o dom da alegria.
            Se, por acaso, ainda não encontraste Jesus, busca-o na reflexão profunda ou mergulha na oração destituída de ornamentos, abrindo-te à magia desse Homem Incomparável que dividiu a história da humanidade, e a tua existência adquirirá sentido e significado.
            Ninguém que seja saudável pode viver sem o contributo especial da alegria, que é um hino de louvor à vida e ao universo.
            A alegria renova as paisagens interiores e pode ser encontrada nas coisas mínimas.
            Se observares tudo quanto sucede em tua volta, encontrarás a ordem, o equilíbrio, a beleza, mesmo na decomposição da matéria eu passa por transformações necessárias ao surgimento de formas novas e manutenção do que existe.
            Alegria de viver é a maneira adequada de agradecer a Deus a bênção da reencarnação.
            Não te permitas, em circunstância nenhuma, o abismo da revolta geradora da tristeza e da melancolia de longo e pernicioso curso.
            Exulta de alegria, e entrega-te a Deus, cantando-Lhe um hino de louvor.

Do livro: Entrega-te a Deus     
Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

VIVER COM ALEGRIA I

        
Encontrando o significado existencial, o espírito encarnado descobre que a sua jornada objetiva produzir-lhe o sublime ensejo da iluminação interior, libertando-se da treva da ignorância, assim como dos atavismos que o retêm no primarismo defluente do processo da evolução
            Empreendido o esforço do autoencontro, inunda-se de inefável alegria por descobrir o maravilhoso mundo de bênção que lhe está ao alcance, bastando-lhe iniciar o labor de identificar as possibilidades de que dispõe e executá-las.
            A vida é um hino de louvor ao Pai Criador, que faculta aos Seus filhos os dons da imortalidade e da relativa perfeição que lhes cabe alcançar a esforço pessoal.
            Eis porque a finalidade precípua da religião é estabelecer o vínculo de nova união profunda entre a criatura e o seu Genitor Celeste, facultando-lhe o desenvolvimento dos atributos adormecidos que o sol da verdade faz germinar e proporciona os recursos hábeis para o seu desenvolvimento.
            Iniciado esse especial empreendimento, nada mais o detém, porque, a cada instante, defronta novos painéis a serem contemplados e incorporados ao patrimônio já acumulado.
            Se as lutas se fazem mais ásperas em razão da sensibilidade mais desenvolvida ou porque as condições ambientais já não lhe são mais favoráveis, nelas encontra estímulos para treinar paciência e compaixão, proporcionando os meios eficazes para produzir as alterações necessárias, sem enfastiar-se nem perturbar-se.
            Lúcido quanto aos desafios que são próprios nas áreas por onde se movimenta, melhor entende o seu próximo, as suas aflições e agressividade, equipando-se de mais amor, embora não concordando com os seus excessos, ao tempo que mais se esforça por oferecer-lhe os instrumentos próprios para a libertação das heranças que o atormentam.
            Compreende que a inferioridade moral é chaga predominante em a natureza humana, por carregá-la cicatrizada com o bálsamo da dignidade que se soube aplicar enquanto transitava nos vales sombrios dos tormentos psicológicos.
            Um halo de gentileza e bondade envolve-o, mantendo-o pacífico e pacificador em qualquer situação, mesmo nas mais penosas, estampando na face a alegria da vida, que a todos igualmente oferece os meios que levam à plenitude.
            A alegria é tesouro da vida que deve ser buscada e vivenciada, em razão das bênçãos que proporciona. Isso, porém, não quer dizer que não ocorrem momentos de preocupação, de tristeza, de ansiedade e de receio, perfeitamente naturais no comportamento saudável que, em vez de uma linha horizontal, possui os seus ascendentes e descendentes emocionais, dentro, no entanto, dos padrões de equilíbrio.
            O ser alegre é extrovertido sem ser bulhento, é confiante sem permitir-se leviandades, é bondoso embora sabendo o que deve e pode realizar em relação a tudo quanto pode mas não deve fazer, ou deve executar mas não o pode, porque não lhe é lícito.
            Esse discernimento é filho da razão e da consciência do dever que lhe propõe o vir a ser, em lugar de o deter nas evocações do passado, onde encontra justificativas para a conduta irregular.
            Estabelecido o compromisso com o futuro feliz, é grato a Deus por todas as concessões e esparze alegria e respeito onde se encontre.

(continua)

Do livro: Entrega-te a Deus
Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

REENCARNAÇÃO II


                As leis inflexíveis da natureza, ou, antes, os efeitos resultantes do passado, decidem da reencarnação. O espírito inferior, ignorante dessas leis, pouco cuidadoso de seu futuro, sofre maquinalmente a sua sorte e vem tomar o seu lugar na Terra sob o impulso de uma força que nem mesmo procura conhecer. O espírito adiantado inspira-se nos exemplos que o cercam na vida fluídica, recolhe os avisos de seus guias espirituais, pesa as condições boas ou más de sua reaparição neste mundo, prevê os obstáculos, as dificuldades da jornada, traça o seu programa e toma fortes resoluções com o propósito de executá-las. Só volta à carne quando está seguro do apoio dos invisíveis, que o devem auxiliar em sua nova tarefa. Neste caso, o espírito não mais sofre exclusivamente o peso da fatalidade. Sua escolha pode exercer-se em certos limites, de modo a acelerar sua marcha.
                Por isso, o espírito esclarecido dá preferência a uma existência laboriosa, a uma vida de luta e abnegação. Sabe que, graças a ela, seu avançamento será rápido. A Terra é o verdadeiro purgatório. É preciso renascer e sofrer para despojar-se dos últimos vestígios da animalidade, para apagar as faltas e os crimes do passado. Daí as enfermidades cruéis, as longas e dolorosas moléstias, o idiotismo, a perda da razão.
                O abuso das altas faculdades, o orgulho e o egoísmo expiam-se pelo renascimento em organismos incompletos, em corpos disformes e sofredores. O espírito aceita essa imolação passageira, porque, a seus olhos, ela é o preço da reabilitação, o único meio de adquirir a modéstia, a humildade; concordam em privar-se momentaneamente dos talentos, dos conhecimentos que fizeram sua glória, e desce a um corpo impotente, dotado de órgãos defeituosos, para tornar-se um objeto de compaixão e de zombaria.
                Nesses sepulcros de carne um espírito vela, sofre, e, em sua tessitura íntima, tem consciência de sua miséria, de sua abjeção. Tememos, por nossos excessos, merecer-lhes a sorte. Mas, esses dons da inteligência, que ela abandona para humilhar-se, a alma os achará depois da morte, porque são propriedade sua, e jamais perderá o que adquiriu por seus esforços. Reencontrá-los-á e, com eles, as qualidades, as virtudes novas colhidas no sacrifício, e que farão sua coroa de luz no seio dos espaços.
                Assim, tudo se apaga, tudo se resgata, os pensamentos, os desejos criminosos têm sua repercussão na vida fluídica, mas as falta consumadas na carne precisam ser expiadas da carne. Todas as nossas existências são correlatas; o bem e o mal refletem-se através dos tempos. Se embusteiros e perversos parecem muitas vezes terminar suas vidas na abundância e na paz, fiquemos certos de que a hora da justiça soará e que recairão sobre eles os sofrimentos de que foram a causa.
                Não é nas discussões estéreis, nas rivalidades, na cobiça das honras e bens de fortuna que encontrarás a sabedoria, o contentamento de ti próprio; mas, sim, no trabalho, na prática da caridade, na meditação, no estudo concentrado em face da natureza, esse livro admirável que tem a assinatura de Deus.

Do livro: Depois da Morte – Léon Denis

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

REENCARNAÇÃO I


                Todas as almas que não puderam libertar-se das influências terrestres devem renascer neste mundo para trabalharem em seu melhoramento; é o caso da imensa maioria. Como as outras fases da vida dos seres, a reencarnação está sujeita a leis imutáveis. O grau de pureza do perispírito, a afinidade molecular que determina a classificação dos espíritos no espaço fixam as condições da reencarnação. Os semelhantes atraem-se. É em virtude desse fato, dessa lei de atração e de harmonia que os espíritos da mesma ordem, de caracteres e tendências análogas aproximam-se, seguem-se durante múltiplas existências, encarnado conjuntamente e constituindo famílias homogêneas.
                Quando chega a ocasião de reencarnar, o espírito sente-se arrastado por uma força irresistível, por uma misteriosa afinidade, para o meio que lhe convém. É um momento terrível, de angustiam mais formidável que o da morte, pois esta não passa de libertação dos laços carnais, de uma entrada em vida mais livre, mais intensa, enquanto a reencarnação, pelo contrário, é a perda dessa vida de liberdade, é um apoucamento de si mesmo, a passagem dos claros espaços para a região obscura, a descida para um abismo de sangue, de lama, de miséria, onde o ser vai ficar sujeito a necessidades tirânicas e inumeráveis. Por isso é mais penoso, mais doloroso renascer que morrer; e o desgosto, o terror, o abatimento profundo do espírito, ao entrar neste mundo tenebroso, são fáceis de conceber-se.
                A reencarnação realiza-se por aproximação graduada, por assimilação das moléculas materiais ao perispírito, o qual se reduz, se condensa, tornando-se progressivamente mais pesado, até que, por adjunção suficiente de matéria, constitui um invólucro carnal, um corpo humano.
                O perispírito torna-se, portanto, um molde fluídico, elástico, que calca sua forma sobre a matéria. Daí dimanam as condições fisiológicas do renascimento. As qualidades ou defeitos do molde reaparecem no corpo físico, que não é, na maioria dos casos, senão imperfeita e grosseira cópia do perispírito.
                Desde que começa a assimilação molecular que deve produzir o corpo, o espírito fica perturbado; um torpor, uma espécie de abatimento invadem-no aos poucos. Suas faculdades vão-se velando uma após outra, a memória desaparece, a consciência fica adormecida, e o espírito como que é sepultado em opressiva crisálida.
                Entrando na vida terrestre, a alma, durante um longo período, tem de preparar esse organismo novo, de adaptá-lo às funções necessárias. Somente depois de vinte ou trinta anos de esforços instintivos é que recupera o uso de suas faculdades, embora limitadas ainda pela ação da matéria; e, então, poderá prosseguir, com alguma segurança, a travessia perigosa da existência.

Do livro: Depois da Morte – Léon Denis

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domingo, 23 de outubro de 2011

ALCANÇAMOS 30.000 ACESSOS

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Atingimos a marca de 30.000 acessos. Isso é motivo de grande felicidade para nós, visto que nosso objetivo é a divulgação da doutrina espírita. Acreditamos que, através do estudo, alcançamos o autoconhecimento e por consequência a felicidade. Obrigada a todos os amigos que nos visita e colabora para que os objetivos deste blog sejam alcançados.
Oferecemos esse selinho a todos os amigos do blog. Muita paz!


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sábado, 22 de outubro de 2011

AZEDUME, TEMPERAMENTO EPIDÊMICO II


                O azedume é contagioso. Surge me grupos através de sinergia e simbiose indutora. O clima quase generalizado de descontentamento dilata-lhe a ação estabelecendo psicosferas acres, com teores energéticos que dispõem a variados distúrbios físicos, dolorosa pressão mental e estranhos sentimentos na convivência. Tais climas são predisponentes à perpetuação do contágio, um temperamento epidêmico!
                Nos grupos as pessoas acometidas pelo azedume agudo evitam conviver, ou se o fazem, recheiam-na de limites desnecessários e distanciadores, empobrecendo as relações, afastando uns e causando desgostos e agastamento a outros, sendo que ela própria, em crise íntima, desconhece estar sob seu domínio, sentindo incômodos inexplicáveis com os quais sofre em larga escala.
                São três os reflexos da obsessão sobre aqueles que convivem com o obsidiado: hostilidade dos sentimentos, perversão do senso moral e turbação da harmonia.
                O azedume provoca maus sentimentos, subtrai  força moral e destrona a harmonia naqueles que não adotam os antídotos da caridade na vida interpessoal com os que caíram nas malhas da azedação psíquica.
                Adotemos os cuidados imprescindíveis com essa epidemia de cansaço de viver ou estresse do espírito, que dormita na incessante postura de reclamar e revoltar com o que se é e com o que se tem.
                Azedume em quaisquer circunstâncias precisam de nosso carinho e siso moral para trazermos sua vítima á sobriedade novamente, ampliando-lhe a visão sobre as bênçãos que a vida o brindou, mas que ele ainda não descobriu ou esqueceu.
                O serviço de resgatar essa lucidez terá resultados positivos quando assume a palavra de orientação, de alguém que superou lutas com as insatisfações comuns da existência, a fim de acenar com caminhos que tocarão o afeto dos descontentes e os chamarão para a conduta de determinação e fé no futuro melhor, seguidos de muito trabalho cumprindo o dever sem fugir das responsabilidades assumidas antes do renascimento corporal.
                   
Do livro: MEREÇA SER FELIZ – Superando as ilusões do orgulho
Wanderley S. de Oliveira – Espírito Ermance Dufaux

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