- * - * - * - * - * - * - * - * - * - * -

- * - * - * - * - * - * - * - * - * - * -

CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

CORAGEM III

Aplicação da Coragem

            Muitos pacientes demonstram coragem diante de doenças devastadoras, enquanto outros deixam-se arrastar por desesperação incontrolável. Merecem, no entanto, as duas atitudes algumas considerações.
            No primeiro caso, a pessoa pode ser constituída de grande resistência orgânica, de menor sensibilidade, que dificultam a manifestação das dores acerbas. No segundo caso, conflitos emocionais que desestruturam o comportamento, abrem espaço para que os fenômenos aflitivos, dores e padecimentos, assumam uma gravidade que, em realidade, não existe. O próprio desconserto emocional contribui para a exacerbação da sensibilidade, transformando-se em aflição desmedida.
            O equilíbrio moral faculta a coragem ou retira-a durante a injunção aflitiva.
            Na fase das ocorrências morais, aquelas que ferem os sentimentos que geram perturbação no raciocínio e ameaçam o equilíbrio mental é que a coragem faz-se testada.
            Torna-se constituída pelos elementos da autoconsciência, da compreensão do seu significado existencial e do raciocínio lógico para a diluição do gravame, diminuindo-lhe o significado.
            Aceitar o insucesso como uma experiência necessária para assegurar futura vitória, faculta e estimula a coragem para novos tentames.
            A consideração em torno da fragilidade pessoal, tendo em vista a vigilância, dispõe a um comportamento linear e estável de harmonia diante de infortúnios ou de alegrias no transcurso da existência.
            Assumir a identidade pessoal, evitando a conduta-espelho que reflete os outros em detrimento de si mesmo, propicia coragem para prosseguir de ânimo forte.
            Confunde-se coragem com intemperança, agressividade, intempestividade que são, não poucas vezes, reações do medo expresso ou escamoteado.
            A coragem é terapêutica, porque estimula ao trabalho, à realização de obras dignificadoras, mesmo quando as circunstâncias se fazem desfavoráveis.
            Recursos psicoterapêuticos  devem ser buscados, a fim de propiciar a coragem, o valor moral para auto-avaliação sem pieguismo e transformação interior para melhor, sem pressa.

Do livro: CONFLITOS EXISTENCIAIS

Divaldo Pereira Franco/Joanna de Angelis

3 comentários:

Marlene disse...

ADORO MENSGENS DO DIVALDO,ESTA QUE NOS FALA,DA CORAGEM É MUITO SIGNIFICATIVA,É NESCESSARIO TER-SE CORAGEM PARA ENFRENTAR OS DESFIOS QUE A VIDA NOS IMPÕE,AS ENFERMIDADES DO CORPO E DO ESPIRITO,SEM DESANIMO,SEM LAMENTAÇÕES COM FÉ COM ESPERANÇA,
NA MISERICÓRDIA DIVINA,
ATENCIOSAMENTE MARLENE

" ESSÊNCIA ESTELAR MAYA " disse...

Denise querida,

Depois de um tempinho com a familia, estou de volta!!!

Linda mensagem.
Eu "particularmente" acredito que a coragem é uma Energia que está conosco quando acreditamos nas Leis do Universo.
Porque para tudo existe uma Lei, ou estamos indo á favor dela ou contra ela.
Quando estamos a favor tudo flui naturalmente, somos Luz e temos Deus ao nosso lado, e nos tornamos confiantes.
Mas quando estamos contra, tudo se bloqueia e o medo prevalece.
E esta Lei existe para tudo, "principalmente" para nossas atitudes e pensamentos.

Tem selinhos lá no blog para você querida, fique á vontade para aceitá-los, é de coração!

Um grande beijo em sua ALMA!!!

Juci Barros disse...

Muito bom. Fiquei com vontade de ler o livro.

Beijos.