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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


terça-feira, 25 de julho de 2017

A ESPIRITUALIDADE DOS ANIMAIS

            Esse ainda é um tema polêmico no meio espírita porque muitas pessoas não creem ou não querem crer que os animais tenham espírito, possuam alma, que sejam inteligentes, que sofrem, sentem, podem ser compassivos, que são assistidos pela espiritualidade superior, que vivem nas colônias espirituais, que reencarnam, evoluem e que, algum dia, chegarão ao patamar da humanidade.
            No entanto, crendo ou não, aceitando ou não, as verdades nunca deixarão de existir, mesmo à revelia de muitos que não aceitam que já estivemos nas fileiras da animalidade.
            Emmanuel, no livro de mesmo nome, diz:
            “Com o desenvolvimento das ideias espiritualistas, torna-se um estudo obrigatório o problema que implica o drama da evolução anímica.
            Como o objetivo é o estudo dos animais, sinto-me à vontade para declarar que todos nós já nos debatemos no seu acanhado círculo evolutivo.
            Os animais são nossos parentes próximos apesar da teimosia de quantos persistem em não reconhecer”.


Fonte: A ESPIRITUALIDADE DOS ANIMAIS – Marcel Benedeti
imagem: google

segunda-feira, 24 de julho de 2017

CONSIDERAÇÕES FINAIS

                Não podemos mudar o mundo mas podemos mudar a nós mesmos para sermos felizes nele. Não podemos mudar as pessoas, mas podemos perdoá-las quando nos ofenderem e nos perdoarmos quando ofendermos a elas.
                A palavra perdão vem do latim Perdorare: per significa intenso e donare significa dar, doar.
                Doar com intensidade sem olhar a quem, ou seja, o amor na sua maior intensidade. Perdoar, portanto, é um ato de amor a Deus, ao próximo e a nós mesmos.


Do livro: Terapêutica do Perdão – Aloísio Silva
imagem: google

sábado, 15 de julho de 2017

O PERDÃO PARA VIVER COM EQUILÍBRIO

                A pressão e cobrança de maior produção nossa; a decepção com uma pessoa que amamos muito; o medo do desemprego; uma nova crise financeira. São situações que levam ao desequilíbrio emocional.              
                Deepak Chopra, afirma que as conseqüências físicas da perda de um emprego são semelhantes ao resultado de quando somos atropelados por um automóvel.
                O desequilíbrio emocional causado pelo estresse pode levar á perda de apetite, insônia, alteração no batimento cardíaco e, depois de algum tempo, provocar problemas de saúde como ansiedade, depressão, dores na coluna, gastrites, entre outros.
                Para restabelecer o equilíbrio emocional é necessário parar e avaliar a verdadeira importância da situação pela qual estamos passando como um ser humano imortal, filho de Deus que somos. Devemos, também, analisar quantas situações difíceis já conseguimos vencer. Dessa forma, percebemos o quanto é pequeno o problema daquele momento quando comparado ao que nós somos.
                Buda, um dia, observando um lago, viu uma linda jovem tocando harpa. Dessa imagem fez a seguinte reflexão: “A vida é como a corda da harpa, se esticar demais ela se quebra e traz prejuízos, quando folgada ela não dá acorde e traz o tédio, porém, com equilíbrio tocará uma linda música”.
                Algum aspecto da nossa vida estava como a corda da harpa, esticada demais, e quebrou trazendo-nos prejuízos na saúde, no trabalho, na sociedade. Outros aspectos da nossa vida estavam com a corda folgada e por isso estamos sem acorde, ou seja, com tédio. Estamos com desequilíbrio emocional.
                As técnicas de relaxamento, massagem relaxante, acupuntura, ioga, entre outras terapias, nos ajudam a reencontrar o equilíbrio emocional. A religião tem um papel fundamental nesta busca pois o maior dos terapeutas é Jesus Cristo.


Do livro: Terapêutica do Perdão – Aloísio Silva
imagem: google

quinta-feira, 13 de julho de 2017

HOJE SIM


Espírito: EMMANUEL.
Ontem passado.
Amanhã futuro.
Hoje agora.
Ontem promessa.
Amanhã probabilidade.
Hoje ação.
Ontem parecia.
Amanhã quem sabe?
Hoje sem dúvida.
Ontem anseio.
Amanhã mudança.
Hoje oportunidade.
Ontem sementeira.
Amanhã colheita.
Hoje seleção.
Ontem não mais.
Amanhã talvez.
Hoje sim.
Ontem foi.
Amanhã será.
Hoje é.
Ontem experiência adquirida.
Amanhã lutas novas.
Hoje, porém, é a nossa hora de fazer e de construir.


Fonte: Ideal Espírita – Chico Xavier/Espíritos Diversos
imagem: google

terça-feira, 11 de julho de 2017

NO SERVIÇO ASSISTENCIAL

Desista de brandir o açoite da condenação sobre aspectos da vida alheia.
Esqueça o azedume da ingratidão em defesa da própria paz.
Não pretenda refazer radicalmente a experiência do próximo, a pretexto de auxilia-lo.
Remova as condições de vida e os objetos de uso pessoal, capazes de ambientar a humilhação indireta para os outros.
Evite categorizar os menos felizes à conta de sentenciados à fatalidade do sofrimento.
Não espere entendimento e ponderação do estômago vazio de companheiros necessitados.
Aceite de boa mente os pequeninos favores com que alguém procure retribuir-lhe os gestos de fraternidade.
Seja pródigo em atenções para com o amigo em prova maior que a sua, desfazendo aparentes barreiras que possam surgir entre ele e você.
Conserve invariável clima de confiança e alegria ao contato dos companheiros de ideal e trabalho.
Não recuse doar afeto, comunicabilidade e doçura, na certeza de que a violência é inconciliável com a bênção da simpatia.
Sustente pontualidade em seus compromissos e nunca demonstre impaciência ou irritação.
Dispense intermediários nas tarefas mais simples e cumpra o que prometer.
Mantenha uniformidade de gentileza, em qualquer parte, com todas as criaturas.
Recorde que o auxílio desorientado pode tornar-se prejuízo para quem o recebe e acima de tudo, saiba sempre que a assistência fraterna é dever comum, pois aquele que doa ao bem de si, recebe constantemente o bem de todos.


Da Obra “UApostilas da VidaU” -Espírito: André Luiz - Médium: Francisco Cândido Xavier.
imagem: google

segunda-feira, 10 de julho de 2017

FETO ANENCÉFALO OU MICROCEFÁLICO

                Dentro da lógica e da evidência da realidade, não temos dúvidas em concluir que somos espíritos eternos, criados por Deus na simplicidade e na ignorância, tendo como objetivo atingir a perfeição, onde lograremos usufruir da paz e da felicidade que tento almejamos.
                Mas, no contexto dessa linga jornada, que nos conduzirá do estado inferior à angelitude, fazemos uso do livre arbítrio e do e do esforço próprio.
                A Providência Divina, no âmbito da sua sabedoria, fraternidade e justiça, nos aquinhoa com os recursos e mecanismos de que temos necessidade, visando a concretização da nossa proposta de evolução, mas a tarefa de crescer espiritualmente é totalmente nossa.
                Somos absolutamente livres para decidir e escolher caminhos, devendo apenas, dentro da lei de ação e reação e de causa e efeito, colher os reflexos de cada ação praticada. “Do que plantares, colherás”. (Paulo, Gálatas 6:8)
                Em relação ao aborto, esse lamentável e covarde gesto de aniquilar o corpo em formação, de quem não tem como se defender:
                Vislumbremos o sofrimento de um espírito familiar nosso, depois de ter falido na sua existência física, deixando o mundo material pelas nefastas vias do suicídio, mediante o disparo de uma arma de fogo contra a sua cabeça ou mesmo pelo uso infeliz de suas faculdades mentais.
                O ferimento provocado no corpo físico ou no campo mental, por deliberação própria, em momento de aflição e desespero, deixando fortes sequelas em seu corpo espiritual, ao ponto de remetê-lo ao mundo dos desencarnados em grave estado de perturbação e desequilíbrio, somente poderá ser sanado com a volta do espírito, numa nova reencarnação, para reparar na matéria, os danos perpetrados.
                Precisa de um novo corpo, a se formar no ventre de uma mãe que possa entender as suas dores e angústias. Acontece, então, a gravidez e esse espírito ferido, desarrumado, perturbado e sofrido, cheio de esperança na harmonização emocional, psíquica e física, comanda a formação do novo corpo, que tem como modelo o seu períspirito.
                No entanto, o seu períspirito, devido ao suicídio de ontem ou pelo mau uso da inteligência, encontra-se destrambelhado o que determinará a formação de um corpo também destrambelhado, dando origem a u feto anencéfalo ou portador de microcefalia. Nessas condições, quanto mais tempo o espírito ficar ligado à matéria, mais condições tem de reparar os danos perispirituais.
                Assim, mesmo que o feto do anencéfalo ou do portador de microcefalia viva tão somente até o seu nascimento ou quem sabe um pouco mais, terá o espírito reencarnante feito um valiosos trabalho de reequilíbrio mental e emocional.
                Abortá-lo será negar-lhe a possibilidade de recuperação. Isso acontecendo, o espírito ferido vê suas esperanças esvaírem.
                Onde, então, os nossos princípios cristãos?
                Onde o nosso amor e fraternidade por um familiar necessitado?
                Como determinar a morte de um ser amado, cujas mãos suplicantes nos imploram socorro?
                Abortar o feto anencéfalo ou microcefálico em nome do amor, não façamos isso...

Waldenir Cuin

Fonte: Jornal Espiritismo Estudado – abril/2016
imagem: google

sábado, 8 de julho de 2017

O PRIMEIRO

Cap. VII – Item 3
“E qualquer que entre vós quiser ser o primeiro seja vosso servo.” – Jesus.
(Mateus, 20: 27)
Nos variados setores da experiência humana, encontramos as mais diversas criaturas a buscarem posições de destaque e postos de diretiva.
Há pessoas que enveredam pelas sendas do comércio e da indústria, em corrida infrene por se elevarem nas asas frágeis da posse efêmera.
Muitas elegem a tirania risonha no campo social, para se afirmarem poderosas e dominantes.
Outras pontificam através do intelecto, usando a Ciência como apoio da autoridade que avocam para si mesmas.
Temos ainda as inteligências que, em nome da inovação ou da arte, se declaram francamente partidárias da delinquência e do vício, para sossegarem as próprias ânsias de fulguração nas faixas da influência.
Todas caminham subordinadas às mesmas leis, elevando-se hoje, para descer amanhã.
O império econômico, a autoridade terrestre ou o intelectualismo sistemático possibilitam a projeção da criatura no cenário humano, à feição de luz meteórica, riscando, instantaneamente, a imensidade dos céus.
Em piores circunstâncias, aquele que preferiu o brilho infernal do crime, esbarra, em breve tempo, com a dureza de si mesmo, sendo constrangido a reunir os estilhaços da vida, provocados por suas ações lamentáveis, na recomposição do destino próprio.
Grande maioria toma a aparência do comando como sendo a melhor posição, e raros chegam a identificar, no anonimato da posição humilde, o posto de carreira que conduz a alma aos altiplanos da Criação.
Apesar de tudo, porém, a verdade permanece imutável.
A liderança real, no caminho da vida, não tem alicerces em recursos amoedados.
Não se encastela simplesmente em notoriedade de qualquer natureza.
Não depende unicamente de argúcia ou sagacidade.
Nem é fruto da erudição pretensiosa.
A chefia durável pertence aos que se ausentam de si mesmos, buscando os semelhantes para servi-los...
Esquecendo as luzes transitórias da ribalta do mundo...
Renunciando à concretização de sonhos pessoais em favor das realizações coletivas...
Obedecendo aos estímulos e avisos da consciência...
E por amar a todos sem reclamar amor para si, embora na condição de servo de todos, faz-se amado da vida, que nele concentra seus interesses fundamentais.
Emmanuel


Fonte: O Espírito da Verdade         
Francisco Cândido Xavier - Waldo Vieira
imagem: google 

sexta-feira, 7 de julho de 2017

OPINIÕES

“Ai de vós, quando todos os homens de vós disserem bem, porque assim faziam seus pais aos falsos profetas.” — Jesus. (LUCAS 6:26)

Indubitavelmente, muitas pessoas existem de parecer estimável, às quais podemos recorrer nos momentos oportunos, mas que ninguém despreze a opinião da própria consciência, porquanto a voz de Deus, comumente, nos esclarecerá nesse santuário divino.
Rematada loucura é o propósito de contar com a aprovação geral ao nosso esforço.
Quando Jesus pronunciou a sublime exortação desta passagem de Lucas, agiu com absoluto conhecimento das criaturas. Sabia o Mestre que, num plano de contrastes chocantes como a Terra, não será possível agradar a todos simultaneamente.
O homem da verdade será compreendido apenas, em tempo adequado, pelos espíritos que se fizerem verdadeiros. O prudente não receberá aplauso dos imprudentes.
O Mestre, em sua época, não reuniu as simpatias comuns. Se foi amado por criaturas sinceras e simples, sofreu impiedoso ataque dos convencionalistas. Para Maria de Magdala era Ele o Salvador; para Caifás, todavia, era o revolucionário perigoso.
O tempo foi a única força de esclarecimento geral.
Se te encontras em serviço edificante, se tua consciência te aprova, que te importam as opiniões levianas ou insinceras?
Cumpre o teu dever e caminha.
Examina o material dos ignorantes e caluniadores como proveitosa advertência e recorda-te de que não é possível conciliar o dever com a leviandade, nem a verdade com a mentira.

Fonte: CAMINHO, VERDADE E VIDA
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER/EMMANUEL
imagem: google

quinta-feira, 6 de julho de 2017

CONSCIÊNCIA E DEVER II

                O êxito de um empreendimento depende, por certo, do empenho que alguém se aplica para a sua execução. Todavia, o projeto, a programação e o método de trabalho são indispensáveis para o tentame e a realização.
                A ideia, pura e simples, necessita de indumentária para ser expressa e a forma como se apresenta responde pelas conquistas que produz.
                Assim, as palavras enunciadas não podem ser silenciadas, prosseguindo na sua marcha. O que realizam, torna-se patrimônio daquele que as endereçou.
                A consciência lúcida mantém-se vigilante, a fim de não gerar conflitos e sofrimentos para si mesma através dos conceitos infelizes emitidos e das ações perniciosas praticadas.
                Conhecendo os deveres que lhe dizem respeito, amadurece as responsabilidades, porquanto se utiliza das ocasiões propiciatórias para desenvolver mais os potenciais que lhe jazem inatos, ampliando a área de percepção.
                A consciência do dever não é resultado dos arquétipos mitológicos, e sim, das conquistas morais que promovem a criatura, liberando-a dos instintos agressivos, da libido, das paixões asselvajadas.
                Pode-se medir o estágio de evolução do ser pela sua consciência de dever. A ausência dela indica-lhe o primarismo, mesmo que haja realizado conquistas intelectuais, enquanto que a sua manifestação revela todo o processo de armazenamento de valores ético-morais.
                A inteligência reflete os esforços que se exteriorizam pelo cérebro, enquanto a consciência promana dos refolhos do espírito.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

quarta-feira, 5 de julho de 2017

CONSCIÊNCIA E DEVER I

                Em razão dos projetos fantasistas que se propõe, a criatura humana estabelece, normalmente, sua escala de valores prioritários, longe da realidade espiritual. Os impositivos imediatos prevalecem nos seus conteúdos eleitos como aqueles que devem se conquistados, fixando as bases do seu comportamento na busca dessas realizações.
                Embora reconheça a impermanência da vida física e de tudo quanto lhe diz respeito, agarra-se à transitoriedade dos acontecimentos e fenômenos, buscando eternizá-los no tempo que se transfere e nos espaços emocionais que se consomem, em razão das transformações inevitáveis do corpo somático.
                Como consequência, esvai-se na luta constante pela preservação do perecível, assim como no afã de manter-se em novas buscas, esquecendo-se da realização plena, que decorre da sua consciência lúcida constatando a conquista de si mesma.
                Por atavismo, acredita que a preservação da espécie e a necessidade de manter os provimentos necessários para tal fim, constituem os objetivos da existência na Terra. E sem mais amplas reflexões, automaticamente, entrega-se à conquista de coisas e valores amoedados, de projeção social e gozo pessoal. As suas áreas de movimentação emocional são restritas, o que gera, com o tempo e a repetição, as graves neuroses que propelem às fugas espetaculares, aos conflitos, aos sofrimentos mais acerbos.
                O ser humano é aquilo que pensa, que de si mesmo elabora, construindo, mediante o pensamento, a realidade da qual não logra evadir-se. As suas aspirações íntimas, com o tempo, concretizam-se e surpreendem-no, às vezes quando já não as acalenta, pois que há um período para semear e outro que corresponde à colheita.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

terça-feira, 4 de julho de 2017

DINÂMICA DA PALAVRA II

                O incêndio da maledicência necessita da água do silêncio para apagar-se.
                O azorrague da perseguição aguarda a atitude conduta para cessar.
                A agressão devastadora desaparece diante da não-violência tranquila.
                Se te chegam ao conhecimento censuras e invectivas contra tua pessoa, silencia e perdoa.
                Se te alcançam estremunhamentos e acusações injustas, cala e desculpa.
                Se te chocam os golpes da impiedade ou os da gratuita perseguição, prossegue no bem e compreende.
                Não lamentes os que te deixaram à margem ou que se voltam contra ti.
                Se insistes no dever, vão-se aqueles, mas outros virão.
                Sempre que colocado na posição de quem fala, mede os teus conceitos e expende-os carregados de emoções felizes.
                Com a palavra induzirás à paz ou fomentarás a guerra.
                Falando e agindo, Jesus deixou-nos um legado que o tempo não venceu, permanecendo como uma constelação de astros a iluminar a noite de todos os evos, futuro em fora, inapagáveis.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

sábado, 1 de julho de 2017

DINÂMICA DA PALAVRA I

Instado a falar, deixa que os lábios se te enfloreçam de esperança e alegria, com que esparzirás a palavra no rumo dos corações em ansiedade.
Apesar de te encontrares sob a cruz dos testemunhos silenciosos, desvela o teu céu estrelado de fé e clarifica com o verbo gentil as almas que te buscam em sombras e aturdimento.
Embora não te encontres em gozo de saúde ou experimentes as injunções da crueldade alheia que te aflija, entretece considerações sobre o equilíbrio, conclamando ao otimismo.
Nunca exumes temas esquecidos, cadaverizados, trazendo-os ao comentário pessimista, nem agasalhes as sugestões que induzem a apreciações deprimentes.
De forma alguma sustentes conversações acusadoras, repassando lalnces da vida do próximo com azedume ou apodo.
Todo problema alheio merece o nosso respeito.
Coloca a tua expressão verbal a serviço da renovação e do entusiasmo das criaturas que te cercam.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google