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segunda-feira, 13 de junho de 2016

CASAMENTO E AMOR IV

O Pilar da Intelectualidade
                O grau de desenvolvimento intelectual pode interferir na relação quando existe uma desproporcionalidade entre os parceiros, a reclamar habilidade no manejo das diferenças.
                Mesmo não se tratando de fator incompatibilizador, são freqüentes as dificuldades a serem contornadas quando, por exemplo, um tem formação acadêmica e o outro se revela semialfabetizado; um tem boa cognição, enquanto o outro é apoucado na sua estrutura mental; um tem inteligência racional e o outro, emocional.
                Articular diferenças nessa área é arte de boa convivência, exigindo alguns outros predicados, a fim de minimizar distorções e favorecer a harmonia das dessemelhanças.
                Ninguém improvisa agudeza mental nem toma de assalto o conhecimento; de modo idêntico, não se consegue competência emocional de um dia para outro.
                Portanto, é adequado que os parceiros estreitem distanciamentos, notadamente quando a relação se ressente elo contraste intelectual, fazendo investimentos que favoreçam aproximações necessárias. Estar atentos para permutar inteligências – racionalidade e emocionalidade – se ambos operam em pólos muito distantes.
                Igualmente, é verdadeiro que não basta ao casal ter funcionamento intelectual similar para determinar uma satisfatória conjugalidade. Há casais cujo saber é semelhante, mas fica a serviço da disputa dos seus egos.

(continua)


Fonte: CASAMENTO: A ARTE DO REENCONTRO – ALBERTO ALMEIDA
imagem: google

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