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PODEM NOS TIRAR AS FLORES, MAS NUNCA A PRIMAVERA.

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terça-feira, 11 de outubro de 2011

NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE - sinopse



Título: "NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE" – Edição consultada: 8ª Edição/1976
Autor: Espírito ANDRÉ LUIZ

Psicografia: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
Edição: Primeira edição em 1954, pela Federação Espírita Brasileira (Rio de Janeiro/RJ)

SINOPSE - Capítulo a capítulo


(continuação)
                                                                                                                         
Cap 11 – Desdobramento em serviço – É descrito detalhadamente o fenômeno de desdobramento do médium, seguido de psicofonia, tudo sob ação do Plano Espiritual. Há referências sobre o “duplo etérico”, aqui considerado como “eflúvios vitais” situados entre a alma e o corpo. O duplo etérico se desintegra com a morte física.
Cap 12 – Clarividência e clariaudiência – A fluidificação da água é mostrada, sendo relatados os benefícios de medicação que promove. A clarividência e a clariaudiência são faculdades mediúnicas de percepção mental. Surdos e cegos encarnados podem ouvir e ver através de outros recursos, se convenientemente educados para isso. Há preciosa lição sobre os sentidos físicos e a mente. Formas-pensamento positivas criadas por Mentor espiritual são vistas por médiuns clarividentes. Por esse mesmo processo obsessores sugerem às suas vítimas impressões alucinatórias.
Cap 13 – Pensamento e mediunidade – Este capítulo é dedicado a uma sublime preleção de um Espírito muito evoluído, no encerramento da reunião mediúnica. Constitui, para todos nós, verdadeira metodologia científica espírita para a renovação íntima e progresso espiritual.
A renovação mental é tida como o único meio de recuperação da harmonia, particularmente nos casos de “mediunidade torturada”. A educação mediúnica, a leitura de livros de autoria dos orientadores do progresso, a bondade — a elevação de si mesmo, enfim —, tais os deveres do bom médium.
“Amor e sabedoria: asas para o vôo definitivo, no rumo da perfeita comunhão com o Pai Celestial”.

Cap 14 – Em serviço espiritual – Vemos aqui o caso de um marido temperamental e atrabiliário que cedo desencarnou e a seguir tentou transformar a viúva em serva, não o conseguindo, sendo ela médium vigilante, de excelsas virtudes. Em conseqüência, tal marido estagiou em zonas purgatoriais até reconsiderar suas atitudes. Aí, então, passou a contar com o auxílio da ex-esposa (embora não seja regra, foi-lhe permitido semanalmente se aproximar do antigo lar), onde a acompanha no culto íntimo da oração e nas tarefas mediúnicas.
É citado o “piche gaseificado” que predomina nos ambientes trevosos.
Há proveitosa lição sobre obsessão recíproca entre encarnado e desencarnado.

Cap 15 – Forças viciadas – Vampirismo sobre alcoólatras e fumantes... Apontamentos sobre a inexorabilidade da Lei de Ação e Reação, por meio de dolorosas reencarnações às “almas necrosadas nos vícios”: mongolismo, hidrocefalia, paralisia, cegueira, epilepsia secundária, idiotismo, aleijão de nascença... são recursos angustiosos, mas necessários. É citado o exemplo de um hábil médium psicógrafo que, bebendo e fumando num restaurante, escrevia idéias escabrosas que captava de um infeliz Espírito ao qual estava imantado. O objetivo desse obsessor era perturbar uma jovem encarnada, envolvida com um crime. Em oposição a esse triste quadro a equipe espiritual, com A.Luiz, vê uma ambulância passar por eles e nela um médico acompanhado de um Espírito que lhe envolvia a cabeça em “roupagem lirial, com suaves irradiações calmantes de prateada luz”.
Cap 16 – Mandato mediúnico – Narração de como é realizada a segurança da reunião mediúnica, a cargo do Plano Espiritual e como uma médium dedicada, com ideal de amor, é assistida pelos Benfeitores espirituais. É-nos mostrado como proceder no atualmente chamado “atendimento fraterno”, a desenrolar-se nos dois Planos, sem individualizar o auxílio, mas com sugestões evangélicas tendo endereço certo, aos necessitados.
Vários obsessores “procuravam hipnotizar suas vítimas precipitando-as no sono provocado, para que não tomassem conhecimento das mensagens transformadores ali veiculadas pelo verbo construtivo”.
Notável citação é a do “espelho fluídico” a mostrar aos Espíritos protetores o perispírito da pessoa ausente para a qual alguém formulara petição, por escrito: vendo as necessidades, inspiravam a médium psicografa a anotar a orientação e o atendimento adequados.
O “mandato mediúnico”, aqui largamente explicitado, constitui inapreciável condição do médium compromissado com o dever, mas sobretudo com o Evangelho de Jesus.
As instruções têm clareza e ao mesmo tempo advertências, sendo lição imperdível a todos os médiuns.

Cap 17 – Serviço de passes – São oportunas as instruções deste capítulo, versando sobre passes e passistas. Tantas e sublimes são as explicações que impedem a síntese. Não obstante, eis os tópicos:- “toque desnecessário”; chispas luminosas saindo das mãos; energias circulando da mente do passista às suas mãos; força magnética isenta de moral; médium curador sem moral, resvalando para situações difíceis; necessidade do estudo pelo médium; força da prece sincera; recepção positiva e negativa por parte do paciente; causas espirituais das doenças; a cura pela renovação dos pensamentos; passes à distância.
Cap 18 – Apontamentos à margem – Nem sempre a solicitação de um encarnado (para ter notícias de ente amado que desencarnou), pode ser atendida... a benefício de ambos.
Novos apontamentos sobre a caridade de Jesus, o Espiritismo e a mediunidade.

Cap 19 – Dominação telepática – Numa traição conjugal, o cônjuge traído se ressente da influência perturbadora, pois o casal respira em regime de clima espiritual mútuo. Detectada a traição, só o perdão incondicional pode imunizar aquele que está sendo traído, beneficiando-o com a paz da consciência. Nesses acontecimentos, tão generalizados, o lar se transforma em trincheira de lutas, campeando angústias e repulsão, a desaguarem nas tormentosas águas da obsessão.
Cap 20 – Mediunidade e oração – Valiosos são os apontamentos sobre o casamento e o perdão, quando o lar vivencia traição de um cônjuge... Diz o Mentor Áulus: A vingança é a alma da magia negra. Mal por mal, significa o eclipse absoluto da razão.
Pela prece, o ofendido não muda os fatos, mas modifica a si mesmo, obtendo forças e amparo espirituais para administrar evangelicamente a crise conjugal.

(continua)
Extraído de: http://www.institutoandreluiz.org/sinopse    

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Um comentário:

Suely... disse...

Olá amiga ,tudo bem com você ? Comigo tudo na paz do Senhor .Vim te desejar um feriado de muita paz ,que Nossa Senhora derrame muitas bençãos sobre seu lar e seus familiares. Beijus no coração