- * - * - * - * - * - * - * - * - * - * -

- * - * - * - * - * - * - * - * - * - * -
Daisypath - Personal pictureDaisypath Anniversary tickers

CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


sexta-feira, 7 de outubro de 2016

NA CONJUNTURA DIFÍCIL I

                Limitado na paralisia ou algemado à dor, medita na urgente necessidade de reformulação de conceitos sobre a vida e renova-te.
                Amputado emocionalmente pela perda de um ser querido, que se transferiu para a vida espiritual, reflexiona sobre a transitoriedade do corpo somático e aprimora-te, interiormente, com os olhos postos no futuro.
                Ferido nos sentimentos profundos pelo aguilhão dos desafetos que não supunhas existissem considera a oportunidade para fazeres uma avaliação em torno do teu comportamento e exercita a paciência com o perdão das ofensas.
                Tombado na armadilha hábil e rude da ingratidão de qualquer natureza, verifica o teu estado interior e altera a situação deprimente, transferindo-te da amargura para a beneficência geral.
                Amarfanhado pelos golpes da enfermidade, aprofunda a mente nas cogitações em torno das causas dos sofrimentos e dirige os pensamentos no rumo do amor operante.
                Sob a conjuntura da dificuldade financeira, ou do aparente fracasso social, ou da solidão, ou experimentando os cravos fincados de outras dores morais no cerne da alma, procura descobrir que toda e qualquer aflição, é processo de cobrança que chega ao tribunal da consciência, impondo reparação.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

INDULGÊNCIA PERMANENTE


Escasseia, cada vez mais, no 
comportamento humano, a indulgência. 
Relevante para o êxito da criatura em 
si mesma e em relação ao próximo, 
o pragmatismo negativo dos interesses 
imediatos vem, a pouco e pouco, 
desacreditando- a, deixando-a à margem. 
Sem a indulgência no lar, diante das 
atitudes infelizes dos familiares 
ou em referência aos seus equívocos, 
instala-se a malquerença; na oficina de 
atividades comerciais, produz a 
desconfiança; no trato social propicia o 
desconforto moral e responde pelo 
competição destrutiva.. . 
Tentando substituí-la, as criaturas 
imprevidentes colocam nos lábios a 
mordacidade no trato com o semelhante, a 
falsa superioridade, a ofensa frequente, 
a hipocrisia em arremedos de tolerância. 
A indulgência para com as faltas alheias 
é perfeita compreensão da própria fragilidade, 
a refletir-se no erro de outrem, entendendo 
que todos necessitam de oportunidade para 
recuperar-se, e facultando-a sem assumir rígido 
comportamento de censor ou injustificável 
postura de benfeitor. 
A indulgência é um sentimento de humanidade 
que vige em todas as pessoas, aguardando 
desdobramento e vitalidade que somente o 
esforço de cada qual logra realizar. 
É calma e natural, fraterna e gentil, 
brotando como linfa cristalina alcance do 
sedento. 
Generosa, não guarda qualquer ressentimento, 
olvidando as ofensas a benefício do próprio 
agressor. 
A indulgência é um ato de amor que se 
expande e de caridade que se realiza. 
Mede-se a conquista moral de um homem pelo 
grau de indulgência que possui em relação aos 
limites e erros alheios. 
Ninguém que jornadeie, no mundo, sem errar 
e que, por sua vez, não necessite da 
indulgência daqueles a quem magoa ou contra 
os quais se levanta. 
A indulgência pacifica o infrator, auxiliando- 
o a crescer em espírito e abre áreas de 
simpatia naquele que a proporciona. 
Virtude do sentimento, a indulgência revela 
sabedoria da razão 
Agredido pela ignorância do poviléu, ou pela 
astúcia farisaica, ou pela covardia dos amigos, 
ou pela pusilanimidade de Pilatos, Jesus foi 
indulgente para com todos, não obstante jamais 
houvesse recebido ou necessitasse da 
indulgência de quem quer que fosse. 
Lecionando o amor, toda a Sua vida é um 
hino à indulgência e uma oportunidade de 
redenção ao equivocado. 
Sê, pois, tu também, indulgente em relação 
ao teu próximo, quão necessitado te encontras 
da indulgência dos outros assim como da Vida. 
[Joanna de Ângelis] 
[Divaldo Franco] 
[Viver e Amar] 
[Editora LEAL]





quarta-feira, 5 de outubro de 2016

ANIMAIS E ENERGIAS

Pergunta - Sonhar com um animal de estimação já falecido pode significar um reencontro no Mundo espiritual?
Resposta - Quando dormimos, nos desprendemos do corpo físico e temos maior liberdade espiritual. No momento do sono podemos vivenciar, todas as noites, o que acontecerá conosco no momento da desencarnação e todas as manhãs experimentamos o que nos acontecerá na reencarnação, quando reencontramos o nosso corpo físico.
            Em liberdade espiritual, desligados parcialmente do corpo físico, nos encontramos na dimensão espiritual, onde podemos tem a oportunidade de visitar amigos desencarnados ou desdobrados, assim como nós, inclusive amigos animais.
            Por isso, quando sonhamos com um animal que desencarnou, é possível que isto signifique que realmente o encontramos naquela dimensão.
            Algumas vezes, em nossos sonhos, surgem imagens irreais e mirabolantes, que parecem mais com fantasia do que com realidade. Isso pode significar que mesclamos fantasias criadas por nosso cérebro físico, que armazena cenas vivenciadas no mundo físico com outras percebidas pelo espírito na dimensão espiritual.
            Quando retomamos o corpo físico e tentamos interpretar o que nosso espírito percebeu quando esteve em liberdade, o cérebro representa uma barreira física às imagens espirituais.
            Nem sempre o que vimos é bem interpretado por nosso cérebro, quando tentamos passar as informações para o nosso consciente.
            As imagens podem não parecer tão reais, mas, com certeza, fazem parte de um reencontro no Mundo espiritual.


Fonte: A ESPIRITUALIDADE DOS ANIMAIS – Marcel Benedeti
imagem: google

terça-feira, 4 de outubro de 2016

O PERDÃO ÀS PESSOAS ESTRANHAS

                As vibrações que enviamos retorna na mesma velocidade que foram. Se enviarmos ódio, críticas, mágoas, isto se volta contra nós mesmos. Quando nos reunimos para falar mal dos homens de vida pública, artistas ou pessoas conhecidas, uma nuvem de energia escura se faz em torno de nós.
                Esta nuvem contém elementos energéticos negativos, doentes que, com o tempo passam a nos contaminar trazendo inicialmente alteração no humor. Ficamos mais agitados, inquietos, sem ter um local que nos acomode. Se nos avaliarmos, vamos perceber que ficaremos mais agressivos com as pessoas que nos procurarem, o que nos trará prejuízos pois ofenderemos pessoas amadas.
                O lixo mental acumulado durante o diálogo terá sua catarse à noite, com insônia ou constantes pesadelos que nos acordarão durante a madrugada, ou fará com que acordemos com a sensação de cansaço dando a impressão de que não dormimos. Aos poucos isso começará a afetar a nossa saúde física, promovendo o surgimento de estresse e de ansiedade, entre outros.
                Os diálogos acalorados de crítica ás pessoas estranhas serão alternados por momentos de pessimismo ao percebermos que não podemos fazer nada contra aquele a quem criticamos. Tal pessimismo, naturalmente, alterará o funcionamento do nosso organismo biológico provocando a redução da formação dos hormônios necessários à proteção contra doenças.
                 A redução destes hormônios nos deixará sujeitos à depressão que, por conseqüência, nos reduzirá a vontade de viver. Jesus nos convida a viver no mundo sem ser do mundo, ou seja, não nos deixar contaminar pelos escândalos que o mundo nos oferece.
                Perdoemos as pessoas estranhas tendo um olhar mais compassivo e menos condenador, pois sabemos que o nosso teto é de vidro e se estivéssemos no lugar dessas pessoas, talvez, não faríamos diferente.
                A vida merece muito mais de nós do que a fixação do mal alheio. Fixemo-nos no bem e perceberemos o quanto a felicidade nos rodeia.


Do livro: Terapêutica do Perdão – Aloísio Silva
imagem: google

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

AVISE A VOCÊ

Espírito: ANDRÉ LUIZ.
Aprenda a admoestar-se, antes que a vida admoeste a você.
Se o seu problema é alimentar-se excessivamente, exponha na mesa está legenda escrita, diante dos olhos:
- Devo moderar meu apetite.
Se a sua luta decorre da preguiça, dependure este dístico à frente do próprio leito para a reflexão cada manhã:
- Devo trabalhar honestamente.
Se a sua intranquilidade surge da irritação sistemática, coloque este aviso em evidência no lar para observação incessante:
- Devo governar minhas emoções.
Se o seu impedimento irrompe de vícios arraigados, carregue consigo um cartão com esta lembrança breve:
- Devo renovar-me.
Se o seu caso difícil é a inquietação sexual, traga no pensamento este aviso constante:
- Devo controlar meus impulsos.
Se o seu ponto frágil está na palavra irrefletida, espalhe este memorando em torno de seus passos:
- Devo falar caridosamente.
Não acredite em liberdade incondicional. Todo direito está subordinado a determinado dever. Ninguém abusa sem consequências.
Repare os sistemas penalógicos da vida funcionando espontaneamente.
Enfermidades compartilham excessos...
Obsessões cavalgam desequilíbrios...
Cárceres segregam a delinquência...
Reencarnações expiatórias acompanham desatinos...
Corrijamos a nós mesmos, antes que o mundo nos corrija.
Todos sabemos proclamar os méritos do pensamento positivo, entretanto, não há pensamento positivo para o bem sem pensamento reto.
O tempo é aquele orientador incansável que ensina a cada um de nós, hoje, amanhã e sempre que ninguém pode realmente brincar de viver.


Fonte: Ideal Espírita – Chico Xavier/Espíritos Diversos
imagem: google

domingo, 2 de outubro de 2016

VISITAS FRATERNAS

Visita é um ato de fraternidade, do qual não convém abusar com furto de tempo ou comentário inconveniente.

Sempre que possível, a visita será marcada com antecedência, a fim de que não se sacrifique aqueles que a recebem.

A pessoa que visita outra, pelo prazer da amizade ou da cortesia, não necessitará, para isso, de tempo acima de quinze ou vinte minutos, competindo aos anfitriões prolongar esse tempo, insistindo para que o visitante ou visitantes não se retirem.

Entre os que se reencontram, haverá espontaneamente bastante consideração para que não surjam lembranças desagradáveis, de parte a parte.

Nunca abusar do amigo que visita, solicitando‐lhe serviço profissional fora de lugar ou de tempo, como quem organiza emboscada afetiva.

Não se aproveitar dos minutos de gentileza, no trato social, para formular conselhos que não foram pedidos.

Calar impressões de viagens ou dados autobiográficos, sempre que não sejam solicitados pelos circunstantes.

Evitar críticas, quaisquer que sejam.

Silenciar perguntas capazes de constranger os anfitriões.

Nunca deitar olhadelas para os lados, à maneira de quem procura motivos para censura ou maledicência.


Fonte: Sinal Verde – Chico Xavier/André Luiz
imagem: google

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

NINGUÉM PODE VER O REINO DE DEUS, SE NÃO NASCER DE NOVO

                Observamos que durante nossa existência atual, imergidos ainda nas paixões materiais, nossos objetivos imediatos são aqueles que dizem respeito à família, às amizades, às relações sociais, ao trabalho e tantos outros que fazem parte de nossas aspirações existenciais atuais e materiais. Quando tudo concorre ao nosso bem-estar e conquistas isso nos garante satisfação física e emocional momentânea.
                Embora muitos de nós mesmos, possuindo esclarecimento doutrinário, muitas vezes já resolvidos materialmente e tendo garantido conquistas que nos deixam satisfeitos, devido nossa posição na vida atual, encontramo-nos, muitas vezes, mortos, pelo desânimo e incapacidade de realizar algo que não é material e sim moral.
                Quantos de nós ainda estamos mortos, pelo orgulho do perdão não realizado, pelo remorso do tempo perdido, pela preguiça da prática no bem por considerarmos que já estamos com uma vida estabilizada e nada mais precisamos realizar! Quando sabemos que a verdadeira vida não é a material e sim a espiritual, o que remete a prática de ações benéficas e transformações morais que devemos realizar... reconhece-se o verdadeiro espírita pelos esforços que faz para mudar suas más inclinações.
                É imprescindível que mesmo com as dificuldades que temos, os problemas que sempre atormentam a alma, os desânimos que nos acometem, tenhamos coragem para nascer de novo.
                Nascer de novo para o perdão, nascer de novo para vencer nossos vícios, nascer de novo para buscar a mudança íntima que deve ser realizada pouco à pouco, e assim sermos exemplos para aqueles que estão a nossa volta.
                É nesse sentido que abordamos o tema ora estudado, onde observamos que estamos tendo a dádiva da presente reencarnação, para buscarmos nosso progresso e realizarmos ações que nos promovam o progresso espiritual.
                Na pergunta 167 de O Livro dos Espíritos, Kardec pergunta: Qual é o objetivo da reencarnação? Responde o Espírito da Verdade: expiação, aprimoramento progressivo da humanidade, sem isso, onde estaria a justiça?
                Deus que é soberanamente justo e bom dá-nos agora a oportunidade de realizar, aprimorar e corrigir nossas mazelas e buscar o progresso.
                Pois como na frase de Kardec: Nascer, viver, morrer, renascer de novo e progredir continuamente, tal é a lei, temos o devido esclarecimento e a base para que sigamos convictos de nossa posição e missão junto a Doutrina Espírita e nossa transformação moral.
                Assim, sigamos confiantes ante aos obstáculos que surgirão, com a certeza que estamos nascendo de novo a cada amanhecer, para realizar as obras que nos são confiadas.

Juliana P. C. Cuin


Fonte: Jornal Espiritismo Estudado – set/2015
imagem: google