- * - * - * - * - * - * - * - * - * - * -

- * - * - * - * - * - * - * - * - * - * -
PODEM NOS TIRAR AS FLORES, MAS NUNCA A PRIMAVERA.

CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

O DESAFIO DA CONVIVÊNCIA COM O QUEIXOSO I

            
               Quando o assunto é queixa nunca envolve apenas uma pessoa, mesmo sendo possível reclamarmos sozinhos. Mas, via de regra, sempre temos alguém a nos ouvir – querendo ou não.
                Desta forma, a convivência com o queixoso é realmente séria, afinal, o vício da lamentação é perigosamente contagioso e, se descuidarmos, logo estamos entregues ao mesmo comportamento que reclamamos.
                Sempre que possível, devemos evitar a companhia dos que escolheram fixar-se naquilo que não está como queremos.
                É verdade, porém, que nem sempre a situação é fácil. Muitas vezes o queixoso está dentro do próprio lar, do trabalho ou comprometido com nossos compromissos e, desta forma, somos forçados a uma convivência nem sempre sadia e em condições de proporcionar a qualidade de vida que buscamos.
                Quando a convivência é inevitável, alguns cuidados devem ser observado para que possamos administrar o que não pode ser resolvido.
                Iniciando por saber que dizer ao queixoso que ele está constantemente lamentando-se nem sempre dá certo pois, nos casos mais graves, ele está tão convencido de sua razão e infortúnio que ouve sem escutar as orientações benéficas dos que tentam conduzi-lo à razão.
                Simplesmente reclamar do queixoso nos colocaria na mesma condição e passaríamos a praticar aquilo que condenamos. O correto é ignorar as reclamações e promover, através da própria postura positivada, uma conduta contrária, de valorização do que temos em relação ao que nos falta, da mesma forma que a única maneira de se combater a escuridão é expondo-a perante a luz. Para se neutralizar as ondas da lamentação temos que produzir uma postura contrária.
                Agindo assim, logo perceberemos que o queixoso começa a constranger-se do próprio comportamento. Não que isso vá resolver o problema mas, auxilia a convivência conduzindo a um clima pacífico.


Do livro: Terapia Antiqueixa – Roosevelt Andolphato Tiago
imagem: www.corpbusiness.com.br


x_3c9af347

Um comentário:

Leonice disse...

Olá querida, boa noite!
Achei muito interessante esse texto! Muita vezes sem menos esperar, estamos ouvindo um queixoso e, ficamos ali sem saber o que dizer, como dizer ou simplesmente ouvir sem dizer nada... Muito bom esse texto!
Carinhoso abraço, fique com Deus.