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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


terça-feira, 14 de maio de 2013

IRRESPONSABILIDADE I


Os acontecimentos exteriores de nossa vida são o resultado direto de nossas atitudes internas. A princípio, podemos relutar para assimilar e entender esse conceito, porque é melhor continuarmos a acreditar que somos vítimas indefesas de forças que não estão sob o nosso controle. Efetivamente, somos nós mesmos que fazemos os nossos caminhos e depois os denominamos de fatalidade.
                Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme ao sentido que se dá a este vocábulo? São pré-determinados? E, neste caso, que vem a ser do livre-arbítrio?, pergunta Kardec aos Semeadores da Nova Revelação. E eles respondem: “A fatalidade existe unicamente pela escolha que o espírito fez, ao encarnar. Escolhendo-a, instituiu para si uma espécie de destino.
                É inevitável para todos nós o fato de que vivemos, invariavelmente, escolhendo. A condição primordial do livre-arbítrio é a escolha e, para que possamos viver, torna-se indispensável escolher sempre. Nossa existência se faz através de um processo interminável de escolhas sucessivas.
                Eis aqui um fato incontestável da vida: o amadurecimento do ser humano inicia-se quando cessam suas acusações ao mundo.
                Entretanto, há indivíduos que se julgam perseguidos por um destino cruel e censuram tudo e todos, menos eles mesmos. Recusam, sistematicamente, a responsabilidade por suas desventuras, atribuindo a culpa às circunstâncias e às pessoas, bem como não reconhecem a conexão existente entre os fatos exteriores e seu comportamento mental. No íntimo, essas pessoas não definiram limites em seu mundo interior e vivem num verdadeiro emaranhado de energias desconexas. Os limites nascem das nossas decisões profundas sobre o que acreditamos ser nossos direitos pessoais.
                Nossas demarcações estabelecem nosso próprio território, cercam nossas forças vitais e determinam as linhas divisórias de nosso ser individual. Há um espaço delimitado onde nós terminamos e outros começam.

Do livro: As Dores da Alma – Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed         


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Um comentário:

Dilmar Gomes disse...

Pois é amiga Denise, a colheita depende da semeadura.
Um abração. Tenhas um ótimo dia.