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PODEM NOS TIRAR AS FLORES, MAS NUNCA A PRIMAVERA.

CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


domingo, 1 de dezembro de 2013

DOR IV

Dor Auxílio
                A reencarnação é um desafio expressivo enfrentado com certa preocupação pelos espíritos medianamante evoluídos. No que pese as boas intenções, às   vezes, tais sujeitos, quando encarnados, se deixam empolgar pelos atrativos mundanos e, invigilantemente, sofrem desvios dos planos previamente traçados no Mundo Maior, não suportando as provações retificadoras ou assumindo atitudes infelizes passíveis de precipitarem o fracasso da experiência terrena. Todavia, deixamos do outro lado da vida, aqueles espíritos bondosos que nos são caros e interessados em nossa proteção. Por isso, diante da ameaça de tropeços lamentáveis, em certas ocasiões, somos beneficiados pelo amparo de exceção, ou seja, providências aparentemente drásticas, mas cabíveis nos esquemas traçados pelos benfeitores desencarnados em nosso próprio benefício. O enfarte, a trombose, a hemiplegia, o câncer penosamente suportado, a senilidade prematura e outras calamidades da vida orgânica constituem, por vezes, dores auxílio, para q eu a alma se recupere de certos enganos em que haja incorrido na existência do corpo denso, habilitando-se através de longas reflexões e benéficas disciplinas, para o ingresso respeitável na vida espiritual. Em quantas ocasiões, quando comprometidos pela enfermidade grave ou prolongada, nos sentimos infelizes e desamparados por Deus. Pois bem, é justamente em tais circunstâncias que devemos buscar a serenidade mental e agradecermos à Providência pela doença oportuna que nos impediu a tomada de uma atitude insana. Nada acontece sem uma razão plausível, mesmo que, em nossa miséria, não entendamos os significado real da ocorrência. Em verdade, nem sempre interpretamos corretamente o empenho dos bons espíritos em nosso favor.
                Qualquer contingência dolorosa merece de nossa parte uma atenção especial. De acordo com a lei de causa e efeito sempre colhemos o fruto saudável ou não da semeadura escolhida. O sofrimento resulta do mal, assim como a felicidade, do bem praticado. Não olvidemos, entretanto, as várias iniciativas alicerçadas no bom senso a serem mobilizadas na vigência da dor. São resoluções passiveis de minorar as crises temporárias pelas quais transitamos. A prece habitual, o comportamento retificador, o descortino mental e o bem que se pode patrocinar ao próximo, retratam as atitudes inteligentes daqueles que almejam o bom aproveitamento da reencarnação bendita.


Fonte: Jornal Espiritismo Estudado – março/2013


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2 comentários:

tesco disse...

Com todos esses aspectos benéficos da dor sobre nós, relatados pelo Ronaldo, em vez de nos maldizermos, como fazia Jó, devemos gritar:
"Dói, aleluia! Deus me ouve!"
Ainda bem que sinto uma dorzinha. Rerrerré!
Beijos.

Misturação - Ana Karla disse...

Oi Denise, estou frequentando uma casa espírita e desde então esclareço muitas dúvidas assim como consigo entender.
Um xero grande.