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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


domingo, 22 de fevereiro de 2015

EUTANÁSIA DE ANIMAIS

P - Um animal que já está cego, surdo e com doença incurável pode ser sacrificado?
R - Mesmo quando uma doença é incurável, não significa que o animal esteja sofrendo e nem que ele não possa conviver com sua deficiência. Conhecemos animais que apresentam estas características que você cita e estão vivendo muito bem depois de se adaptarem a sua nova condição. Quando um sentido é perdido, outros se exacerbam para compensar a perda. Assim, estando cego e surdo, é provável que seu olfato tenha compensado a deficiência dos dois sentidos perdidos. Pelo fato de não terem carma e expiar, não podemos banalizar a eutanásia, pois neste caso não receberá mais o mesmo nome.
         Talvez se chame assassinato, ou como alguns dizem sacrifício. Quando um animal adoece e fica deficiente, não deixou de ser o mesmo animal que lhe fez companhia durante todos os anos anteriores. Quando perdeu a visão, a audição e adquiriu a enfermidade incurável, não deixou de ser aquele animal que você amava pouco tempo antes. Quando o animal se encontra em uma situação como esta, precisará mais ainda daquele carinho dispensado a ele quando estava sadio e precisará mais ainda do seu apoio, pois eles sabem quando nós nos dedicamos a eles e quando os abandonamos. Eles têm certa consciência do que acontece ao seu redor e de como são tratados. Não vamos banalizar o ato da eutanásia, pois eles não têm carma, mas nós temos!


Fonte: A ESPIRITUALIDADE DOS ANIMAIS – Marcel Benedeti
imagem: google

Um comentário:

ღ Magda ღ disse...

Concordo plenamente com o texto. Não temos o direito de ceifar a vida de nenhum ser vivo.
Beijos e uma maravilhosa semana.