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PODEM NOS TIRAR AS FLORES, MAS NUNCA A PRIMAVERA.

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domingo, 23 de outubro de 2016

EM SERENIDADE II

                A serenidade não é inquietação exterior, indiferença, mas plenitude da ação destituída de ansiedade ou de receio, de pressa ou de insegurança.
                Os mártires conheceram a serenidade que o ideal lhes deu, em todas as áreas nas quais pugnaram e, por isso mesmo, não foram atingidos pela impiedade, nem pela perseguição dos maus.
                A serenidade provém, igualmente, da certeza, da confiança no que se sabe e se faz, e se é. Âncora de segurança, finca-se no solo e sustenta a barca da existência, dando-lhe tempo para preparar-se e seguir adiante.
                Age sempre conforme a consciência lúcida, a fim de não caíres em conflito, perdendo a serenidade.
                Estuda-te e ama-te, elegendo o melhor, o duradouro para os teus dias, e nunca recuarás. No entanto, se errares, se te comprometeres, se te arrependeres, antes que te perturbe a culpa, recompõe-te, refaze o equívoco, recupera-te e reconquista a serenidade. Sem ela, experimentarás sofrimentos que poderias evitar, e te impedem o avanço.
                Serenidade é vida.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google       

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