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PODEM NOS TIRAR AS FLORES, MAS NUNCA A PRIMAVERA.

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sábado, 18 de junho de 2016

CASAMENTO E AMOR VIII

                Diante de todo o mencionado, pode-se dizer que cada espírito traz, para o enlace amoroso, um passado remoto e recente de experiências que lhe modelaram o psiquismo. É justo afirmar, assim, que cada casal se ajustará num padrão moral ilibado ou degradante, perante os apelos do mundo, com inevitável repercussão na saúde conjugal.
                O casal sintonizado com as leis de amor estará a salvo de interferências espirituais perniciosas capazes de estabelecer cruéis obsessões que dilaceram as relações amorosas promissoras. Da mesma forma, vigilante no bem, terá a indiscutível assistência dos benfeitores espirituais tutelando a conjugalidade.
                Somente quando as vigas da ponte do matrimônio se alinharem como expressões vivas do amor, o casal logrará experimentar a arte do (re)encontro.


Fonte: CASAMENTO: A ARTE DO REENCONTRO – ALBERTO ALMEIDA
imagem: google

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