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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


segunda-feira, 24 de julho de 2017

CONSIDERAÇÕES FINAIS

                Não podemos mudar o mundo mas podemos mudar a nós mesmos para sermos felizes nele. Não podemos mudar as pessoas, mas podemos perdoá-las quando nos ofenderem e nos perdoarmos quando ofendermos a elas.
                A palavra perdão vem do latim Perdorare: per significa intenso e donare significa dar, doar.
                Doar com intensidade sem olhar a quem, ou seja, o amor na sua maior intensidade. Perdoar, portanto, é um ato de amor a Deus, ao próximo e a nós mesmos.


Do livro: Terapêutica do Perdão – Aloísio Silva
imagem: google

sábado, 15 de julho de 2017

O PERDÃO PARA VIVER COM EQUILÍBRIO

                A pressão e cobrança de maior produção nossa; a decepção com uma pessoa que amamos muito; o medo do desemprego; uma nova crise financeira. São situações que levam ao desequilíbrio emocional.              
                Deepak Chopra, afirma que as conseqüências físicas da perda de um emprego são semelhantes ao resultado de quando somos atropelados por um automóvel.
                O desequilíbrio emocional causado pelo estresse pode levar á perda de apetite, insônia, alteração no batimento cardíaco e, depois de algum tempo, provocar problemas de saúde como ansiedade, depressão, dores na coluna, gastrites, entre outros.
                Para restabelecer o equilíbrio emocional é necessário parar e avaliar a verdadeira importância da situação pela qual estamos passando como um ser humano imortal, filho de Deus que somos. Devemos, também, analisar quantas situações difíceis já conseguimos vencer. Dessa forma, percebemos o quanto é pequeno o problema daquele momento quando comparado ao que nós somos.
                Buda, um dia, observando um lago, viu uma linda jovem tocando harpa. Dessa imagem fez a seguinte reflexão: “A vida é como a corda da harpa, se esticar demais ela se quebra e traz prejuízos, quando folgada ela não dá acorde e traz o tédio, porém, com equilíbrio tocará uma linda música”.
                Algum aspecto da nossa vida estava como a corda da harpa, esticada demais, e quebrou trazendo-nos prejuízos na saúde, no trabalho, na sociedade. Outros aspectos da nossa vida estavam com a corda folgada e por isso estamos sem acorde, ou seja, com tédio. Estamos com desequilíbrio emocional.
                As técnicas de relaxamento, massagem relaxante, acupuntura, ioga, entre outras terapias, nos ajudam a reencontrar o equilíbrio emocional. A religião tem um papel fundamental nesta busca pois o maior dos terapeutas é Jesus Cristo.


Do livro: Terapêutica do Perdão – Aloísio Silva
imagem: google

quinta-feira, 13 de julho de 2017

HOJE SIM


Espírito: EMMANUEL.
Ontem passado.
Amanhã futuro.
Hoje agora.
Ontem promessa.
Amanhã probabilidade.
Hoje ação.
Ontem parecia.
Amanhã quem sabe?
Hoje sem dúvida.
Ontem anseio.
Amanhã mudança.
Hoje oportunidade.
Ontem sementeira.
Amanhã colheita.
Hoje seleção.
Ontem não mais.
Amanhã talvez.
Hoje sim.
Ontem foi.
Amanhã será.
Hoje é.
Ontem experiência adquirida.
Amanhã lutas novas.
Hoje, porém, é a nossa hora de fazer e de construir.


Fonte: Ideal Espírita – Chico Xavier/Espíritos Diversos
imagem: google

terça-feira, 11 de julho de 2017

NO SERVIÇO ASSISTENCIAL

Desista de brandir o açoite da condenação sobre aspectos da vida alheia.
Esqueça o azedume da ingratidão em defesa da própria paz.
Não pretenda refazer radicalmente a experiência do próximo, a pretexto de auxilia-lo.
Remova as condições de vida e os objetos de uso pessoal, capazes de ambientar a humilhação indireta para os outros.
Evite categorizar os menos felizes à conta de sentenciados à fatalidade do sofrimento.
Não espere entendimento e ponderação do estômago vazio de companheiros necessitados.
Aceite de boa mente os pequeninos favores com que alguém procure retribuir-lhe os gestos de fraternidade.
Seja pródigo em atenções para com o amigo em prova maior que a sua, desfazendo aparentes barreiras que possam surgir entre ele e você.
Conserve invariável clima de confiança e alegria ao contato dos companheiros de ideal e trabalho.
Não recuse doar afeto, comunicabilidade e doçura, na certeza de que a violência é inconciliável com a bênção da simpatia.
Sustente pontualidade em seus compromissos e nunca demonstre impaciência ou irritação.
Dispense intermediários nas tarefas mais simples e cumpra o que prometer.
Mantenha uniformidade de gentileza, em qualquer parte, com todas as criaturas.
Recorde que o auxílio desorientado pode tornar-se prejuízo para quem o recebe e acima de tudo, saiba sempre que a assistência fraterna é dever comum, pois aquele que doa ao bem de si, recebe constantemente o bem de todos.


Da Obra “UApostilas da VidaU” -Espírito: André Luiz - Médium: Francisco Cândido Xavier.
imagem: google

segunda-feira, 10 de julho de 2017

FETO ANENCÉFALO OU MICROCEFÁLICO

                Dentro da lógica e da evidência da realidade, não temos dúvidas em concluir que somos espíritos eternos, criados por Deus na simplicidade e na ignorância, tendo como objetivo atingir a perfeição, onde lograremos usufruir da paz e da felicidade que tento almejamos.
                Mas, no contexto dessa linga jornada, que nos conduzirá do estado inferior à angelitude, fazemos uso do livre arbítrio e do e do esforço próprio.
                A Providência Divina, no âmbito da sua sabedoria, fraternidade e justiça, nos aquinhoa com os recursos e mecanismos de que temos necessidade, visando a concretização da nossa proposta de evolução, mas a tarefa de crescer espiritualmente é totalmente nossa.
                Somos absolutamente livres para decidir e escolher caminhos, devendo apenas, dentro da lei de ação e reação e de causa e efeito, colher os reflexos de cada ação praticada. “Do que plantares, colherás”. (Paulo, Gálatas 6:8)
                Em relação ao aborto, esse lamentável e covarde gesto de aniquilar o corpo em formação, de quem não tem como se defender:
                Vislumbremos o sofrimento de um espírito familiar nosso, depois de ter falido na sua existência física, deixando o mundo material pelas nefastas vias do suicídio, mediante o disparo de uma arma de fogo contra a sua cabeça ou mesmo pelo uso infeliz de suas faculdades mentais.
                O ferimento provocado no corpo físico ou no campo mental, por deliberação própria, em momento de aflição e desespero, deixando fortes sequelas em seu corpo espiritual, ao ponto de remetê-lo ao mundo dos desencarnados em grave estado de perturbação e desequilíbrio, somente poderá ser sanado com a volta do espírito, numa nova reencarnação, para reparar na matéria, os danos perpetrados.
                Precisa de um novo corpo, a se formar no ventre de uma mãe que possa entender as suas dores e angústias. Acontece, então, a gravidez e esse espírito ferido, desarrumado, perturbado e sofrido, cheio de esperança na harmonização emocional, psíquica e física, comanda a formação do novo corpo, que tem como modelo o seu períspirito.
                No entanto, o seu períspirito, devido ao suicídio de ontem ou pelo mau uso da inteligência, encontra-se destrambelhado o que determinará a formação de um corpo também destrambelhado, dando origem a u feto anencéfalo ou portador de microcefalia. Nessas condições, quanto mais tempo o espírito ficar ligado à matéria, mais condições tem de reparar os danos perispirituais.
                Assim, mesmo que o feto do anencéfalo ou do portador de microcefalia viva tão somente até o seu nascimento ou quem sabe um pouco mais, terá o espírito reencarnante feito um valiosos trabalho de reequilíbrio mental e emocional.
                Abortá-lo será negar-lhe a possibilidade de recuperação. Isso acontecendo, o espírito ferido vê suas esperanças esvaírem.
                Onde, então, os nossos princípios cristãos?
                Onde o nosso amor e fraternidade por um familiar necessitado?
                Como determinar a morte de um ser amado, cujas mãos suplicantes nos imploram socorro?
                Abortar o feto anencéfalo ou microcefálico em nome do amor, não façamos isso...

Waldenir Cuin

Fonte: Jornal Espiritismo Estudado – abril/2016
imagem: google

sábado, 8 de julho de 2017

O PRIMEIRO

Cap. VII – Item 3
“E qualquer que entre vós quiser ser o primeiro seja vosso servo.” – Jesus.
(Mateus, 20: 27)
Nos variados setores da experiência humana, encontramos as mais diversas criaturas a buscarem posições de destaque e postos de diretiva.
Há pessoas que enveredam pelas sendas do comércio e da indústria, em corrida infrene por se elevarem nas asas frágeis da posse efêmera.
Muitas elegem a tirania risonha no campo social, para se afirmarem poderosas e dominantes.
Outras pontificam através do intelecto, usando a Ciência como apoio da autoridade que avocam para si mesmas.
Temos ainda as inteligências que, em nome da inovação ou da arte, se declaram francamente partidárias da delinquência e do vício, para sossegarem as próprias ânsias de fulguração nas faixas da influência.
Todas caminham subordinadas às mesmas leis, elevando-se hoje, para descer amanhã.
O império econômico, a autoridade terrestre ou o intelectualismo sistemático possibilitam a projeção da criatura no cenário humano, à feição de luz meteórica, riscando, instantaneamente, a imensidade dos céus.
Em piores circunstâncias, aquele que preferiu o brilho infernal do crime, esbarra, em breve tempo, com a dureza de si mesmo, sendo constrangido a reunir os estilhaços da vida, provocados por suas ações lamentáveis, na recomposição do destino próprio.
Grande maioria toma a aparência do comando como sendo a melhor posição, e raros chegam a identificar, no anonimato da posição humilde, o posto de carreira que conduz a alma aos altiplanos da Criação.
Apesar de tudo, porém, a verdade permanece imutável.
A liderança real, no caminho da vida, não tem alicerces em recursos amoedados.
Não se encastela simplesmente em notoriedade de qualquer natureza.
Não depende unicamente de argúcia ou sagacidade.
Nem é fruto da erudição pretensiosa.
A chefia durável pertence aos que se ausentam de si mesmos, buscando os semelhantes para servi-los...
Esquecendo as luzes transitórias da ribalta do mundo...
Renunciando à concretização de sonhos pessoais em favor das realizações coletivas...
Obedecendo aos estímulos e avisos da consciência...
E por amar a todos sem reclamar amor para si, embora na condição de servo de todos, faz-se amado da vida, que nele concentra seus interesses fundamentais.
Emmanuel


Fonte: O Espírito da Verdade         
Francisco Cândido Xavier - Waldo Vieira
imagem: google 

sexta-feira, 7 de julho de 2017

OPINIÕES

“Ai de vós, quando todos os homens de vós disserem bem, porque assim faziam seus pais aos falsos profetas.” — Jesus. (LUCAS 6:26)

Indubitavelmente, muitas pessoas existem de parecer estimável, às quais podemos recorrer nos momentos oportunos, mas que ninguém despreze a opinião da própria consciência, porquanto a voz de Deus, comumente, nos esclarecerá nesse santuário divino.
Rematada loucura é o propósito de contar com a aprovação geral ao nosso esforço.
Quando Jesus pronunciou a sublime exortação desta passagem de Lucas, agiu com absoluto conhecimento das criaturas. Sabia o Mestre que, num plano de contrastes chocantes como a Terra, não será possível agradar a todos simultaneamente.
O homem da verdade será compreendido apenas, em tempo adequado, pelos espíritos que se fizerem verdadeiros. O prudente não receberá aplauso dos imprudentes.
O Mestre, em sua época, não reuniu as simpatias comuns. Se foi amado por criaturas sinceras e simples, sofreu impiedoso ataque dos convencionalistas. Para Maria de Magdala era Ele o Salvador; para Caifás, todavia, era o revolucionário perigoso.
O tempo foi a única força de esclarecimento geral.
Se te encontras em serviço edificante, se tua consciência te aprova, que te importam as opiniões levianas ou insinceras?
Cumpre o teu dever e caminha.
Examina o material dos ignorantes e caluniadores como proveitosa advertência e recorda-te de que não é possível conciliar o dever com a leviandade, nem a verdade com a mentira.

Fonte: CAMINHO, VERDADE E VIDA
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER/EMMANUEL
imagem: google

quinta-feira, 6 de julho de 2017

CONSCIÊNCIA E DEVER II

                O êxito de um empreendimento depende, por certo, do empenho que alguém se aplica para a sua execução. Todavia, o projeto, a programação e o método de trabalho são indispensáveis para o tentame e a realização.
                A ideia, pura e simples, necessita de indumentária para ser expressa e a forma como se apresenta responde pelas conquistas que produz.
                Assim, as palavras enunciadas não podem ser silenciadas, prosseguindo na sua marcha. O que realizam, torna-se patrimônio daquele que as endereçou.
                A consciência lúcida mantém-se vigilante, a fim de não gerar conflitos e sofrimentos para si mesma através dos conceitos infelizes emitidos e das ações perniciosas praticadas.
                Conhecendo os deveres que lhe dizem respeito, amadurece as responsabilidades, porquanto se utiliza das ocasiões propiciatórias para desenvolver mais os potenciais que lhe jazem inatos, ampliando a área de percepção.
                A consciência do dever não é resultado dos arquétipos mitológicos, e sim, das conquistas morais que promovem a criatura, liberando-a dos instintos agressivos, da libido, das paixões asselvajadas.
                Pode-se medir o estágio de evolução do ser pela sua consciência de dever. A ausência dela indica-lhe o primarismo, mesmo que haja realizado conquistas intelectuais, enquanto que a sua manifestação revela todo o processo de armazenamento de valores ético-morais.
                A inteligência reflete os esforços que se exteriorizam pelo cérebro, enquanto a consciência promana dos refolhos do espírito.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

quarta-feira, 5 de julho de 2017

CONSCIÊNCIA E DEVER I

                Em razão dos projetos fantasistas que se propõe, a criatura humana estabelece, normalmente, sua escala de valores prioritários, longe da realidade espiritual. Os impositivos imediatos prevalecem nos seus conteúdos eleitos como aqueles que devem se conquistados, fixando as bases do seu comportamento na busca dessas realizações.
                Embora reconheça a impermanência da vida física e de tudo quanto lhe diz respeito, agarra-se à transitoriedade dos acontecimentos e fenômenos, buscando eternizá-los no tempo que se transfere e nos espaços emocionais que se consomem, em razão das transformações inevitáveis do corpo somático.
                Como consequência, esvai-se na luta constante pela preservação do perecível, assim como no afã de manter-se em novas buscas, esquecendo-se da realização plena, que decorre da sua consciência lúcida constatando a conquista de si mesma.
                Por atavismo, acredita que a preservação da espécie e a necessidade de manter os provimentos necessários para tal fim, constituem os objetivos da existência na Terra. E sem mais amplas reflexões, automaticamente, entrega-se à conquista de coisas e valores amoedados, de projeção social e gozo pessoal. As suas áreas de movimentação emocional são restritas, o que gera, com o tempo e a repetição, as graves neuroses que propelem às fugas espetaculares, aos conflitos, aos sofrimentos mais acerbos.
                O ser humano é aquilo que pensa, que de si mesmo elabora, construindo, mediante o pensamento, a realidade da qual não logra evadir-se. As suas aspirações íntimas, com o tempo, concretizam-se e surpreendem-no, às vezes quando já não as acalenta, pois que há um período para semear e outro que corresponde à colheita.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

terça-feira, 4 de julho de 2017

DINÂMICA DA PALAVRA II

                O incêndio da maledicência necessita da água do silêncio para apagar-se.
                O azorrague da perseguição aguarda a atitude conduta para cessar.
                A agressão devastadora desaparece diante da não-violência tranquila.
                Se te chegam ao conhecimento censuras e invectivas contra tua pessoa, silencia e perdoa.
                Se te alcançam estremunhamentos e acusações injustas, cala e desculpa.
                Se te chocam os golpes da impiedade ou os da gratuita perseguição, prossegue no bem e compreende.
                Não lamentes os que te deixaram à margem ou que se voltam contra ti.
                Se insistes no dever, vão-se aqueles, mas outros virão.
                Sempre que colocado na posição de quem fala, mede os teus conceitos e expende-os carregados de emoções felizes.
                Com a palavra induzirás à paz ou fomentarás a guerra.
                Falando e agindo, Jesus deixou-nos um legado que o tempo não venceu, permanecendo como uma constelação de astros a iluminar a noite de todos os evos, futuro em fora, inapagáveis.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

sábado, 1 de julho de 2017

DINÂMICA DA PALAVRA I

Instado a falar, deixa que os lábios se te enfloreçam de esperança e alegria, com que esparzirás a palavra no rumo dos corações em ansiedade.
Apesar de te encontrares sob a cruz dos testemunhos silenciosos, desvela o teu céu estrelado de fé e clarifica com o verbo gentil as almas que te buscam em sombras e aturdimento.
Embora não te encontres em gozo de saúde ou experimentes as injunções da crueldade alheia que te aflija, entretece considerações sobre o equilíbrio, conclamando ao otimismo.
Nunca exumes temas esquecidos, cadaverizados, trazendo-os ao comentário pessimista, nem agasalhes as sugestões que induzem a apreciações deprimentes.
De forma alguma sustentes conversações acusadoras, repassando lalnces da vida do próximo com azedume ou apodo.
Todo problema alheio merece o nosso respeito.
Coloca a tua expressão verbal a serviço da renovação e do entusiasmo das criaturas que te cercam.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

sexta-feira, 30 de junho de 2017

NINGUÉM MORRE


Não reclames da terra
Os seres que partiram
Olha a planta que volta
Na semente a morrer.
Chora, de vez que o pranto
Purifica a visão.
No entanto, continua
Agindo para o bem.
Lágrima sem revolta
É orvalho da esperança.
A morte é a própria vida
Numa nova edição.


Emmanuel 

quinta-feira, 29 de junho de 2017

SUICÍDIO NO REINO ANIMAL

Pergunta - Há suicídio no mundo animal? Como se explica e quais as consequências? Existe algum lugar equivalente ao vale dos suicidas para os animais?
Resposta - Há suicídio sim, pois alguns animais, pelo seu grau de desenvolvimento intelectual, são capazes de entender situações por que passam. Algumas são bastante deprimentes e passíveis de desenvolver sentimentos de desalento que os levaria a querer eliminar a própria vida para se livrar do sofrimento que os aflige.
            Entretanto, os animais são seres em  aprendizado e por isso não poderiam ser condenados por atitudes como essas, pois eles são como crianças que não sabem ainda o que fazem em relação à vida moral. Nãos se pode condenar uma criança porque ela não agiu como agiria um adulto, pois ainda não aprendeu a ser adulta.
            As consequências para eles, por causa dessa infantilidade evolutiva, não seriam as mesmas consequências que para nós, os humanos.
            Não há umbral ou uma região que tivesse as mesmas características para os animais suicidas, pois, como dissemos, eles são como crianças e não sabem exatamente o que fazem. Em vez de serem condenados por um ato suicida, eles são cuidados com maior carinho para se recuperarem e voltarem à carne para aprenderem a viver com mais vontade e vencerem a tendência depressiva suicida. Ao chegarem ao mundo espiritual, são tratados com muito respeito por entidades elevadas e ocupadas com sua evolução. Os recém-chegados são levados aos locais adequados para se prepararem para a reencarnação. Quando se suicidam, eles não criam aquela psicosfera pesada que os uniria ao umbral dos humanos, ou aos abismos do mundo espiritual.
            Na literatura científica há relatos de animais suicidando-se até mesmo em massa, como ocorreu nos Estados Unidos, quando vários búfalos se atiraram de um despenhadeiro a ponto de se acumularem no fundo do vale em montes de vários metros de altura.


Fonte: A ESPIRITUALIDADE DOS ANIMAIS – Marcel Benedeti
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quarta-feira, 28 de junho de 2017

O PERDÃO NOS INDICA O CAMINHO

                “Eu sou co Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vai ao Pai senão por mim”. Esta frase de Jesus pode parecer arrogante e até injusta. Arrogante porque o Mestre diz “o Caminho” e não um caminho.
                Quando Jesus afirma se “o Caminho”, Ele não estabelece número ou ordem. Se fosse um caminho ou primeiro caminho, haveria outros, porém Ele afirma, categoricamente, “eu sou o Caminho”, portanto, o único.
                Mas Jesus deu prova de humildade ao viver ao lado de pobres, doentes e prostitutas. Isto sim, é prova de que não é arrogante. Essa afirmação pode parecer injusta com aqueles que não conhecem e não conhecerão a mensagem de Jesus.
                Por exemplo, mais de um terço dos habitantes da Terra são budistas e, portanto, não-cristãos. Os indígenas que vivem isolados na Amazônica nunca ouviram falar da Bíblia, muito menos de Jesus. Todos estes não irão a Deus por não conhecerem Jesus?
                Se juntarmos todos os povos cristãos do planeta – católicos, protestantes e espiritistas por exemplo – não somarão um terço dos seis bilhões de seres da Terra, portanto, estaria condenando dois terços do planeta a não encontrarem Deus, ou o Pai, como afirma Jesus.
                Então o que é seguir “o Caminho”? Conhecer é caminhar sobre ele e caminhar é seguir o exemplo de Jesus.
                Quando alguém lhe esbofeteou Ele virou a face, um exemplo de perdão. Quando alguém nos ofende, magoa, virar a face é esquecer. Imaginemos alguém a quem emprestamos dinheiro e não nos pagou. Essa pessoa esquece que não nos pagou e pede novamente dinheiro emprestado. Nós emprestamos mesmo sabendo que corremos o risco de não receber novamente. Isto sim é virar a face.
                Andando sobre as águas, Jesus nos deu exemplo de fé. Quantas vezes teremos tormentas em nossas vidas e que a fé nos será fundamental? Esses são apenas alguns exemplos de seguir o caminho de Jesus.
                Quem consegue trilhar o caminho encontra a verdade. “Conhecereis a verdade e a verdade v os libertará”. Quando seguimos o caminho e conhecemos a verdade nos tornamos livres da escravidão dos bens materiais, dos apegos que nos aprisionam, dos vícios dos quais somos escravos.
                Quem conhece o caminho e a verdade acaba por conhecer também a vida, começa a perceber outros prazeres, como a de uma caminhada à beira mar. Perceber as estrelas nas abóbadas dos céus, olhar o sol nascer, o sol se pôr.
                Conhecer a vida com Jesus é conhecê-la com abundância.
                Quando passarmos por todas essas etapas já chegamos ao Pai porque Deus está dentro de nós. As duas letras centrais de Deus são “eu”, ou seja, Ele está em os quando encontramos a paz.


Do livro: Terapêutica do Perdão – Aloísio Silva
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terça-feira, 27 de junho de 2017

EM VOCÊ

Espírito: ANDRÉ LUIZ.
O homem traz em si mesmo instrumentos indispensáveis à manutenção da própria paz, no esforço de progredir.
Um alto-falante adaptado à garganta.
Duas máquinas cinematográficas incrustadas nos globos oculares.
Dois gravadores de sons encobertos pelas orelhas.
Um pequeno guindaste preso em cada ombro.
Dois suportes locomotores fixados ao tronco.
Tudo isso, afora dezenas de complicados mecanismos que agem, interdependentes, na estrutura da sua máquina orgânica.
O pensamento é a eletricidade que movimenta toda a maquinaria, e um atestado de garantia estipula prazo fixo ao seu funcionamento normal, quando usado com disciplina constante para fins elevados.
Examine a aplicação da máquina pela qual você se manifesta.
Qual ocorre a qualquer construção mecânica, o seu corpo físico pode ser empregado para edificar ou destruir, devendo trabalhar em ritmo uniforme para isentar-se da ferrugem e combater o próprio desgaste.
Em você existem as causas da sua derrota e vibram as forças de seu triunfo.


Fonte: Ideal Espírita – Chico Xavier/Espíritos Diversos
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segunda-feira, 26 de junho de 2017

NA INICIAÇÃO CRISTÃ

ANDRÉ LUIZ
Hoje abismos – amanhã culminâncias.
Hoje treva – amanhã claridade.
Hoje aflição – amanhã lenitivo.
Hoje problemas – amanhã soluções.
Hoje fel – amanhã esquecimento.
Hoje limitação – amanhã superação.
Hoje tristeza – amanhã alegria.
Hoje dor – amanhã consolo.
Hoje exclusivismos – amanhã universalismo.
Hoje egoísmo – amanhã fraternidade.
Hoje concorrência – amanhã colaboração.
Hoje desilusão – amanhã experiência.
Hoje amparar-se – amanhã socorrer aos outros.
Hoje necessidade – amanhã suprimento.
Hoje renúncia – amanhã conquista.
Hoje aprendizado – amanhã realização.
Hoje conflito – amanhã tranquilidade.
Hoje dúvida – amanhã certeza.
Hoje lágrimas – amanhã júbilos.
Hoje indecisão – amanhã firmeza.
Hoje espinhos – amanhã flores.
Hoje erguimento – amanhã ascensão.
Hoje sementeira – amanhã colheita.
Hoje obstáculos – amanhã lições.
Hoje sombras – amanhã luzes.
Hoje pedradas – amanhã exaltação.
Hoje desgosto – amanhã contentamento.
Hoje sarcasmo – amanhã respeito.
Hoje perseguição – amanhã compreensão.
Hoje cruz – amanhã vitória.
Todavia, entre a exigência de Hoje e a resposta de Amanhã, existe uma condição de ordem absoluta que é o trabalho do discípulo, dia por dia, segundo as leis justas do Senhor.


Da Obra “UApostilas da VidaU” -Espírito: André Luiz - Médium: Francisco Cândido Xavier.
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sábado, 24 de junho de 2017

AS FRONTEIRAS MORAIS DO FUTURO II

                O homem, com o seu livre-arbítrio, julga poder tudo. Tem agido com sanha incontrolável ao longo dos séculos, utilizando o orgulho, o egoísmo e a ambição para conseguir o que quer. Nessa cegueira não consegue ver, objetivamente, a relação entre as suas ações e as consequências desastrosas que afetam a sua existência. É indiferente aos manuais de orientação espiritual que a humanidade tem registrado através dos milênios, mostrando que a fraternidade é um bem essencial para a união e a paz na Terra.
                A lei universal de causa e efeito que permeia a vida dos homens se manifesta agora e sempre, em resposta às suas ações. Mas, para muitos, parece não haver uma força descomunal e branda que dirige o mundo. Por habitá-lo e serem livres, os homens pensam que tudo é deles e que por isso não precisam prestar contas. Então dominam, oprimem, dilapidam, perseguem, torturam, matam, provocando desequilíbrio geral.
                Contudo, nestes tempos chegados, a Divina Vontade do Deus único começa a se impor sobre os destinos da rebelde e ingrata população da Terra para que as novas fronteiras que distinguirão os povos do futuro sejam apenas alinhavadas pelo traço moral. O amor ligará os seres, que respeitarão as nuances próprias de indivíduos e coletividades. O preconceito, o culto à pátria, o orgulho de raça, o exclusivismo de crença terão desaparecido. E o derramamento de sangue será o horror que os homens farão questão de esquecer para sempre.
                Para tanto, as ordens divinas já foram expedidas e o tempo é de mudanças inapeláveis, pois o arbítrio desnaturado do homem tem limites controlados pela justiça de Deus.
                O que ocorre hoje na velha Europa, diferente do que já ocorreu em outras épocas e em outros lugares, terá algo a ver com essas reflexões? Ou estas não passam de mera fantasia?

Cláudio Bueno da Silva

Fonte: Jornal Espiritismo Estudado – abril/2016
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sexta-feira, 23 de junho de 2017

AS FRONTEIRAS MORAIS DO FUTURO I

                Alegoricamente, pode estar ocorrendo na Europa atual uma alteração na composição dos elementos que delimitam as fronteiras étnicas do regime afoito e ininterrupto, do Oriente Médio e Norte da África principalmente, abandonam seu solo natal encharcado de sangue e violência, e invadem terras estranhas para se livrarem do medo e da perseguição e continuarem vivas. São refugiados que trazem consigo além da roupa do corpo e alguns pertences, a esperança por dias melhores, se espalhando por terras europeias.
                Num paradoxo, o estado de guerra e ódio, que jamais abandonou o coração do homem, está fazendo misturar à vida e à cultura consolidadas de muitos países europeus, um contingente humano com características gerais bem diferentes. Estarão esses refugiados com suas línguas nativas, cultura, religião, hábitos e costumes contribuindo para o aparecimento dos germes de uma nova ordem social futura? Esse movimento de massas humanas pelo planeta estaria obrigando nações desenvolvidas e ricas, historicamente dominadoras, a exercitarem a humana solidariedade para com os desgraçados? São meras reflexões.
                Nós espíritas sabemos que encarnados e desencarnados formam uma única humanidade. E que, embora os encarnados sejam os protagonistas das ações que fazem avançar ou estagnar o mundo, o plano espiritual superior, amparado pela alta justiça, no que tange ao progresso humano, elabora medidas para efetivar os avanços necessários no tempo certo, e homens, comunidades e povos, sob inspiração, concretizam essas medidas.
                Ainda no campo das reflexões alegóricas, as linhas que demarcam os territórios dos países europeus estariam começando a ser sutilmente apagadas pelos dedos de Jesus, o coordenador do nosso planeta? Creio que Jesus não desistirá, apesar da rebeldia humana, da sua decisão de tocar a alma dos homens, fazendo-os olhar com brandura uns para os outros, enquanto Deus aplica as suas Leis.
                Assim que as fronteiras terrestres, num futuro auspiciosos, deixarem de ser impeditivas para os homens, os espaços aéreos e marítimos hoje controlados pela mira dos mísseis serão também livres e responsavelmente frequentados pela humanidade unida e pacífica, e a Terra será outra e de todos.

Cláudio Bueno da Silva

Fonte: Jornal Espiritismo Estudado – abril/2016
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quinta-feira, 22 de junho de 2017

MOEDA E MOENDA

Cap. XVI – Item 1
Moeda é peça que representa dinheiro.
Moenda é peça que mói alguma coisa.
Moeda é força que valoriza.
Moenda é força que transforma.
Moeda é finança.
Moenda é ação.
Moeda é possibilidade.
Moenda é suor.
Moeda é recurso.
Moenda é utensílio.
A moeda apóia.
A moenda depura.
A moeda abona.
A moenda prepara.
Moeda parada é promessa estanque.
Moenda inerte é instrumento inútil.
Moeda mal dirigida traz sofrimento.
Moenda mal governada gera desastre.
Movimente a moeda nas boas obras e melhorará sua vida.
Acione a moenda no serviço e terá mesa farta.
A moeda é a moenda de seu caminho.
Lance hoje a sua moeda, na moenda do bem, praticando os seus ideais de trabalho e progresso, educação e caridade, e encontrará você amanhã preciosas colheitas de simpatia e cooperação, alegria e luz.
Hilário Silva

Fonte: O Espírito da Verdade         
Francisco Cândido Xavier - Waldo Vieira
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