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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


sábado, 4 de julho de 2015

ALTRUÍSMO II

                A existência do altruísmo revela-se por diversos sentimentos de grandeza moral, que dão dignidade á vida. Ente esses, a generosidade assume papel de destaque, por ser-lhe a primeira manifestação prática, portanto, a sua forma inicial de exteriorizar-se na ação.
                Costuma-se afirmar que, aquele que não abre a mão, mantém fechado o coração. E com fundamento, porquanto a generosidade tem início no sentimento que ama e deseja ajudar, a fim de concretizar-se na ação que socorre.
                Abrir a mão é o gesto de deixar verter do coração ao mundo exterior o fluxo generoso em forma de doação, a fim de alcançar, no futuro, as grandiosas formas de abnegação. A generosidade, portanto, doa, de início, coisas, objetos e utensílios, roupas e alimentos, agasalhos e teto, para depois brindar sentimentos, aprimorando a arte de servir até poder doar-se.
                Somente quem se exercita na oferta material, predispõe-se às dádivas transcendentes, aquelas que não têm preço, “não enferrujam” nem “os ladrões roubam”.
                A generosidade mais se enriquece quanto mais distribui, mais se multiplica quanto mais divide, pois que tudo aquilo que se oferece possui-se, não obstante, qualquer valor que se retenha passa-se a dever. A felicidade, desse modo, resulta da ação de doar, dos benefícios dela decorrentes.
                O homem generoso irradia simpatia e gera bem-estar onde se encontra.
                Visceral adversária do egoísmo, a generosidade arranca, pela raiz, as tenazes desse responsável pela causalidade dos sofrimentos.

(continua)

Fonte: PLENITUDE         
Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

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