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PODEM NOS TIRAR AS FLORES, MAS NUNCA A PRIMAVERA.

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

ABORTO II

                Por mais se busquem argumentos, em vãs tentativas para justificar-se o aborto, todos eles não escondem os estados mórbidos da personalidade humana, a revolta, a vingança, o campo aberto para as licenças morais, sem qualquer compromisso ou responsabilidade.
                O absurdo e a loucura chegam, neste momento a clamorosas decisões de interromper a vida do feto, somente porque os pais preferem que o filho seja portador de outra e não da sexualidade que exames sofisticados conseguem identificar em breve período de gestação, entre os povos super-civilizados do planeta...
                Não há qualquer dúvida, quanto aos direitos da mulher sobre o seu corpo, mas, não quanto à vida que vige na intimidade da sua estrutura orgânica.
                Afinal, o corpo a ninguém pertence, ou melhor nada pertence a quem quer que seja, senão à vida.
                Os movimentos em favor da liberação do aborto, sob a alegação de que o mesmo é feito clandestinamente, resultam em legalizar-se um crime para que outro equivalente não tenha curso.
                Diz-se que, na clandestinidade, o óbito das gestantes que tombam, por imprudência, em mãos incapazes e criminosas, é muito grande, e quando tal não ocorre, as consequências da técnica são dolorosas, gerando sequelas, ou dando origem a processos de enfermidades de longo curso.
                A providência seria, portanto, a do esclarecimentos, da orientação e não do infanticídio covarde, interrompendo a vida em começo de alguém que não foi consultado quanto à gravidade do tentame e ao seu destino.
                Ocorre, porém, na maioria dos casos de aborto, que a expulsão do corpo em formação, de forma nenhuma interrompe as ligações espírito-a-espírito, entre a futura mãe e o porvindouro filho.
                Sem entender a ocorrência, ou percebendo-a, em desespero, o ser espiritual agarra-se às matrizes orgânicas e, à força da persistência psíquica, sob frustração do insucesso termina por lesar a aparelhagem genital da mulher, dando gênese a doenças de etiologia mui complicada, favorecendo os múltiplos processos cancerígenos.
                Outrossim em estado de desespero, por sentir-se impedido de completar o ciclo da vida, o espírito estabelece processos de obsessão que se complicam, culminando por alienar-se a mulher de consciência culpada, formando quadros depressivos e outros, em que a loucura e o suicídio tornam-se portas de libertação mentirosa.
                Ninguém tem o direito de interromper uma vida humana em formação.
                Diante da terapia para salvar a vida da mãe, é aceitável a interrupção do processo da vida fetal, em se considerando a possibilidade de nova gestação ou o dever para com a vida já estabelecida, face à dúvida ante a vida em formação...
                Quando qualquer crime seja tornado um comportamento legal, jamais se enquadrará nos processos morais das Leis Soberanas que sustentam o universo em nome de Deus.
                Diante do aborto em delineamento, procura pensar em termos de amor e o amor te dirá qual a melhor atitude a tomar em relação ao filhinho em formação, conforme os teus genitores fizeram contigo, permitindo-te renascer.
                    

Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

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