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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


quarta-feira, 11 de março de 2015

CASAMENTO E CRESCIMENTO PESSOAL I

                A pessoa, quando reencarna, recebe um enquadramento de vida do que precisa se conscientizar, dada a sua importância na apropriação de sua trajetória evolutiva, sob pena de não conseguir avançar na transposição de barreiras e limites para concretizar seu devir espiritual.
                Ao mergulharmos no corpo, conectamos com uma mãe que exercerá uterinamente uma poderosa influência em nosso psiquismo, seguida de perto pela presença paterna que comporá, com a mãe, a influência parental.
                Na sequência, receberemos a interferência da constelação familiar em que nascemos, dos parentes, da escola, dos amigos, etc.
                Registraremos as repercussões da cultura da cidade, do país e da globalização do planeta.
                É nesse campo de influências que vamos crescendo e estruturando consciente e sobretudo inconscientemente, nosso modo de ser, revelado por comportamentos, sensações físicas, sentimentos, pensamentos e espiritualidade.
                Entretanto, raros são aqueles que se dão conta de que semelhantes legados passam a integrar sua vida automaticamente; e mais raros ainda os que têm clareza da qualidade dessa herança, frequentemente cheia de negatividades a se revelarem por meio de nossas perturbações e conflitos, angústias e infelicidades, vazios e crises existenciais, sintomas e doenças.
                Olhar para dentro de si mesmo, a fim de avaliar como o eu interior se estruturou, bem como seu reflexo externo, suas sombras e suas projeções, seus pontos cegos e suas sombrias exteriorizações, é tarefa que exige de6terminação e paciência, coragem e força de vontade amorosa.
                Só podemos viabilizar esse mergulho, se for mediado por pessoas que nos sirvam de espelho.
                O casamento é uma dessas possibilidades de maior riqueza, por apresentar uma pessoa capaz de nos refletir com muita fidelidade, em razão da convivência estreita e contínua, em regime de intimidade franqueada.
                A (o) esposa (o) será um excelente contraponto de que necessitamos para resgatar a nossa história, a fim de reescrevê-la ao nosso sabor.


Fonte: CASAMENTO: A ARTE DO REENCONTRO – ALBERTO ALMEIDA
imagem: google

2 comentários:

Dilmar Gomes disse...

Amiga Denise, muito bom vir aqui, local onde aprendo sempre.
UM abração.

tesco disse...

Com certeza o casamento é uma oportunidade
para atingir-se mais facilmente a alteridade,
isto é, o reconhecimento do outro como um todo
a ser entendido e respeitado.
No meu caso, deveria servir como treinamento
da paciência e da humildade.
Ai, meu Deus, dê-me forças!
(Risos abafados)
Beijos.