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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


domingo, 13 de julho de 2014

PERDA DE ENTES QUERIDOS I

                “Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos.”
                Nascer e morrer fazem parte de um fenômeno comum e necessário. Tudo nasce, tudo se desenvolve, mas tudo se definha. Sempre há um tempo de partir.
                A morte na Terra é o término de uma existência física, é a passagem do ser infinito para uma nova forma existencial. Ela é um interlúdio, ou seja, um intervalo entre as diversas transformações da vida, a fim de que a renovação e a aprendizagem se estabeleçam nas almas, ao longo da eternidade.
                Morrer não é uma perda fatal, não é um mal, é um essencial processo de harmonização da natureza. Durante quanto tempo lamentaremos o passamento de um ser amado? Dependerá de como estamos preparados para isso, de que modo ocorreu a morte, de como era a nossa história pessoal com ele. No entanto, a perda de um ente querido é universalmente causa de tristezas e de lágrimas, em qualquer rincão do planeta, mas a forma como demonstramos esses nossos sentimentos e emoções está intimamente moldada ao nosso grau evolutivo. O conjunto de conhecimentos adquiridos, ou seja, o acervo cultural, espiritual e intelectual que possuímos, é de fundamental importância em nossa maneira de expressar essa perda.
                Por isso, devemos entender e respeitar as múltiplas reações emocionais manifestadas no luto, pois acontecem de conformidade com as estruturas psicossociais que caracterizam cada indivíduo, levando sempre em conta suas diferentes nacionalidades, crenças e costumes peculiares.


Do livro: As Dores da Alma – Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed
imagem: www.amormariano.com.br

Um comentário:

tesco disse...


Quanto tempo ainda precisaremos para nos aostumarmos?
Tudo é transitório, não há porque nos apegarmos a alguma coisa.
No entanto, ainda exclamamos:
- Como?! Eu??!! inha família???!!!
é, demora um pouquinho.
Beijos.