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PODEM NOS TIRAR AS FLORES, MAS NUNCA A PRIMAVERA.

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domingo, 21 de outubro de 2012

RELACIONAMENTOS DO ADOLESCENTE FORA DO LAR II


Devido à necessidade da conquista de identificação pessoal, fora dos padrões impostos pela família, assim como da afirmação sexual, desconfiam dos valores adotados no lar, buscando relacionamentos que compatibilizem com as suas aspirações, formando grupos de afinidade ideológica e comportamental.
No lar, às vezes, pais indiferentes aos seus problemas, ou dominadores, que não lhes respeitam as transições fisiológica e psicológica, frustram os seus ideais e os tornam inaptos para uma existência madura, harmônica e responsável.
A afirmação do “si” leva o jovem a enfrentar as barreiras domésticas impeditivas, os fatores agressivos e desequilibrantes, apresentando-se como rebelde e violento; através dessa conduta arrebenta os grilhões que lhe parecem aprisionar em casa.
As vezes, uma aparente resignação asfixia a revolta natural que lhe brota no íntimo, vindo a torná-lo melancólico mais tarde, subserviente, receoso, despersonalizado, que para sobreviver na sociedade se adapta a todas e quaisquer circunstâncias, sem jamais realizar-se.
Tornando-se taciturno, tende a patologias conflitivas de transtorno neurótico como psicótico, graças às frustrações que não sabe digerir, interiorizando-se e tomando horror pela sociedade, que lhe representa o grupo social do lar turbulento e instável onde vive.
A socialização da criatura humana, quando não se dá em alto padrão de equilíbrio, tende a fazer-se perturbadora, sem estrutura ética, tombando no desvario que leva à delinquência, porque o homem e a mulher são intrinsecamente animais sociais.

ADOLESCÊNCIA E VIDA       
DIVALDO PEREIRA FRANCO/JOANNA DI ÂNGELIS


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