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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

AÇÃO PESSOAL

Cumprindo o meu dever;
Fazer sempre algo mais.
No exame de mim mesmo;
Aceitar-me e servir.
Quanto aos outros;
Dar auxílio e respeito.
Nas lutas dia-a-dia;
Trabalhar e esquecer-me.
Ante o mal que apareça;
Calar, buscando o bem.
Fazer perante Deus;
O melhor que eu puder.


Emmanuel

imagem: google

domingo, 7 de fevereiro de 2016

ANIMAIS E ENERGIA

Pergunta - Nossos pensamentos de amor aos animais entram na composição da psicosfera da Terra?
Resposta - A psicosfera do planeta é uma somatória de todas as nossas energias psíquicas e dos seres que compartilham conosco desse mundo físico e do mundo espiritual de dimensões próximas. Em nosso mundo físico há provas científicas de que os animais possuem psiquismo, ou seja, eles emitem ondas de pensamento que farão parte desse conjunto de pensamentos do nosso orbe. Outras pesquisas científicas indicam que as plantas possuem algum tipo de psiquismo, mesmo que primário, mas ainda assim é psiquismo, que fará parte do conjunto dessas ondas que circundam o nosso mundo físico. Alguns especulam a possibilidade de os minerais também terem rudimentos de psiquismo e que tomam parte nessa psicosfera do planeta.
            Todos os pensamentos nossos, sejam eles bons ou ruins, farão parte dessa psicosfera planetária e darão as características ao conjunto. Em um mundo onde a maioria das pessoas pensa em fazer o bem e praticar a caridade, a psicosfera apresenta-se com uma energia leve e agradável. Onde os pensamentos são de desagravo e de ódio, o ambiente energético, criado no planeta em função desse  conjunto de ondas psíquicas, é mais pesado e denso. Essa psicosfera funcionaria omo um medidor do nosso grau de evolução espiritual e determinaria a classificação do mundo em questão nesta ou naquela categoria evolutiva. Estamos passando para um mundo chamado de regeneração onde as ondas psíquicas são mais leves e mais amorosas. Os pensamentos de amor dirigidos a quem quer que seja tomam parte na formação dessa psicosfera.


Fonte: A ESPIRITUALIDADE DOS ANIMAIS – Marcel Benedeti
imagem: google

sábado, 6 de fevereiro de 2016

A DOR E O TEMPO

(J. Herculano Pires)
As coisas naturais são constantes lições de paciência ao nosso redor. Tudo no mundo nos ensina duas lições fundamentais: a da evolução e a da imortalidade. Porque tudo se desenvolve em direção ao futuro e tudo morre para renascer. A Ciência reconhece que nada se perde, tudo se transforma. A Filosofia, mesmo em suas correntes mais atuais e mais negativas, reconhece a evolução geral e admite que o homem é um projeto, ou seja, uma flecha que atravessa a existência em direção a um alvo superior.
Se nos recusamos a entender as lições que nos rodeiam e as que brotam do fundo de nós mesmos é porque, “Durante a vida o homem relaciona tudo ao seu corpo”. Mas, “após a morte pensa de outra maneira”. Apegados ao corpo, limitados pelas percepções físicas, avaliamos a dor pela medida do tempo. Entretanto, os Espíritos nos lembram, nessa mesma questão:
“Um século do vosso mundo é um relâmpago na eternidade”.
Jesus nos ensinou, por isso, o desapego, advertindo: “Quem se apega a sua vida perdê-la-á”. Maria Dolores se comunica em poesia para nos tocar ao mesmo tempo o sentimento e a razão. É a mesma técnica usada por Jesus nas parábolas e na poesia do Sermão do Monte. A didática moderna confirma a eficiência desse método que nos relaciona com as coisas naturais, que se serve do estimulo do ambiente, da lição das coisas concretas para nos levar a compreensão do sentido da vida.
A dor, ensinou Leon Denis, discípulo e sucessor de Kardec, é uma lei de equilíbrio e educação. A Psicologia moderna comprova que aprendemos através de tentativas frustradas, de ensaios sucessivos. É por meio dos erros que chegamos ao acerto. A sabedoria popular nos diz: “O que arde cura, o que
aperta segura”. As pessoas inquietas perguntam por que há de ser assim, por que Deus não nos criou perfeitos e bons. Mas Rousseau já ensinava que tudo sai perfeito das mãos do Criador. A perfeição inclui também o livre arbítrio, pois só através dele chegamos a consciência plena. A dor de um minuto nos desperta para a felicidade sem limites, como a ventania de um instante limpa a atmosfera por muitos dias.


Fonte: Na Era do Espírito – Chico Xavier/José Herculano Pires
imagem: google

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

ELEVAÇÃO

(Maria Dolores)
Escuta, alma querida,
Aceita as aflições e as lágrimas da vida,
Por agentes de acesso a Esfera Superior…
Mágoa, queixa, revolta e rebeldia
Lembram muralhas sob a noite fria
Furtando o coração a luz do amor.

Se a prova te retalha a alma sincera,
Perdoa, faze o bem, trabalha e espera
Aprendendo da estrada em derredor…
Tudo o que vive e sonha, sofre e ama,
Dos astros do Infinito aos vermes sob a lama,
Dando-se a elevação do futuro melhor…
O Sol potente que nos ilumina
É um gigante em perpétua disciplina,
Varando lutas que desconhecemos,
Por mais se lhe arremesse lixo à face,
Brilha em silêncio como se explicasse
Que só o amor domina os Céus Supremos…

Corre a fonte da penha ao chão da serra,
Depois, ganhando o vale, faz da terra
Verdejante celeiro em garbos de jardim…
Pelo bem que constrói, de segundo a segundo,
Muitas vezes recolhe os detritos do mundo,
Mas beija lodo e pedra e canta mesmo assim!…

O carvão na lareira acende a chama,
O tronco mutilado não reclama,
A estrada se aprimora aguentando tratores…
No trigo triturado o pão puro se asila,
Cria-se a porcelana em fogo sobre a argila,
O roseiral podado dá mais flores!…

Assim também, alma querida e boa,
Não recuses a dor que aperfeiçoa,
Se nos espanca os sonhos, teus e meus…
Golpes, tribulações, angústias, tempestade
São recursos da vida erguendo a Humanidade
Para a Benção de Deus.


Fonte: Na Era do Espírito – Chico Xavier/José Herculano Pires
imagem: google

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

CASAMENTO E DINHEIRO II

                Há casais que articulam bem o manejo do dinheiro, traduzindo estarem em dia, não só com os aspectos econômico-financeiros e racionais, mas também em suas interações nos campos afetivo/emocional e espiritual/moral.
                São aqueles parceiros que não gastam mais do que ganham; que alternam, periodicamente, o comando da gestão financeira doméstica como forma de aprendizado para ambos: um ajuda o outro na regulação da administração monetária quando existe tendência para o descontrole; não há depreciação de valor sobre quem disponha de menor remuneração, tampouco ufanismo por quem percebe um bom salário.
                O dinheiro é uma das manifestações da força de trabalho, todavia, nem todo trabalho traz um valor quantificado pecuniariamente. Existem afazeres que não têm custo, não podendo ser dimensionados em recursos amoedados dentro da convivência conjugal e familiar.
                Estão nessa posição aqueles que mais se demoram na educação dos filhos; os que dispensam longas atenções aos pais e sogros em estado de carências diversificadas; os que cuidam da infraestrutura da casa dando suporte ao outro, que assume mais a provisão monetária; os que atendem aos afazeres fora do lar, não profissionais, mas fundamentais para uma boa administração da prole; os que desenvolvem atividades religiosas e caritativas, ensejando proteção espiritual para todo o lar.
                Identificar semelhantes trabalhos não remunerados feitos pelo outro parceiro e qualificá-los como tão importantes ou mais do que aqueles geradores de proventos econômicos, é atitude de sabedoria conjugal propiciadora de se colocar o dinheiro, perante os esposos, na sua exata posição.
                                                                                                                                               

Fonte: CASAMENTO: A ARTE DO REENCONTRO – ALBERTO ALMEIDA
imagem: google

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

CASAMENTO E DINHEIRO I

                Não se consegue atribuir às moedas um valor puramente econômico, ainda que os nossos conteúdos de vida estejam nele embutidos, inevitavelmente.
                Desse modo, vamos identificar quais papéis a moeda pode estar desempenhando dentro da relação de conjugalidade, procurando perceber se o dinheiro está a serviço do crescimento, quando usado positivamente, ou se está dilapidando o relacionamento no uso desequilibrado dentro do casamento.
                A maioria dos casais não consegue avaliar quantas inadequações e negatividades, sutis ou ostensivas, vigem no trato com o dinheiro, como reflexos de deficiências variadas na convivência matrimonial.
                Às vezes, ele está representando o domínio de um sobre o outro, quando existe uma dependência financeira que fica a serviço do controle por parte daquele que detém o monopólio do metal. Atrás do controle neurótico escondem-se a insegurança afetiva, o ciúme, a mania de comandar, o medo de ser abandonado, etc.
                Noutras circunstâncias, ele significa a moeda de compra nas manifestações afetivas daquele que o usa, substituindo atenção, carinho e cuidados, numa tentativa de driblar a frieza ou a culpa pela sua ausência no relacionamento. Surgem presentes caros, talões de cheque, cartões de crédito disponíveis com limites astronômicos, dentre outros expedientes compensatórios.
                Em situações diversas, o dinheiro entra como tapa buraco, quando o parceiro dele se vale de forma compulsiva, para sanear carências emocionais em face da escassez na nutrição emocional doméstica. Passa a comprar tantas roupas, sapatos, bolsas, etc., que não consegue utilizá-los todos ao longo da vida, deixando-os mofar nos armários.
Nas ocorrências de desemprego demorado do esposo, pode significar baixa estima, se ele for muito orgulhoso ou se houver cobrança despropositada. Sentimentos similares podem suceder se ele tiver remuneração inferior à da esposa.
Em várias ocasiões, o dinheiro representa o status da vaidade que se procura manter a qualquer custo, ostentando uma máscara social de bem casados, disfarçando problemas e conflitos que o casal experimenta e esconde.
Quantas vezes os recursos amoedados definem quem vale mais, numa luta conjugal insana por quem obtém mais, financeiramente. Consumindo tempo e energia numa disputa de poder que encobre inseguranças recíprocas de almas  com baixo autoamor, os parceiros procuram sobrepor-se um ao outro, ignorando que o problema não é de ordem econômica, mas de autoafirmação.
Em alguns episódios, os aspectos morais são o foco do quanto os casais precisam de cuidados de cunho ético e moral para reorientarem comportamentos perdulários, esbanjadores, ou então de usura, ambição, cobiça, ou ainda de agiotagem e corrupção, reveladores de má educação, de cultura de princípios lassos e de valores imorais.
                Em alguns eventos, as cédulas falam, de forma dramática, de conteúdos muito complexos. Eles se apresentam na forma de compulsões graves, cleptomanias, estelionatos e outros, exigindo atendimento especializado, não só de natureza moral e espiritual, mas médico-terapêutico, por se tratar de espíritos que trazem comprometimentos graves, oriundos desta ou de outras vidas.


Fonte: CASAMENTO: A ARTE DO REENCONTRO – ALBERTO ALMEIDA
imagem: google

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

INDAGAÇÕES NO COTIDIANO

Você acredita na vitória do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?

Admite você a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infalível?

Se estamos positivamente ao lado do bem, que estaremos aguardando para cooperar em benefício dos outros?

Nas horas de crise você se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?

E se a criatura enganada pela sombra fosse um de nós?

Se você diz que não perdoa a quem lhe ofende, porventura crê que amanhã não precisará do perdão de alguém?

Você está ajudando a extinguir os males do caminho ou está agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?

Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você?

Que mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso de animação?

Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranquila?

É possível que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, será que temos vivido, até agora, sem incomodar a ninguém?

Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo‐se infeliz?


Fonte: Sinal Verde – Chico Xavier/André Luiz
imagem: google