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PODEM NOS TIRAR AS FLORES, MAS NUNCA A PRIMAVERA.

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sábado, 2 de março de 2013

O ADOLESCENTE E O PERIGO DA AIDS II


Da mesma forma pensam, muitos adolescentes, que se entregam a riscos desnecessários, confiando na boa fortuna ou na fada madrinha, que os iriam proteger mesmo sem qualquer merecimento da parte deles.
Qualquer fator degenerativo, que decorra de contaminação microbiana ou virótica, atinge todas as criaturas humanas, não havendo pessoas imunes à ocorrência.
Os cientistas detectaram pouquíssimos indivíduos que se não contaminaram com o vírus HIV, não obstante os relacionamentos promíscuos que se têm permitido na área do sexo, e os estudam, procurando respostas para o fato, cujas razões devem encontrar-se na estrutura orgânica através de resistências específicas. Da raridade do acontecimento à generalização, medeia, no entanto, uma distância infinita, que não pode ser ignorada.
Quando o indivíduo se permite licenças morais, não apenas as suas defesas orgânicas entram em desequilíbrio, mas também aquelas que procedem do Espírito através do psiquismo, fonte geradora da vida. O hábito doentio da permissividade produz enzimas psíquicas que agridem o sistema imunológico e desarticulam as defesas do corpo. Ademais, fazemos parte do grupo de estudiosos que acreditam possuírem, as células, um tipo de consciência embrionária individual, que merece respeito, mediante cujo intercâmbio se obtém a de natureza global, aquela que é expressa pelas experiências do ser espiritual.
Assim sendo, toda vez que a mente desavisada ou viciosa planeja atividades perturbadoras e vulgares, agride a consciência de equilíbrio com diversas células, que passam a funcionar irregularmente, dando início ao campo receptivo para as infecções, as contaminações. Esse acontecimento poderia ser então considerado da seguinte forma: não são os microorganismos destrutivos que produzem as doenças no ser humano, mas o psiquismo em deterioramento, que abre campo vibratório para que os invasores se instalem e desenvolvam os processos de enfermidades.
A partir do momento em que se reconsiderem atitudes e linhas de pensamentos, contribui-se definitivamente para a mudança de campo propiciatório à recomposição da saúde, ao tempo em que as substâncias medicamentosas produzirão os efeitos desejados por melhor receptividade celular.
A mente e o comportamento estão associados aos complexos mecanismos da saúde e da doença, contribuindo de forma eficaz para a instalação de uma ou de outra.
No caso do adolescente, em razão da sua imaturidade e da falta de reflexão mental no cotidiano, o problema das infecções é muito mais perturbador, porquanto, ao detectar qualquer processo em instalação, o medo o assalta, passando a contribuir psiquicamente para a sua ampliação.
Uma conduta saudável, que resulta de pensamentos edificantes e equilibrados, constitui o melhor caminho para uma existência juvenil feliz, sem os riscos dos desequilíbrios emocionais nem das enfermidades degenerativas, particularmente da AIDS, cuja cura ainda se encontra algo distante de ser conseguida, embora as notícias auspiciosas que aparecem a cada momento.
Vida, portanto, saudável, em qualquer período da existência, particularmente na adolescência, é a receita para a felicidade.

ADOLESCÊNCIA E VIDA                                       
DIVALDO PEREIRA FRANCO/JOANNA DI ÂNGELIS       


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