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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


terça-feira, 5 de outubro de 2010

RESSENTIMENTO III

Terapia Libertadora


O ser, em si mesmo, não é portador de maldade, mas foram as experiências do processo de evolução que despertaram essa face negativa que pode e deve ser corrigida pela aplicação dos recursos do altruísmo, da bondade, da moralidade e da cooperação com as demais criaturas do mundo.

O processo de evolução gera prazeres mesmo no cultivo do mal, no entanto, são transitórios, servindo de medida para comparação com as conquistas do bem e as alegrias dele derivadas com sabor duradouro.

A Psicologia Positiva proporciona a libertação natural do excruciante padecer que ressuma do ressentimento, desde que o paciente predisponha-se à reflexão, à mudança de comportamento mental para a posterior alteração de conduta emocional.

Desvalorizando o que considera ofensivo, logo descobre o prazer de ser livre, de poder amar sem exigir compensação, de conviver sem qualquer estado preconcebido de autodefesa.

Ninguém vive a atacar outrem, exceto quando em desarmonia consigo, o que deixa de merecer consideração em face do distúrbio do agressor.

A mudança de atitude mental e emocional rompe os liames da indução obsessiva, facilitando maior claridade para o raciocínio, então livre dos impulsos dominadores, do algoz.

As ações meritórias, não somente são gratificantes para a emoção, como é compensador de dívidas transatas, de agressões à vida em outras paragens do tempo e do espaço, quando em diferente vilegiatura carnal.

Persistindo o gravame, ei-lo incapaz de recuperar-se, necessitando de urgente socorro psicoterapêutico proporcionado por especialistas, a fim de que não se converta em um processo irreversível.

Em qualquer circunstância o indivíduo deve contribuir com a sua vontade, sem a qual todo o empenho de outra pessoa serão inócuos, quando não mais desagradáveis para o padecente.

Do Livro: CONFLITOS EXISTENCIAIS


Divaldo Pereira Franco/Joanna de Angelis

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