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PODEM NOS TIRAR AS FLORES, MAS NUNCA A PRIMAVERA.

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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A PESSOA - A Consciência, O Comportamento

A consciência
        Jung definiu a consciência como a relação dos con­teúdos psíquicos com o ego, na medida em que essa re­lação é percebida como tal pelo ego.
Para entendê-la, é necessário situá-la além dos limites do sono, do sonho, do delírio, e estabelecê-la como condição de ótima ou lúcida, na qual os episódi­os psicóticos cedem lugar à normalidade, ao discerni­mento, ao equilíbrio gerador de harmonia.
A psicologia tradicional, aferrada ao organicismo ancestral, prefere ignorar os elevados níveis de cons­ciência, nos quais os estados alterados transcenden­tes facultam a visão dilatada da realidade, sem os li­mites do real aceito, do real psicótico, do real em sonho.
As experiências nas diversas áreas de consciên­cia alterada, conseguidas por substâncias psicodéli­cas ou através de meditação profunda, ao invés de revelarem situações patológicas, abrem perspectivas fascinantes para terapias liberadoras e que proporci­onam dilatação do conhecimento e do sentido mais amplo da vida.
A psicologia filosófica do oriente sempre pro­porcionou os estados de plenitude e nirvana, ense­jando a superação dos limites do estágio de nor­malidade, através de transes e da contemplação profunda.
A consciência adquirida — a perfeita identificação do conhecimento e do fazer, do saber e do amar — fa­culta a ampliação das próprias possibilidades para penetrar em dimensões metafísicas, onde outras re­alidades são bases do ser pessoal.

O comportamento
         As atitudes que caracterizam a pessoa resul­tam do convívio social e das aspirações cultivadas, gerando a consciência individual, que responde pela do grupo social, face à aplicação dos valores adquiridos.
Ressaltam, no comportamento, as ambições do desejo, responsáveis pelo grau de libertação emocio­nal, ou presídio, no qual o ser transita pelos vínculos que se permite desenvolver.
A pessoa é, acima de tudo, a sua mente. O que elabora, torna-se; quanto cultiva, experimenta.
A mente algema e libera, necessitando de auste­ras disciplinas para ser comandada, ao invés de ser a dominadora irredutível.
Nesse imperativo, o desejo expressa a qualida­de evolutiva da pessoa, respondendo pela conduta e pelos fatores daí decorrentes.
O comportamento impõe necessidades e as ex­pressa simultaneamente, definindo a pessoa.
Somente o autoconhecimento favorece o compor­tamento com as possibilidades de desenvolvimento pessoal, estruturador profundo do ser imortal.

(continua)

O SER CONSCIENTE - Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis

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Um comentário:

Maria Alice Cerqueira disse...

Querida amiga

Peço desculpas pela minha ausência, mas não é por esquecimento, mas sim por conta de meu novo projeto, o qual me está retirando muito tempo.

Ser esposa, mãe, amiga, dona de casa, e ainda aprendiz de escritora, não é tarefa muito fácil, requer de nós um grande equilíbrio.

Queria muito agradecer por sua presença amiga lá no meu cantinho, presença que me alegra por demais meu coração e minha vida! Muito Obrigada!

Me perdoe por alguma coisa.

Um lindo dia para você.

Abraço amigo

Maria Alice