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PODEM NOS TIRAR AS FLORES, MAS NUNCA A PRIMAVERA.

CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


sexta-feira, 1 de março de 2013

O ADOLESCENTE E O PERIGO DA AIDS I


A adolescência é a formosa fase da existência física, na qual o sonho e a fantasia dão-se as mãos, na busca do fantástico e do deslumbramento. Rica de inexperiências, o seu é o campo da pesquisa, da vivência e mediante esses
comportamentos o jovem adquire maturidade, descobre o mundo e aprende a discernir entre aquilo que deve ou não fazer. Cada erro ensina-lhe a corrigir-se e a adquirir capacidade para o futuro acerto, desde que se encontre forrado de ideais de legítimo interesse pela aprendizagem. Os seus parâmetros renovam-se com muita freqüência, porque a ilusão de um momento se transforma em realidade noutro, assim impulsionando-o a novas tentativas.
Descobrindo a própria sexualidade e a do seu próximo, a curiosidade povoa-lhe o universo da mente e os desejos espocam no corpo em forma de ansiedade, às vezes mal contida.
Não tendo uma formação ética bem consolidada, é direcionado para a iniciação vulgar, relâmpago, destituída de compromisso, correndo o risco de contaminar-se de inúmeras enfermidades, particularmente a sífilis com todo o seu séquito de sequelas e a AIDS.
Evitando os mecanismos preventivos de contágio, ou porque a ocorrência se apresenta precipitadamente, ou em circunstâncias imprevistas, torna-se mais vulnerável aos riscos das doenças infecto-contagiosas, dentre as quais se destaca a ora denominada peste branca.
Outrossim, atraído ao consumo de drogas injetáveis, entre tormentos e ansiedades volumosas, participa das sessões coletivas, utilizando-se de agulhas usadas, que se fazem portadoras do vírus e torna-se, sem o perceber, soropositivo, abrindo campo para a degenerescência orgânica futura.
Somente a educação dos hábitos sexuais, através da disciplina bem direcionada, e a total abstinência de uso de drogas de qualquer natureza, especialmente as injetáveis, podem assegurar ao indivíduo em geral e ao adolescente em particular permanecerem imunes à AIDS.
Certamente existem os casos das transfusões de sangue contaminado, que a negligência das autoridades sanitárias e médicas podem e devem evitar, no entanto a ocorrência de casos é bem menor do que naqueles acima referidos.
Mesmo quando se recomenda o uso de preservativos para os relacionamentos sexuais seguros, merece seja considerado que o vírus da AIDS é menor que o poro do látex, que é a matéria prima essencial para a confecção dos mecanismos preventivos. Tem havido muitos casos, nos quais o espermatozóide atravessa o látex protetor e realiza a fecundação feminina, isto porque o mesmo mede cerca de três mícrons, tamanho menor do que os poros do preservativo. Considerando-se que o vírus da AIDS é dez vezes menor do que o espermatozóide, portanto, medindo aproximadamente 0,1 mícron, as possibilidades de atravessarem os poros do látex são incontáveis.
As pessoas gostam muito de vivenciar regimes de exceção e é muito comum asseverarem que determinadas ocorrências negativas não lhes acontecem, como se a sua leviandade as imunizasse contra as conseqüências desastrosas da insensatez.

ADOLESCÊNCIA E VIDA                                       
DIVALDO PEREIRA FRANCO/JOANNA DI ÂNGELIS      

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Um comentário:

Donetzka Cercck Lavrak Alvarez disse...

ÓTIMO POST DE ALERTA PARA OS JOVENS,DENISE.


Vote em mim no blog do Thiago.

Estou participando da Gincana sobre a mulher!

Veja meu último post,ok?


Bjs

Donetzka