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PODEM NOS TIRAR AS FLORES, MAS NUNCA A PRIMAVERA.

CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


segunda-feira, 11 de abril de 2016

AMOR: O MAIOR MANDAMENTO ENSINADO POR JESUS II

                Somente o amor fará com que extirpemos de nosso coração o egoísmo, pois ele impede nosso progresso moral. E para que consigamos vencer esse mal é preciso muita coragem. É preciso ter mais coragem para vence-se a si mesmo do que para vencer os outros. Isso porque o egoísmo é uma chaga tão ultrajante que é capaz de derrocar todas às inteligências. O egoísmo é a negação do amor.
                O amor é a caridade em ação e é impossível desvincular a palavra amor de caridade, pois caminham juntas e amar ao próximo como ensinou Jesus é dar de seu sentimento puro e único em favor do semelhante.
                Com o tempo devemos compreender que a caridade material, essa de dar coisas materiais, se dá com a consequência da espiritualidade e moralização do homem. Então entendemos que a caridade é uma disposição íntima ativa e dinâmica, que se manifesta das mais variadas formas: em pensamentos de amor e bondade, em conselhos úteis, em doar horas de nosso tempo e favor de ouvir alguém, em alimento e recursos na hora certa, em força que reanima!
                O comportamento caridoso é aquele que não espera ou exige reconhecimento, gratidão  ou qualquer tipo de recompensa e é justamente esse desapego dos resultados que caracteriza o indivíduo caridoso, pois ele se disponibiliza ao outro pela simples satisfação que isso lhe proporciona. A nossa felicidade verdadeira está em fazer os outros felizes.
                Na pergunta 886, de O Livro dos Espíritos, observamos a instrução dos espíritos frente ao posicionamento do verdadeiro cristão: “Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como entendia Jesus? Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias, perdão das ofensas.
                E o que é ser benevolente? É ter boa vontade para com os outros. É se deixar guiar pela amabilidade, pela generosidade e solidariedade, pelo interesse para com o bem-estar do outro, indistintamente.
                O que é ser indulgente? É a capacidade de aceitar e tolerar as atitudes alheias, julgando com bem menos severidade seus erros e equívocos. Suportando as diferenças uns dos outros.
                O que é perdão? É libertar-se, desvincular da raiva e do ressentimento que mentalmente os prendem ao outro, é sobrepor o amor ao orgulho ferido, sem mágoas no coração.
                A caridade, portanto, é o amor em ação. Mas, não esse amor da qual hoje a sociedade moderna nos insufla, esse não é o amor. É o amor como ensinado por Paulo na passagem aos Coríntios do Evangelho: “Se eu falar a língua dos homens e dos anjos, e não tiver a caridade, não tiver o amor, sou como o metal que soa, ou como o sino que tine... se não tiver a caridade, o amor, eu nada sou.”
                O amor sem externar ação da caridade, seja das mais variadas formas, não é o verdadeiro amor!
                Sejamos nós, autores da ação íntima do verdadeiro germe do amor, distantes de instintos perturbadores e das sensações superficiais, das quais muitos buscam na atualidade e comprometem-se pelos prazeres mundanos. Sejamos a chama da ação do amor ao próximo, assim como ensinou Jesus.

Juliana P. C. Cuin


Fonte: Jornal Espiritismo Estudado – maio/2015
imagem: google

Um comentário:

Evanir disse...

Minha amiga Querida;
Sem tempo para fazer visitas mas vou dar um jeito de aos poucos acarinhar as pessoas que marcaram minha vida.
Querida e você é e sempre será uma delas.
Deus abençoe vc e sua família .
Evanir.