- * - * - * - * - * - * - * - * - * - * -

- * - * - * - * - * - * - * - * - * - * -
PODEM NOS TIRAR AS FLORES, MAS NUNCA A PRIMAVERA.

CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


sábado, 26 de outubro de 2013

APROVEITAMENTO

"Medita estas coisas; ocupa-te nelas para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos." - Paulo. (I TIMÓTEO, 4:15.)

Geralmente, o primeiro impulso dos que ingressam na fé constitui a preocupação de transformar compulsoriamente os outros.
Semelhante propósito, às vezes, raia pela imprudência, pela obsessão. O novo crente flagela a quantos lhe ouvem os argumentos calorosos, azorragando costumes, condenando idéias alheias e violentando situações, esquecido de que a experiência da alma é laboriosa e longa e de que há muitas esferas de serviço na casa de Nosso Pai.
Aceitar a boa doutrina, decorar-lhe as fórmulas verbais e estender-lhe os preceitos são tarefas importantes, mas aproveitá-la é essencial.
Muitos companheiros apregoam ensinamentos valiosos, todavia, no fundo, estão sempre inclinados a rudes conflitos, em face da menor alfinetada no caminho da crença.
Não toleram pequeninos aborrecimentos domésticos e mantêm verdadeiro jogo de máscara em todas as posições.
A palavra de Paulo, no entanto, é muito clara.
A questão fundamental é de aproveitamento.
Indubitável que a cultura doutrinária representa conquista imprescindível ao seguro ministério do bem; contudo, é imperioso reconhecer que se o coração do crente ambiciona a santificação de si mesmo, a caminho das zonas superiores da vida, é indispensável se ocupe nas coisas sagradas do espírito, não por vaidade, mas para que o seu justo aproveitamento sejamanifesto a todos.


Fonte: Vinha de Luz – Chico Xavier/Emmanuel


x_3c9af347

2 comentários:

Dilmar Gomes disse...

Amiga Denise, venho aqui mais uma vez para aprender com tuas postagens.
Um abraço. Tenhas uma noite de luz.

tesco disse...

Nunca me entreguei a esses impulsos "missionários" tão comum dos que descobrem "as maravilhas" de uma nova doutrina. Nunca neguei esclarecimentos, mas nunca procurei impor minhas opiniões, achando sempre que o melhor ensinamento vem pelo exemplo. Parece ter sido o melhor comportamento.
Lembro-me de um fato ocorrido em 1979, quando, concluindo o curso de geologia, procurava imprimir o relatório de conclusão. Acertado o preço numa gráfica, posteriormente o técnico veio com uma cobrança a maior. Recusei qualquer alteração, e o técnico depois se queixava para um meu colega:
"Aquele seu colega não é muito correto, não quis pagar o custo do trabalho". Meu colega, ao inteirar-se do ocorrido, disse: "Não, meu colega tesco é "muito honesto", você é quem está errado, ajustou um preço de pois cobrou mais".
Ri-me ao saber disso, sou do tempo em que não havia gradação na honestidade, ou se é, ou não se é honesto. Mas isso indica a justeza da minha atitude de pregar pelo exemplo.
Beijos.