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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


sexta-feira, 10 de julho de 2015

ALTRUÍSMO VII

                Por fim, após a vivência desses variados itens, a sabedoria se instala na mente e no coração do homem, libertando-o da ignorância, apontando-lhe o objetivo real da existência corporal, impulsionando-o para novos tentames, cada vez mais sedutores e agradáveis, brilhando à frente.
                Confunde-se a sabedoria com o conhecimento intelectual, o burilamento da mente, a fixação da cultura que, apesar de valiosos, são uma conquista horizontal.
                Torna-se indispensável que, ao lado dessa importante aquisição, o sentimento lúcido e profundo do amor se torne a grande vertical do processo evolutivo.
                Essa conquista vertical é a responsável pelo discernimento de como agir, facultando os recursos lógicos para tal, ao mesmo tempo dilcificando pelo afeto a aspereza ocasional do processo de execução.
                A sabedoria faz que o amor seja prudente e um sentimento generoso, doador, altruístico, evitando que se entorpeça com as manifestações do pieguismo, que disfarça os esquemas do ego enfermo. Simultaneamente, proporciona ao intelecto a serena percepção de que à razão se deve unir o sentimento humano, sereno e afável, responsável pelo arrastamento das pessoas.
                O sábio reconhece a área extensa que tem diante dele para ser conquistada, e vive mais do que fala, ensina mais pelo exemplo do que pelas palavras.
                Quando são desenvolvidos os passos que contribuem para o altruísmo e se adquire sabedoria, ilumina-se o espírito, e a vida ganha sentido, superando-se os limites de tempo e espaço, face à grande meta que se deve conquistar.
                Os sofrimentos cedem, então, lugar à paz. Porque desaparecem os fatores cármicos, vencidos pelas novas ações libertadoras, e, porque ao sejam geradas causas atuais negativas, o futuro não se desenha sombrio nem ameaçador. Assim, o altruísmo viceja na mente e no coração, não sendo mais o homem quem vive e sim o Cristo que nele passa a viver, conforme acentuou Paulo e o sentiram outros mártires, heróis e sábios de todos os tempos, que se entregaram ao altruísmo em favor da humanidade.

Fonte: PLENITUDE         
Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

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