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terça-feira, 24 de maio de 2016

CASAMENTO: TRÊS MODELOS IV

                Não obstante exista a predominância de um formato na dinâmica da relação, é igualmente verdadeiro que esses três padrões não se estabelecem de forma estanque e rígida nas relações amorosas. Isto por carrearem matizes revelando a sua mistura no dia a dia, dependendo do contexto em que a interação acontece.
                De idêntico modo, é possível perceber a evolução de um tipo de encaixe relacional para outro, dependendo da forma como o casal se empenha para o crescimento da vida afetiva conjugal, bem como da cota de amor investida na convivência.
                Para que essa evolução se dê, faz-se necessário um reconhecimento da parte de ambos, da qual modelo dentre os três apresentados está norteando a relação. Somente assim, num exame mais detido de como a relação vem se estabelecendo e da cota que cada um oferece para isso, com suas dificuldades e virtudes, é que pode haver crescimento e superação.
                Na relação a dois nos revelamos como somos, e é necessário um exame permanente para que se tenha a clareza de como cada um contribui para que a relação seja menos ou mais satisfatória. O diálogo profundo, o revelar-se um ao outro, com sua características próprias e o desejo de mudança são ingredientes indispensáveis para que a relação ganhe em saúde e torne-se duradoura.
Se amar o próximo é a recomendação inolvidável do Mestre, é justo que se reconheça que o próximo mais perto é o que dorme ao nosso lado, na mesma cama.


Fonte: CASAMENTO: A ARTE DO REENCONTRO – ALBERTO ALMEIDA
imagem: google

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