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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

COMPORTAMENTO E CONSCIÊNCIA II

                As investigações aprofundaram as suas sondas nas causas próximas desses comportamentos e encontraram, na raiz deles, o grupo familiar como responsável.
                Com ligeiras variações daqueles que superam os fatores negativos e se ajustam, bem como outros que apesar da sustentação dignificadora derraparam para as áreas de inquietação, o lar responde pela felicidade ou desdita futura da prole, gerando criaturas de bem, assim como servos da perturbação.
                Quem não recebe amor, não sabe dar amor e não o possui para repetir.
                Na infância do corpo, o espírito encarnado plasma na consciência  escala de valores que lhe orientará a existência. Conforme seja tratado criará estímulo naquela direção, retribuindo-o na mesma ordem.
                A autoestima aí se desenvolve, quando orientado ao descobrimento apreciável da vida, das próprias possibilidades, dos valores latentes que lhe cumpre desenvolver. Os desafios tornam-se-lhe convites ao esforço, à luta pelo progresso, à conquista de metas. O insucesso não o aturde nem o desestimula, pois que o conscientiza de como não fazer o que deseja.
                O carinho na infância, o amor e a ternura, ao lado do respeito à criança são fundamentais para uma vida saudável, plenificadora.
                Todos têm necessidade de segurança na jornada carnal de instabilidades e transitoriedades. E os pais, os educadores, os adultos em geral são os modelos para a criança, que os amará, copiando-os ou os detestará, incorporando-os inconscientemente.
                É verdade que cada espírito reencarna no lar de que tem necessidade para evoluir, o que não credencia os genitores ao uso e abuso das arbitrariedades que pratiquem, das quais terão, por sua vez, de dar conta à própria e à Consciência Cósmica.
                O espírito reencarna para progredir, desdobrando e aprimorando as aptidões que lhe dormem na consciência profunda. A educação na infância desempenha um papel de fundamental importância para o seu comportamento durante a existência. Os estímulos ao amor ajudam-no a lapidar as arestas que lhe remanescem do passado, mediante as ações de enobrecimento, de solidariedade, de abnegação, de caridade.
                                                                                                                             
Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

Um comentário:

Dilmar Gomes disse...

Amiga Denise, eis um missão que demanda esforço e sabedoria para se chegar a bom termo. Sempre digo que durante a criação e educação de um filho surge a dúvida pessoal: será que estou fazendo a coisa certa?
Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas uma boa tarde.