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PODEM NOS TIRAR AS FLORES, MAS NUNCA A PRIMAVERA.

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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

RELACIONAMENTOS DO ADOLESCENTE FORA DO LAR III


Torna-se urgente a reestruturação da família, que jamais será uma instituição falida, porque é a pedra angular da sociedade, o primeiro grupo onde o ser experimenta a dádiva do convívio, da segurança emocional, da experiência moral.
É compreensível, portanto, que o adolescente realize a busca de novos relacionamentos fora do lar, sejam eles conflitantes ou não, a depender da tendência do mesmo, das suas aspirações e afinidades, onde experimentará a auto-realização, dando início ao futuro círculo social de amigos no qual se movimentará.
Há, em todas as criaturas, e no jovem especialmente, necessidade de novas experiências, que não tenham lugar na família, e o grupo humano é o grande e oportuno laboratório para as pesquisas e vivências que irão completar-lhe o desenvolvimento e amadurecimento social, moral e emocional.
Não seja, pois, de surpreender, que o adolescente pareça fugir do lar para a rua na busca de novos relacionamentos.
Quando a família lhe oferece segurança e compreensão, ele amplia o seu grupo de relações sem rupturas domésticas, adicionando outras pessoas da mesma faixa etária e aspirações idênticas, que conviverão em harmonia e progresso, sem clima de fuga ou de agressividade.
Esse é um passo decisivo para estruturação do caráter, da personalidade e do amadurecimento do adolescente, que se desenvolve, para o mundo em constantes mudanças de maneira saudável e equilibrada.
Estimular-lhe o desenvolvimento na criação de grupos de sadio relacionamento social é tarefa que compete aos pais também, em benefício de uma formação equilibrada na área do comportamento dos filhos.

ADOLESCÊNCIA E VIDA                
DIVALDO PEREIRA FRANCO/JOANNA DI ÂNGELIS


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