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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


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terça-feira, 24 de outubro de 2017

BALANÇO E ORÇAMENTO I

                Fim de exercício – momento de avaliação de resultados.
                Ciclo que se encerra – etapa que se inicia.
                Término de atividades – instante de prestação de contas
                Faze uma pausa nas atividades a que te vinculas e também um balanço, para que examines o quadro dos labores encetados.
                Indispensável valorizar a dádiva da vida, observando os efeitos da aplicação dos recursos que passaram pelas tuas mãos no momento em que se conclui um período da existência.
                Considera o patrimônio de que dispões na atualidade e recomeça a planificação do futuro.
                Orçamento à vista é promoção de tarefas a serem executadas.
                Se não lograste transferir para o ministério porvindouro um haver, que te permita mais amplas especulações e atitudes, no mercado do bem, não te detenhas na lamentação inócua. Levanta os recursos mal aplicados mediante empréstimo nos bancos divinos, aplicando-os com sabedoria em relação ao porvir.
                Enquanto vige a vida no corpo, as oportunidades se multiplicam, favoráveis.
                Conveniente não sobrestimares as dádivas do haver que transferes para amanhã, como normal consequência da valiosa utilização dos bens que fruíste.
                Multiplica os investimentos em partidas duplas e confia na especulação do movimento do amor, recebendo a correção monetária em luz, a benefício de mais rápida claridade espiritual nas responsabilidades assumidas.
                A vida é contabilidade sábia, em que o Celeste Doador faculta o enriquecimento dos acionistas humanos nesta sociedade anônima da fraternidade universal.
                Toda aplicação certa ou incorreta resulta em saldo devedor ou credor que se incorporará à  conta corrente da criatura em processo de ajustamento emocional.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

quarta-feira, 19 de abril de 2017

CARMA E CONSCIÊNCIA II

                A consciência não é inteligência no sentido mental, mas a capacidade de estabelecer parâmetros para entender o bem e o mal, optando pelo primeiro e seguindo a diretriz do equilíbrio, das possibilidades latentes, desenvolvendo os recursos atais em favor do seu vir a ser.
                Essas possibilidades que se encontram adormecidas, são a presença de Deus em todos, aguardando o momento de desabrochar e crescer.
                A consciência, nos seus variados níveis, consubstancia a programação das ocorrências futuras através das quais conquista os patamares da evolução.
                Enquanto adormecida, a consciência funciona por automatismos que se ampliam do instinto à conquista da razão. Quando a lucidez faculta o discernimento, mais se favorecem os valores divinos que se manifestam, aumentando a capacidade de amar e servir.
                O carma, que se deriva da conduta consciente, tem a qualidade do nível de percepção que tipifica.
                Amplia, desse modo, os tesouros da tua consciência, e o teu carma se aureolará de luz e paz que te ensejarão plenitude.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

terça-feira, 18 de abril de 2017

CARMA E CONSCIÊNCIA I

                O carma é o efeito das ações praticadas nas diferentes etapas da existência atual como da pregressa.
                Fruto da árvore plantada e cultivada, tem o sabor da espécie que tipifica o vegetal.
                Quando os atos são positivos, os seus resultados caracterizam-se pela excelência da qualidade, favorecendo o ser com momentos felizes, afetividade, lucidez, progresso e novos ensejos de crescimento moral, espiritual, intelectual e humano, promovendo a sociedade na qual se encontra.
                Quando atua com insensatez, vulgaridade, perversão, rebeldia, odiosidade, recolhe padecimentos ultrizes, eu propiciam provas e expiações reparadoras de complexos mecanismos de aflições, que respondem como necessidade iluminativa.
                O carma está sempre em processo de alteração, conforme o comportamento da criatura.
                A desdita que se alonga, o cárcere moral que desarvora, a enfermidade rigorosa que alucina, a limitação que perturba, a solidão que asfixia, o desar que amargura podem alterar-se favoravelmente se aquele que os experimenta resolve mudar a atitudes, aprimorando-as e desdobrando-as em prol do bem geral, no que resulta em bem próprio.
                Não existe nas soberanas Leis da Vida fatalidade para o mal.
                O que ao ser acontece, é resultado do que ele fez de si mesmo e nunca do que Deus lhe faz, como apraz aos pessimistas, aos derrotistas e cômodos afirmar.
                Refaze, pois, a tua vida, a todo momento, para melhor, mediante os teus atos saudáveis.
                Constrói e elabora novos carmas, liberando-te dos penosos que te pesam na economia moral.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis  
imagem: google      

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

ANIMAIS E ENERGIAS

Pergunta - Meus dois gatos foram envenenados. No mundo espiritual, o que acontece com uma pessoa que age assim?
Resposta - Pela Lei da Igualdade, todas as criaturas do universo são iguais perante Deus. Todos os seres tem os mesmos direitos. Alguns dizem que não há importância em matar um animal porque ele não é nada além de um estorvo, mas, na verdade, Deus dá a mesma importância a um grão de areia e ao arcanjo.
          Todos somos parte deste universo. Tudo o que nele existe é para que se mantenha o equilíbrio. Quando este é interrompido, o responsável terá que responder por isso, fazendo o possível para restabelecer o estado anterior.
            Isso acontecerá não como uma cobrança e nem como castigo. Deus não castiga nem cobra, mas deixa que nós mesmos façamos isso, pois o desequilíbrio que criamos se reflete principalmente em nós mesmos e não na vítima de nossa desatenção. Na verdade, quando provocamos algum prejuízo físico ou emocional em algum outro ser, sempre há algum espírito benevolente para auxiliar a vítima, mas nem sempre há algum para auxiliar o algoz.
         Em geral, a vítima sofre por instantes, mas o carrasco acaba sofrendo por tempo mais prolongado. A menos que compreenda que sua atitude causou um desequilíbrio no universo, ao qual ele também faz parte, o reflexo em si persistirá e a dor também.
          Não falamos isso para assustar nem para criar uma situação emocional que desperte algum sentimento de culpa, mas apenas para explicar que nada fica sem uma reparação, pois o universo somente funciona dentro do equilíbrio e, enquanto ele não se restabelecer, a consciência daquele que praticou a crueldade o perturbará como sinal deste desequilíbrio, que, em última instância, somente ele percebe.


Fonte: A ESPIRITUALIDADE DOS ANIMAIS – Marcel Benedeti
imagem: google

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

SUGESTÕES NO CAMINHO

Lamentar‐se por quê?... Aprender sempre, sim.

Cada criatura colherá da vida não só pelo que faz, mas também conforme esteja fazendo aquilo que faz.

Não se engane com falsas apreciações acerca de justiça, porque o tempo é o juiz de todos.

Recorde: tudo recebemos de Deus que nos transforma ou retira isso ou aquilo, segundo as nossas necessidades.

A humildade é um anjo mudo.

Tanto menos você necessite, mais terá.

Amanhã será, sem dúvida, um belo dia, mas para trabalhar e servir, renovar e aprender, hoje é melhor.

Não se iluda com a suposta felicidade daqueles que abandonam os próprios deveres, de vez que transitoriamente buscam fugir de si próprios como quem se embriaga para debalde esquecer.

O tempo é ouro, mas o serviço é luz.

Só existe um mal a temer: aquele que ainda exista em nós.

Não parar na edificação do bem, nem para colher os louros do espetáculo, nem para contar as pedras do caminho.

A tarefa parece fracassar? Siga adiante, trabalhando, que, muita vez é necessário sofrer, a fim de que Deus nos atenda à renovação.


Fonte: Sinal Verde – Chico Xavier/André Luiz
imagem: google

segunda-feira, 13 de julho de 2015

COMO ACABAR COM A VIOLÊNCIA E A CRIMINALIDADE? I

                Com a chegada do período eleitoral, por certo, ouviremos centenas de candidatos apresentarem ou defenderem propostas miraculosas para acabar com a criminalidade e a violência. Construção de mais presídios, redução da maioridade penal, mudanças no Código Penal, aumento do efetivo policial, unificação das policias e por aí afora. Algumas propostas contribuiriam para uma melhoria? Claro, mas longe estão de resolver a situação. O Brasil (e o mundo) precisa mesmo é de uma revolução... Revolução Moral. A verdade mais antiga é: não se muda o mundo, se o homem não muda. É esse momento histórico que coloca a Doutrina Espírita no frontispício da mudança, quando se atesta que Kardec codificou um conjunto de leis e princípios destinado a mostrar à Humanidade que somente seguindo os ensinamentos do Mestre Jesus se poderá alterar o panorama do mundo. É chegada a hora de reconhecer o Consolador, a nova revelação prometida por Jesus. Mais do que nunca, a escalada da violência aponta na direção da urgente reforma espiritual: ou o homem aprende a ser solidário, fraterno, enfim, a amar, ou caminharemos de volta para os mundos infelizes de onde viemos, um dia.
                Hoje, nosso caminhar está pesado, difícil. O orgulho e a cupidez nos aprisionam nos valores terrenos. Precisamos refazer o caminho, pensar no ser espiritual que habita nosso corpo. A doutrina espírita é clara ao afirmar que a evolução moral do homem caminha no sentido do desapego material e isso promove a diminuição da densidade do perispírito. A transformação moral do home, que significa a adoção da ética do amor no coração de cada indivíduo, haverá de tornar o mundo menos material, menos denso. O antigo político e humanista francês Jean Jaurès, antevia a necessidade de mudanças em um de seus livros, quando afirmava “o que me aflige na sociedade presente não são só os sofrimentos materiais que um melhor regime poderá abrandar; são as misérias morais que desenvolvem o estado de luta e uma monstruosa desigualdade, uns são escravos de sua fortuna como outros são escravos da sua pobreza, em cima como embaixo, a ordem social atual faz apenas escravos, pois não são homens livres estes que não tem nem o tempo, nem as forças de viver para as partes mais nobres do seu espírito e da sua alma”. (Ideias Sociais Espíritas, Cleusa Colombo, 1998:93)
                Outro fio condutor da afirmação também está presente nos escritos de Leon Denis, quando este defende que o objetivo do espiritismo é a transformação estrutural da sociedade, a partir da reforma do homem, para que não haja mais classes em conflito a alimentar a competição sistêmica. Ele afirma, sem sofismas, que “para colocar um freio às paixões violentas, às cobiças furiosas, a todos os baixos instintos que entravam o progresso social, não é preciso apelar para a inteligência e a razão, é preciso, sobretudo, falar ao coração do homem, ensiná-lo a reconhecer a finalidade real da vida, seus resultados, suas consequências, suas responsabilidades, suas sanções”. (Socialismo e Espiritismo, Léon Denis, 1982:51) É preciso evangelizar, difundir as verdades espirituais, propagar Jesus. Isso é que mudará o Brasil e o mundo.

(continua)

Orlando Ribeiro

Fonte: Jornal Espiritismo Estudado – setembro/2014
imagem: google

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

TÉCNICAS DA VIDA I

                A vida são dádivas de amor onde e como quer que se expresse.
                Hálito divino, constitui bênção da forma como se manifeste.
                Alegrias e tristezas, felicidade e desdita, saúde e doença, poder e pobreza são experiências por onde transita o espírito no seu processo evolutivo.
                Legatário dos próprios atos, renasce para crescer, recapitulando labores mal sucedidos, aprendendo lições novas, superando-se.
                Erro e acerto, insucesso e triunfo constituem técnicas para a fixação da aprendizagem que o liberta das paixões, acrisolando os valores reais do bem.
                A vida atua em forma circular.                                          
                Tudo quanto se transforma em pensamento e ação se dilata e volve ao ponto de partida.
                Qualquer emissão vibratória segue a linha por onde se projeta e retorna ao fulcro gerador da força que a impulsiona.
                Se pensas bem, isto faz-te bem.
                Se pensas mal, eis que estás mal.
                Imperioso corrigires a tua posição mental, a fim de educares os teus impulsos.
                Mente e ação constituem causa e efeito que se interrelacionam.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

domingo, 9 de novembro de 2014

OBSTÁCULOS

Diante dos obstáculos, fazer o melhor e seguir para frente.

Sempre desapontamos alguém e sempre alguém nos desaponta.

Assim como nem todos podem habitar o mesmo sítio, nem todos conseguem partilhar as mesmas ideias.

Nunca explodir, gritar, irar‐se ou desanimar e sim trabalhar.

Depois de um problema, aguardar outros.

O erro ensina o caminho do acerto e o fracasso mostra o caminho da segurança.

Toda realização é feita pouco a pouco.

Nos dias de catástrofe, nada de cólera ou de acusação contra alguém, e sim a obrigação clara de repormos o comboio do serviço nos trilhos adequados e seguir adiante.

Quem procura o bem, decerto que há de sofrer as arremetidas do mal.

Plantar o bem, através de tudo e de todos, por todos os meios lícitos ao nosso alcance, compreendendo que, se em matéria de colheita Deus pede tempo ao homem, o homem deve entregar o tempo a Deus.


Fonte: Sinal Verde – Chico Xavier/André Luiz
imagem: google

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

A MISERICÓRDIA E A LEI DE CAUSA E EFEITO

           
          Em algumas passagens do evangelho Jesus, explicitamente, faz alusão à misericórdia. O Mestre evidencia claramente a Lei de Causa e Efeito, quando afirma que os misericordiosos alcançarão misericórdia. Anotem a máxima importância que a aplicação da lei de causa e efeito nos nossos atos diários terá em nossa vida espiritual. Se tudo o que fizermos, voltará para nós mesmos, esta é uma das razões mais determinantes para que tenhamos compreensão para com os nossos companheiros mais problemáticos, para com aqueles que nos causam contrariedades, já que nós muitas vezes, necessitamos dessa mesma compreensão. O fardo de Jesus é leve, reflitamos no verdadeiro sentido do perdão: perdoar porque todos também precisaremos ser perdoados.
                Percebamos a profundidade do pensamento de Jesus em resposta ao questionamento do discípulo, quando afirma que se deve perdoar 70 vezes 7 vezes. O Mestre sinaliza que a necessidade do perdão é infinita e que não existe uma quantidade definida para isto. Apenas o nosso estado de limitação e a nossa falta de paciência é que limitam a quantidade de perdão que vamos praticar. Quando anunciou números, Ele apenas apontou que a quantidade de vezes não tem importância alguma, o que realmente tem peso e valor é a qualidade do perdão. O bom perdão é aquele em que há o esquecimento do fato gerador da falha ou, lembrar apenas como aprendizado, sem sentimentos de mágoas ou ódio.
                Depois da Lei de Causa e Efeito, Jesus nos fala da reencarnação, aconselhando a cada um de nós que aproveite esta oportunidade que ora temos na matéria, que prossigamos sem deixar nenhuma mágoa e nem ódios para as vidas futuras. Nosso adversário pode ser transitório ou não, isso depende de nossas atitudes. Se nos mostrarmos benemerentes, mesmo que não tenhamos sido responsáveis pelo problema ocorrido, não teremos inimigos futuros. Conseguir perdoar é o maior demonstrativo de que estamos, finalmente, abolindo o nosso orgulho.
                Em nossa imperfeição, acreditamos que Deus vai gostar mais de nós pela nossa assiduidade ao templo religiosos ou ao centro espírita. Podemos até crer que a doação de cestas básicas aos mais necessitados, também seria nosso passaporte para o Reino. Na realidade, o que o Mestre Jesus nos pede é que nos reconciliemos com o nosso adversário. Quem perdoa, exercita num único ato três virtudes agradáveis à Deus: humildade, paciência e misericórdia. A oferta verdadeira do cristão não são atos materiais ou exteriores, mas a modificação espiritual, com atos de reflexão íntima e em favor do próximo. De que adianta estudar o evangelho e não praticá-lo?
                O Mestre é explicito: que misericórdia é esta nossa quando reparamos mais nos pequenos defeitos dos outros, esquecendo-se que nossas imperfeições são maiores? Com que rapidez vestimos a toga de juízes ou promotores, a severidade com que observamos as faltas alheias é proporcionalmente inversa quanto às desculpas que encontramos para justificar nossas falhas. Jesus, por esta passagem, ainda condena a maledicência e o pensamento maléfico. O Senhor não nos impede de auxiliar e aconselhar os que erram, desde que isso seja feito de maneira cortês, sem segundas intenções e uma atitude voltada para aprendizado. Quando formos alertar um irmão que está no erro, temos que agir com um verdadeiro sentimento de caridade e benevolência, e não com uma superioridade moral que muitas vezes não temos para jamais ter dúvidas de como agir, questionemos os nossos atos diários e vejamos se estamos seguindo a lei máxima de Jesus: Fazei ao próximo aquilo que quereis que o próximo faça a você.


Fonte: Jornal Espiritismo Estudado – março/2013


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