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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


sexta-feira, 7 de junho de 2013

DEUS VEM VINDO

Emmanuel
Ninguém conhece as tribulações que te espancam por dentro da própria alma.
Observas-te no ápice da resistência e, em muitas ocasiões, te inclinas para a ideia de deserção...
Entretanto, insiste no cultivo da paciência, um tanto mais, e resguarda-te nos deveres que a Divina Providência te confiou.
Deus vem vindo...
Perdeste as mais belas aspirações, em vista dos golpes que a realidade te desferiu.
Por vezes, sentes o ímpeto de agir contra a própria existência...
Conserva-te, porém, na paciência, um tanto mais, e prossegue na execução dos
teus próprios encargos.
Deus vem vindo...
A solidão te oprime os sentimentos, embora quase sempre te vejas na multidão.
Nesses instantes, parece-te que a morte se aproxima e, não raro, experimentas
a tentação de abraçar a fuga e a irresponsabilidade...
No entanto, usa a paciência, um tanto mais, e persevera nas tarefas que a vida
te deu a realizar.
Deus vem vindo...
Lembra os obstáculos e crises, quedas e provas que já atravessaste, dos quais
sempre ressurgiste para o reequilíbrio e para a busca da felicidade, sem que saibas
explicar de que maneira te refizeste para a alegria de viver e conviver.
Avalia as bênçãos que te marcam os dias e as vitórias íntimas que entesouraste
no campo das próprias experiências e nunca te acomodes com o desespero.
Se ainda não dispões de segurança a fim de sustentar a própria fé, acalma-te,
trabalha, serve, espera e guarda a certeza de que Deus vem vindo...

Fonte: Irmão – Chico Xavier/Espíritos Diversos


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quinta-feira, 6 de junho de 2013

MULTIDÕES

"Tenho compaixão da multidão." - Jesus. (MARCOS, 8:2.)

Os espíritos verdadeiramente educados representam, em todos os tempos, grandes devedores à multidão.
Raros homens, no entanto, compreendem esse imperativo das leis espirituais.
Em geral, o mordomo das possibilidades terrestres, meramente instruído na cultura do mundo, esquiva-se da massa comum, ao invés de ajudá-la.
Explora-lhe as paixões, mantém-lhe a ignorância e costuma roubar-lhe o ensejo de progresso. Traça leis para que ela pague os impostos mais pesados, cria guerras de extermínio, em que deva concorrer com os mais elevados tributos de sangue. O sacerdócio organizado, quase sempre, impõe-lhe sombras, enquanto a filosofia e a ciência lhe oferecem sorrisos escarnecedores.
Em todos os tempos e situações políticas, conta o povo com escassos amigos e adversários em legiões.
Acima de todas as Possibilidades humanas, entretanto, a multidão dispõe do Amigo Divino.
Jesus prossegue trabalhando.
Ele, que passou no Planeta entre pescadores e proletários, aleijados e cegos, velhos cansados e mães aflitas, volta-se para a turba sofredora e alimenta-lhe a esperança, como naquele momento da multiplicação dos pães.
Lembra-te, meu amigo, de que és parte integrante da multidão terrestre.
O Senhor observa o que fazes.
Não roubes o pão da vida; procura multiplicá-lo.


Fonte: Vinha de Luz – Chico Xavier/Emmanuel


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quarta-feira, 5 de junho de 2013

SEGUE-ME TU

“Disse-lhe Jesus: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti? Segue-me tu.” — (JOÃO, capítulo 21, versículo 22.)

Nas comunidades de trabalho cristão, muitas vezes observamos companheiros altamente preocupados com a tarefa conferida a outros irmãos de luta.
É justo examinar, entretanto, como se elevaria o mundo se cada homem cuidasse de sua parte, nos deveres comuns, com perfeição e sinceridade.
Algum de nossos amigos foi convocado para obrigações diferentes?
Confortemo-lo com a legítima compreensão.
As vezes, surge um deles, modificado ao nosso olhar. Há cooperadores que o acusam. Muitos o consideram portador de perigosas tentações.
Movimentam-se comentários e julgamentos à pressa.
Quem penetrará, porém, o campo das causas? Estaríamos na elevada condição daquele que pode analisar um acontecimento, através de todos os ângulos? Talvez o que pareça queda ou defecção pode constituir novas resoluções de Jesus, relativamente à redenção do amigo que parece agora
distante.
O Bom Pastor permanece vigilante. Prometeu que das ovelhas que o Pai lhe confiou nenhuma se perderá.
Convém, desse modo, atendermos com perfeição aos deveres que nos foram deferidos. Cada qual necessita conhecer as obrigações que lhe são próprias.
Nesse padrão de conhecimento e atitude, há sempre muito trabalho nobre a realizar.
Se um irmão parece desviado aos teus olhos mortais, faze o possível por ouvir as palavras de Jesus ao pescador de Cafarnaum: “Que te importa a ti? Segue-me tu.”

Fonte: CAMINHO, VERDADE E VIDA

FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER/EMMANUEL


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Selinho que ganhei da amiga virtual Donetzka do blog: http://magiadedonetzka.blogspot.com.br/
Muita força!

terça-feira, 4 de junho de 2013

EVOLUÇÃO DA ALMA ANIMAL

Como podemos criar um animal doméstico sem que ele perca seus instintos?
            Os animais estão conosco há mais de dez mil anos. Os cães foram os primeiros a se aproximar de nós em uma espécie de troca de favores. Eles nos avisavam da aproximação de inimigos e nós os protegíamos e os alimentávamos. Desde que a civilização avançou, os cães tornaram-se apenas companhia e não ocorreu mais aquele tipo de troca que existia no começo. Estabeleceu-se entre eles e nós um laço de confiança e de certa forma de dependência. Eles ficaram se opções. Ou ficam conosco ou morrem e forme e frio pelas ruas de nossas cidades, porque não são mais animais selvagens e não caçam para viver. Dependem de nós que os tiramos do seu meio natural e agora há muitos que são abandonados. Por causa deste convívio e dessa dependência, perderam muito de seus instintos de sobrevivência. No entanto, já que não poderão novamente se tornar selvagens e voltar às florestas de seus ancestrais, precisamos auxiliá-los a continuar em sua escalada e o controle de parte destes instintos faz parte deste aprendizado. O convívio conosco não foi obra do acaso. Fomos aproximados, uns dos outros, para ajudá-los na evolução. Auxiliá-los a dominar seus instintos. Ser doméstico é contrário a ser selvagem. Se o animal for doméstico não é mais selvagem e, portanto, seus instintos já estarão diminuídos. No entanto, eles não são seres humanos. Não podemos impor a eles um comportamento idêntico ao nosso nem podemos exigir deles algo que está fora de seu alcance, pois isso os confundirá. Trate seu animal como animal, mas sempre o trate com respeito.


Fonte: A Espiritualidade dos Animais – Marcel Benedeti


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segunda-feira, 3 de junho de 2013

IRRESPONSABILIDADE II

     
O homem adulto se caracteriza pelo fato de que ele próprio delimita seu código de conduta moral, já alcançou um certo grau de independência interior e faz seus julgamentos baseado em sua autonomia.
Os amadurecidos atingiram um bom nível de relacionamento consigo mesmos e, consequentemente, com os outros; por isso resolvem facilmente tanto os conflitos internos como os externos. Dessa maneira, assumem as responsabilidades que lhes competem e estão despertos para a realidade.
A fase primordial da vida se inicia na total inconsciência e, a partir de então, o princípio inteligente progride de maneira gradativa e constante rumo a uma cada vez maior consciência de si, isto é, à crescente iluminação de suas faculdades e atividades íntimas. As criaturas começam a notar primeiramente os princípios que lhes parecem vir de fora e, depois, no decorrer de seu progresso espiritual, percebem que tudo se encontra em sua intimidade. Não é o mundo que se transforma; o que acontece é que elas mudam de níveis de consciência, alterando o mundo em si mesmas.
Em virtude disso, o emérito pensador e escritor espírita Léon Denis resumiu e estruturou, de modo coerente e homogêneo, que o psiquismo dorme no mineral, sonha no vegetal, sente no animal, pensa no hominal e, por fim, que ele atinge vasta habilidade intuitiva na fase angelical, dando prosseguimento a seu processo evolutivo pelo universo infinito.
A proposta do despertar das almas é antiqüíssima e é encontrada em diversas passagens do Novo Testamento. O apóstolo Paulo, escrevendo aos Efésios, assim se reporta: “Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos...”
Despertar, entretanto, é condição inadiável para que atinjamos as verdades transcendentes, reavivando em nós a consciência para os objetivos essenciais da eternidade.
Todos os esforços da criatura servem a um único objetivo: torná-la mais consciente, isto é, ampliar o seu próprio modo de ver as  coisas. Não nos esqueçamos, pois, de que a evolução de nossas almas nada cria de novo; o que ela faz é melhorar, progressivamente, nossa visão sobre aquilo que sempre existiu.
Sobre essa questão, os espíritos superiores asseveram, a alteração no rumo dos acontecimentos, provocada pelo homem, pode dar-se “se essa aparente mudança na ordem dos fatos tiver cabimento na sequência da vida que ele escolheu”. Portanto, não poderá haver maturidade de vivencial sem que o indivíduo se conscientize plenamente de seu livre-arbítrio e de que tudo o que sofre, goza, percebe e experimenta nada mais é do que o reflexo de si mesmo.

Do livro: As Dores da Alma – Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed            


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domingo, 2 de junho de 2013

DIVULGANDO

O blog da amiga Donetzka foi removido por algum mal intencionado. Mas ela não se abateu e criou outro blog. Aos amigos que a seguem, seu novo endereço virtual é:
http://magiadedonetzka.blogspot.com.br/



As pessoas que a seguiam, poderão fazê-lo novamente através desse novo blog.


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sábado, 1 de junho de 2013

IRRESPONSABILIDADE I


Nosso modo de pensar atrai nossas experiências, pois pensar é um contínuo ato de escolher. Evitar não pensar é também uma escolha; portanto, somos nós que fabricamos as fibras que confeccionarão a textura da nossa existência.
                Quando selecionamos um determinado comportamento, cujo resultado é possível prever, estamos também escolhendo esse mesmo resultado e, obviamente, devemos aceitar a responsabilidade de tal fato.
                Somos responsáveis pela maneira como nos relacionamos com as pessoas, porque, certamente, ninguém nos obriga a agir desta ou daquela forma, mas, se assim acontecer, é porque nós mesmos cedemos diante da exigência dos outros.
                Considerando que nossas atitudes são como grãos de areia, repetindo-as, com certa regularidade, criaremos pequenos montes. Tudo se inicia com diminutos grãos de areia. Inicialmente, formam uma colina, logo depois, um morro e, com a constante repetição dessas mesmas atitudes, erguem-se enormes montanhas e, finalmente, uma cordilheira.
                Somos responsáveis por tudo o que experimentamos em nós mesmos; enfim, criamos nossa própria realidade.
                Os espíritos sábios afirmam que a mudança de nosso destino somente ocorre quando, realmente, assumimos a responsabilidade por nossa vida, usando de determinação e vontade. Essa transformação, entretanto, não é realizada de um momento para o outro, ou mesmo, não se trata de um simples querer caprichoso; em verdade, é o produto de uma sequência de escolhas ao longo de inumeráveis experiências e acontecimentos.
                O indivíduo que não aceita a responsabilidade por seus atos e, constantemente, cria álibis e recorre a dissimulações, culpando os outros, é denominado imaturo.

Do livro: As Dores da Alma – Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed            


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