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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


quinta-feira, 30 de junho de 2016

A TRAGÉDIA DO RESSENTIMENTO II

                O ressentimento é tóxico que mata aquele que o carrega. Enquanto vibra na emoção, destrambelha os equipamentos nervosos mais sutis e produz disritmia, oscilação de pressão, disfunções cardíacas.
                Não vale a pena deixar-se envenenar pelo ressentimento.
                Nem sempre ele se manifesta com expressões definidas, camuflando-se nas fixações mentais e, às vezes, passando despercebido.
                Há pessoas ressentidas que se não dão conta.
                Um autoexame enérgico auxiliar-te-á identifica-lo nos refolhos da alma. Logo depois, prosseguindo na sua busca e análise, descobrirás as suas raízes, quando teve ele início e por que se te instalou no ser, passando a perturbar-te.
                Verificarás, surpreso, que és responsável por lhe dares guarida e o vitalizares, deixando-te por ele consumir.
                Os indivíduos que te foram cruéis – familiares, conhecidos, mestres – na infância e durante a vida, não tinham nem têm dimensão do que fizeram ou estão a fazer. Nem sequer se aperceberam dos seus desmandos e incoerências em relação a ti. A seu turno, sofreram as mesmas agressões, quando crianças, e apenas reagem conforme haviam feito outros em relação a eles.
                O teu primeiro passo será compreendê-los, considerando-os sem responsabilidade nem esclarecimento, sem má intenção em relação a ti. Mediante tal recurso os compreenderás e os perdoarás posteriormente, liberando-te.
                Arrancada a causa injusta do ressentimento, despertarás de imediato em paisagem sem sombras, redescobrindo a vida e desarmando-te em relação às outras pessoas com quem antipatizavas ou das quais te mantinhas em guarda.
                Ademais, o mal que te façam, somente te perturbará se o permitires, acolhendo-o. em caso contrário, tornará à sua origem.
                Vive, pois, sem mágoas.
                Depura-te. Ressentimento, nunca.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

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