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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


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sábado, 14 de outubro de 2017

CONSCIÊNCIA E PLENITUDE

                Não temas a morte, nem receies a vida.
                Vive de tal forma que ante a desencarnação te encontres em paz, atravessando o fenômeno biológico com a naturalidade de quem adormece com a certeza inconsciente do despertar.
                Nenhuma expectativa, inquietação alguma.
                Prepara-te para te transferires da faixa orgânica para a espiritual com segura tranquilidade.
                Enquanto estejas na vida corporal, exercita-te na fraternidade, não te deixando perturbar por querelas e paixões dissolventes.
                Cuida de viver, com intensidade e sem cansaço, as horas da existência, deixando-as passar com real aproveitamento, de modo que a recordação delas não te cause remorso ou lamentação.
                Às vezes, breves minutos no corpo são definidores de futuro auspicioso, em face da claridade de consciência para identificar os erros praticados e assimilar realizações plenificadoras.
                Os momentos de consciência profunda, objetiva, proporcionam a memória da plenitude, passo inicial para a integração no espírito total da vida.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis       
imagem: google 

terça-feira, 3 de outubro de 2017

CONSCIÊNCIA E ALIENAÇÕES MENTAIS

                Na psicogênese profunda das alienações mentais encontra-se a consciência de culpa, geradora dos tormentos que se apresentam como processos de reedificação, recompondo os painéis do dever mediante os dolorosos mecanismos da desordem mental.
                O desarranjo dos equipamentos psíquicos proporciona ao espírito sofrimentos insuspeitáveis, como forma rigorosa de apaziguamento da consciência.
                Sendo o homem o autor da sua realidade moral através da conduta que se permite no curso das existências corporais, em cada etapa elabora o método de crescimento interior pelo que realiza.
                Quando delinque, insculpe a fogo no seu arcabouço profundo os meios reparadores, particularmente na área mental.
                Ignoradas as ações infelizes que a justiça humana não alcança, a consciência, que sabe, desarticula os complexos mecanismos da razão em desequilíbrio, que somente a dor expungitiva recomporá.
                No quadro das alienações mentais, seja nas psicopatologias conhecidas e academicamente estudadas ou nas graves obsessões, é a consciência culpada que faculta a instalação do mal que se exterioriza de maneira rigorosa em processo de reajustamento e reequilíbrio.
                A consciência equânime se mantém com os recursos dos bons pensamentos e das reflexões, que são os meios valiosos ao alcance do ser para a sua plena edificação.
                A consciência lúcida e tranquila é a terapeuta segura para as alienações mentais, razão pela qual todo paciente que requeira a saúde, não se deve escusar ao trabalho hercúleo de pacificar-se, usando a oração, a meditação, o autoconhecimento e as ações enobrecedoras, equipamentos esses propiciatórios para uma consciência de paz, responsável pela conquista do progresso.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis       
imagem: google 

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

CONSCIÊNCIA E INTEGRIDADE II

                Se desejas possuir a integridade da criatura de bem, treina os pequenos deveres, as realizações de significado modesto.
                É muito fácil tornar-se gigante nas grandes expressivas realizações.
                Os verdadeiros triunfadores, no entanto, agigantam-se nas pequenas coisas, enobrecendo-se nos labores de significado inexpressivo, sem os quais ruem as grandiosas construções e tornam-se prejudicados e impraticáveis os complexos projetos.
                Apaga-se, esse trabalhador, nas situações de alta projeção e toma a responsabilidade nos serviços das horas sem aparente significação.
                Não é notado quando presente, pois que todos se acostumaram ao seu equilíbrio, á harmonia do conjunto no qual labora; no entanto, quando não se encontra, todos lhe notam a ausência e compreendem-lhe o valor.
                O homem íntegro é fiel ao dever e nunca deserta. Ele tem consciência da sua utilidade, que constrói e, por consequência, é responsável, discreto e operoso.
                Quando se buscam sensações novas de agradar o ego, ainda não se adquiriu a consciência da integridade.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA

Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis        
imagem: google 

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

CONSCIÊNCIA E INTEGRIDADE I

                A criatura que busca a integridade, o estado de equilíbrio moral em toda sua amplitude, já adquiriu a consciência de si mesma, havendo logrado o amadurecimento psicológico resultante da observância correta das Leis da Vida.
                A vida é as sucessivas etapas do processo evolutivo graças às quais o espírito avança, de experiência em experiência, modelando o anjo que lhe dorme em latência, manifestação do psiquismo divino, sua origem, sua causalidade.
                Na trajetória que enceta, normalmente o ser vincula-se às comodidades da conjuntura carnal, seja pelos atavismos animais que nele predominam ou porque se acomoda à situação em que estagia, sem dar-se conta da imperiosa necessidade de crescimento.
                Todo desenvolvimento rompe amarras, facultando libertação e, às vezes, gerando dor.
                Buscando fugir às dores, normalmente engendra mecanismos de transferência de que se utiliza para o prazer, passando a depender deste, assim programando os inevitáveis futuros sofrimentos.
                Somente a consciência dos objetivos da vida, em seu conjunto, favorece a visão correta para uma conduta existencial preparadora da etapa para a futura reencarnação.
                Decorrem disso os fenômenos eu se apresentam na área do comportamento e, com eles, as tendências, inclinações, aspirações, temperamento...
                A integridade resulta da disciplina das tendências negativas, das aspirações superficiais a favor dos valores de expressão profunda e da plena consciência de objetivo e significado existencial.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

terça-feira, 22 de agosto de 2017

CONSCIÊNCIA E RESPONSABILIDADE

                A responsabilidade é manifestação evidente da aquisição de consciência.
                O ato de pensar nem sempre faculta a visão correta, necessária  à responsabilidade. Esta se alicerça no discernimento dos objetivos da existência terrestre, propelindo o ser às ações enobrecedoras em clima de dignificação.
                A responsabilidade faculta o direcionamento dos deveres, elegendo aqueles que são essenciais, em detrimento dos que aparentam benefícios e não passam de suporte para mascarar a ilusão e o gozo.
                A criatura responsável discerne o que realizar e como executá-lo.
                A tendência para o bem é inata no ser humano, em face da sua procedência divina. O entorpecimento carnal, às vezes,  bloqueia a faculdade de direcionamento que a consciência proporciona.
                A pessoa lúcida, como consequência, age com prudência, confiando nos resultados que advirão, sem preocupar-se com o imediatismo, sabendo que a semente de luz sempre se converte em claridade.
                A inconsciência em que estagiam muitas criaturas responde pela agressividade e ignorância que nelas predominam.
                A responsabilidade, advinda da consciência, promove o ser ao estágio de lucidez, que o leva a aspirar às cumeadas da evolução que passa a buscar com acendrado devotamento.
                A consciência da responsabilidade te conduzirá;
                A nunca maldizeres o charco; e sim, a drená-lo;
                A não cultivares problemas; antes, a solucioná-los;
                A não ergueres barreiras que dificultem o progresso; porém, a te tornares ponte que facilite o trânsito;
                A não aguardares o êxito antes do trabalho; pois que, o primeiro somente precede ao último na ordem alfabética dos dicionários;
                A não olhares para baixo, emocionalmente, onde repousam o pó e a lama; entretanto, a fitares o alto onde fulguram os astros;
                A não desistires da luta, perdendo a batalha não travada; todavia, perseverando até o fim, pois que a esperança é a luz que brilha à frente, apontando a trilha da vitória;
                A não falares mal do próximo, considerando as tuas próprias deficiências; ao invés disso, brindar-lhe palavras de estímulo;
                A não te perturbares ante as incompreensões; porém a te sentires vivo, e, portanto, vulnerável aos fenômenos do trânsito humano;
                A nunca pretenderes a paz sem os requisitos para cultuá-la no íntimo; não obstante, a irradiares a alegria do bem, que fomenta a harmonia.
                A responsabilidade não favorece a autopiedade, nem a presunção, a debilidade moral, nem a violência, a volúpia dos desejos vis, nem os gozos entorpecedores...
                É criativa e enriquecedora, porque sabe encontrar-se em processo de elevação e de crescimento.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

CONSCIÊNCIA E CARÁTER II

                Fixa, nos painéis da memória, os teus momentos de júbilo, por mais insignificantes sejam. A sucessão deles dar-te-á uma vasta cópia de emoções estimuladoras para o bem.
                Esquece os insucessos, após considerares os resultados proveitosos que podes haurir.
                Quando algo de bom, de positivo te aconteça, comenta sem estardalhaço, revive e deixa-te penetrar pelo seu significado edificante.
                Quando fores visitado pela amargura, o desencanto, a dor ou a decepção, procura superar a vicissitude e avança na busca de novos relacionamentos, evitando conservar ressentimentos e detalhes infelizes.
                Não persistas nos comentários desagradáveis, que sempre ressumam infelicidade.
                Por hábito doentio, as pessoas se fixam nas ocorrências malsãs, abandonando as lembranças saudáveis. Perdem, assim, as memórias superiores e acumulam as reminiscências perturbadoras que ocupam os espaços mentais e emocionais, bloqueando as amplas áreas de desenvolvimento da consciência.
                Os episódios de consciência, de pequeno ou grande porte, formam o caráter que é a linha mestra de conduta para a vida.
                A consciência consegue descobrir os valores mais insignificantes e torna-los estímulos positivos para outras conquistas.
                A decisão e o esforço empregados para alcançar novas metas evolutivas desenvolvem o caráter moral, sem o qual falham os mais bem-elaborados planos de triunfo.
                O caráter saudável, disciplinado e responsável define o homem de bem, verdadeiro protótipo, que não se detém nem desiste quando lhe surgem obstáculos tentando dificultar-lhe o avanço.
                Necessitas levar adiante os planos bons, de desenvolvimento moral e espiritual, já registrados pela tua consciência.
                Não dês trégua à indolência, nem te apoies em evasivas ou justificativas irrelevantes.
                Identificado o dever, acorre a ele e executa-o.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

CONSCIÊNCIA E CARÁTER I

                Toda realização pensada, sentida e cultivada dá surgimento à memória, que registra as impressões mais fortemente experimentadas.
                A criatura humana deve preocupar-se, no bom sentido, com as emoções e acontecimentos positivos, de forma a guardar memórias que contribuam, por estímulos, para o próprio engrandecimento, para a harmonia pessoal.
                Acossada, porém, pelo medo e pelo costumeiro pessimismo, que se atribui contínuas desventuras, passa com ligeireza emocional pelas alegrias, enquanto se detém nos desencantos.
                Convidada aos padrões de bem-estar, busca com sofreguidão o autoflagelo, utilizando-se de mecanismos masoquistas para inspirar compaixão, quando possui equipamentos preciosos que fomentam e despertam o amor.
                Nega-se, por sistemática ausência de consciência, a empolgar-se com a luz, a beleza, o sentido da vida, entregando-se aos caprichos da rebeldia, filha dileta do egoísmo insatisfeito.
                Acreditando tudo merecer, atribui-se méritos que não possui e recusa-se a conquista-los.
                Compara-se com aqueloutras que vê em diferentes patamares, sem dar-se ao cuidado de examinar os sacrifícios que foram investidos, ou o que sente, quem lá se encontra, estabelecendo conceitos de felicidade, conforme pensa que as outras usufruem.
                Este é um estágio que remanesce do primitivismo do instinto, antes da fixação da consciência.
                Aprisiona-se aos atavismos dos quais se deveria libertar e cerra as possibilidades que lhe facultam os voos mais altos do sentimento e da razão. A alternativa da desdita e a perturbação da consciência tornam-se inevitáveis, gerando um comportamento que conduz à alienação.
                A consciência é uma conquista iluminativa. A sua preservação resulta do esforço que estabelece o caráter do ser.
                Todos os seres passam pelos mesmos caminhos e experimentam equivalentes desafios. O comportamento, em cada teste, oferece a promoção ou o estacionamento indispensável à fixação da aprendizagem. A conquista, portanto, do progresso, é pessoal e intransferível, o que é lei de justiça e de equanimidade.
                Cada um ascende através dos impulsos sacrificiais que desenvolve.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis        

quinta-feira, 6 de julho de 2017

CONSCIÊNCIA E DEVER II

                O êxito de um empreendimento depende, por certo, do empenho que alguém se aplica para a sua execução. Todavia, o projeto, a programação e o método de trabalho são indispensáveis para o tentame e a realização.
                A ideia, pura e simples, necessita de indumentária para ser expressa e a forma como se apresenta responde pelas conquistas que produz.
                Assim, as palavras enunciadas não podem ser silenciadas, prosseguindo na sua marcha. O que realizam, torna-se patrimônio daquele que as endereçou.
                A consciência lúcida mantém-se vigilante, a fim de não gerar conflitos e sofrimentos para si mesma através dos conceitos infelizes emitidos e das ações perniciosas praticadas.
                Conhecendo os deveres que lhe dizem respeito, amadurece as responsabilidades, porquanto se utiliza das ocasiões propiciatórias para desenvolver mais os potenciais que lhe jazem inatos, ampliando a área de percepção.
                A consciência do dever não é resultado dos arquétipos mitológicos, e sim, das conquistas morais que promovem a criatura, liberando-a dos instintos agressivos, da libido, das paixões asselvajadas.
                Pode-se medir o estágio de evolução do ser pela sua consciência de dever. A ausência dela indica-lhe o primarismo, mesmo que haja realizado conquistas intelectuais, enquanto que a sua manifestação revela todo o processo de armazenamento de valores ético-morais.
                A inteligência reflete os esforços que se exteriorizam pelo cérebro, enquanto a consciência promana dos refolhos do espírito.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

quarta-feira, 5 de julho de 2017

CONSCIÊNCIA E DEVER I

                Em razão dos projetos fantasistas que se propõe, a criatura humana estabelece, normalmente, sua escala de valores prioritários, longe da realidade espiritual. Os impositivos imediatos prevalecem nos seus conteúdos eleitos como aqueles que devem se conquistados, fixando as bases do seu comportamento na busca dessas realizações.
                Embora reconheça a impermanência da vida física e de tudo quanto lhe diz respeito, agarra-se à transitoriedade dos acontecimentos e fenômenos, buscando eternizá-los no tempo que se transfere e nos espaços emocionais que se consomem, em razão das transformações inevitáveis do corpo somático.
                Como consequência, esvai-se na luta constante pela preservação do perecível, assim como no afã de manter-se em novas buscas, esquecendo-se da realização plena, que decorre da sua consciência lúcida constatando a conquista de si mesma.
                Por atavismo, acredita que a preservação da espécie e a necessidade de manter os provimentos necessários para tal fim, constituem os objetivos da existência na Terra. E sem mais amplas reflexões, automaticamente, entrega-se à conquista de coisas e valores amoedados, de projeção social e gozo pessoal. As suas áreas de movimentação emocional são restritas, o que gera, com o tempo e a repetição, as graves neuroses que propelem às fugas espetaculares, aos conflitos, aos sofrimentos mais acerbos.
                O ser humano é aquilo que pensa, que de si mesmo elabora, construindo, mediante o pensamento, a realidade da qual não logra evadir-se. As suas aspirações íntimas, com o tempo, concretizam-se e surpreendem-no, às vezes quando já não as acalenta, pois que há um período para semear e outro que corresponde à colheita.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

terça-feira, 20 de junho de 2017

CONSCIÊNCIA E DISCERNIMENTO

                O cultivo das ideias que se derivam das paixões, induz a distúrbios que alienam e brutalizam, dificultando o predomínio do discernimento.
                O discernimento resulta do exercício da arte de pensar, que deve crescer de forma adequada, favorecendo o homem com a percepção do ser e do não-ser, do correto e do errado, do justo e do abominável.
                Duas proposições surgem como metodologia correta para o desenvolvimento da razão, para o uso do discernimento: pensar sempre e o que se deve pensar.
                No primeiro caso, educação através do pensar constante, já que a sua função desenvolve os próprios centros pelos quais se manifesta, dilatando a capacidade para fazê-lo sempre.
                Indispensável lutar contra a preguiça mental, geradora da desatenção, da sonolência, da dificuldade de concentrar-se.
                Eleger o tipo de pensamentos a cultivar, constitui passo de alta importância para que o discernimento manifeste a consciência, na eleição dos códigos de comportamento que se incorporarão à existência.
                Diz-se que ninguém vive sem pensar, e a afirmação é equivocada. Todos os que transitam nas faixas primárias da evolução pensam pouco ou quase nada.
                Vítimas dos impulsos da sua natureza animal, deixam-se arrastar pelas tendências e instintos até o momento compulsório em que lhes luz a razão, propelindo-os ao exame dos acontecimentos e da conduta.
                Outros, que já alcançaram essa fase, por falta de hábito de pensar, deixam-se anestesiar e acomodam-se aos fatos e fenômenos existenciais, sem os estímulos inteligentes para galgarem patamares mais elevados.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google      

quarta-feira, 7 de junho de 2017

CONSCIÊNCIA E EVOLUÇÃO II

                Nunca te entregues à desesperação, ao abandono. Não és uma pedra solta no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Tens uma meta, que te aguarda e que alcançarás.
                Penetra-te mediante a reflexão e descobre as tuas incalculáveis possibilidades de realização.
                Afirma-te no bem, a fim de que o seu germe em ti fecunde e cresça. Serás o que penses e planejes, pois que da mente e do sentimento procedem os valores que são cultivados.
                O teu estado natural é saúde. As enfermidades são os acidentes de trânsito, das ações negativas, propiciando-te reabilitação. É indispensável manteres atenção e cuidado na conduta do veículo carnal. Assim, pensa no bem-estar, anela-o, estimulando-o com realizações corretas.
                A tua constituição é harmônica. Os desequilíbrios são ocorrências, na corrente elétrica do sistema nervoso, por distorção de carga que as sensações cultivadas proporcionam. Mantém os interruptores da vigilância ligados, a fim de que impeçam as altas voltagens que os produzem.
                Em tua origem és luz avançando para a Grande Luz. Só há sombras porque ainda não te dispuseste a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no teu interior. Faze claridade, iniciando com a chispa da boa vontade e deixando-a crescer até alcançar toda a potência de que dispõe.
                O amor é o teu caminho, porque procede de Deus, que te criou. Desse modo, verticaliza as tuas aspirações e agiganta os teus sentimentos na direção da Causalidade Primeira.
                Tudo podes, se quiseres.
                Tudo lograrás, se te dispuseres.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

terça-feira, 6 de junho de 2017

CONSCIÊNCIA E EVOLUÇÃO I

                O despertar da consciência faculta a responsabilidade a respeito dos atos, em face do desabrochar dos códigos divinos que jazem em germe no ser.
                Criado simples e ignorante, o espírito tem como fatalidade a perfeição que lhe está destinada. Alcança-la com rapidez ou demorar-se por consegui-la, depende da sua vontade, do seu livre-arbítrio.
                Passando pela fieira da ignorância, adquiriu experiências mediante as quais pode discernir entre o que deve e o que lhe não é lícito realizar, optando pelas ações que lhe proporcionem ventura, bem-estar, sem os efeitos perniciosos, aqueles que se tornam desgastante, afligentes.
                Desse modo, torna-se responsável pelo seu destino, que está a construir, modificar, por meio das decisões e atitudes que se permita.
                O bem é-lhe o fanal, e este se constitui de tudo aquilo que é conforme as leis de Deus, que são naturais, vigentes em toda parte.
                A herança da ignorância primitiva prende-o no mal, que é contrário à lei de progresso, não, porém, retendo-o indefinidamente e impossibilitando-o de ser feliz.
                Cumpre-lhe, portanto, envidar esforços e romper os elos com a retaguarda, avançando nas experiências iluminativas, a princípio com dificuldade, em face da viciação instalada, para depois acelerar os mecanismos de desenvolvimento, por força mesmo do prazer e alegria fruídos.
                Lentamente, em razão da própria consciência, descobre os tesouros preciosos que lhe estão à disposição e dos quais pode utilizar-se com infinitos benefícios.
                Saúde e doença, paz e conflito, alegria e tristeza podem ser eleitos através do discernimento que guia as ações, sem essa claridade, os estados negativos tornam-se-lhe habituais e, mesmo quando estabelecidos, podem alterar-se através do empenho empregado para vencê-los.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis    
imagem: google    

sábado, 20 de maio de 2017

REENCARNAÇÃO E CONSCIÊNCIA

                A reencarnação é instrumento do progresso do ser espiritual. Ora ele expia, quando são graves os seus delitos, submetendo-se às aflições que constituem disciplinas educativas, mediante as quais se fixam nos painéis profundos da consciência os deveres a cumprir. Noutras vezes, são provações que enrijecem as fibras morais responsáveis pela ação dignificadora.
                Longe de ser uma punição, a dádiva do renascimento corporal é bênção do Amor, auxiliando o espírito a desenvolver os recursos que lhe jazem latentes, qual terra arroteada e adubada em condições de transformar a semente diminuta no vegetal exuberante que nela dorme...
                Diante dessa realidade, amplia a tua consciência pela meditação e age com segurança ética, entregando-te ao compromisso de iluminação desde agora.
                Nunca postergues os deveres a pretexto de que terás futuras oportunidades.
                A tua consciência dirá que hoje e aqui estão o momento e o lugar para a construção do teu ser espiritual, que se deve elevar, libertando-se dos atavismos primitivos e das paixões perturbadoras.
                A consciência da reencarnação impulsionar-te-á ao progresso através do amor e do bem sem alternativas de fracasso, porque a luz da felicidade brilhando à frente será o estímulo para que alcances a meta.
                Sem a reencarnação a vida inteligente retornaria ao caos e a lógica do progresso ficaria reduzida à estupidez, à ignorância.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
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sexta-feira, 5 de maio de 2017

MORTE E CONSCIÊNCIA II

                A consciência libera a realidade do ser em profundidade, que compreende as naturais alterações dos fenômenos biológicos, que são instrumentos para o seu progresso espiritual.
                Desentorpecida dos anestésicos atávicos do instinto de conservação, que remanescem do primarismo animal, penetra na estrutura da vida, descobrindo a causalidade existencial que é o espírito, independente dos mecanismos orgânicos, que usa com finalidades específicas e abandona quando encerrada a atividade que se lhe faz necessária.
                Graças a tal entendimento, desenvolve recursos preciosos e desvela atributos que lhe dormem nos refolhos, abrindo-se a valores imperceptíveis que o fascinam, em detrimento daqueloutros que são necessários ao trânsito carnal e devem permanecer no teatro terrestre onde se originam.
                A consciência da morte, com as consequentes ações preparatórias para o traspasse, favorece o ser com harmonia interior e segurança pessoal.
                A lucidez em torno dos deveres propele a criatura ao burilamento íntimo, e, ao fazê-lo, descobre que o amor é a fonte inexaurível de recursos para facultar-lhe o tentame.
                O amor que se expande liberta-o das paixões escravizadoras que perturbam e infelicitam.
                Se já podes conscientizar-se da proximidade do fenômeno da morte, que é transformação em tua existência, estás em condições de crescer e planar acima das vicissitudes.
                Vive então o périplo orgânico, conscientemente, usando o corpo com finalidade elevada, porquanto ao chegar o momento da tua morte deixarás a massa material como borboleta ditosa que, após a histogênese, voa feliz nos rios suaves do infinito.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
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quinta-feira, 4 de maio de 2017

MORTE E CONSCIÊNCIA I

                A perfeita identificação da transitoriedade do corpo físico expressa o superior estágio de consciência do homem. Esse discernimento lúcido, a respeito da fragilidade orgânica, é de alto significado no processo da evolução, constituindo patamar superior de conquista que promove o ser do instinto à razão, e desta à intuição espiritual.
                Repugna ao homem-instinto a lembrança da morte, bem como da sua convivência no cotidiano. Para ele, o estágio corporal tem o sentido de permanência, entorpecendo-lhe o conhecimento da realidade, que se recusa a aceitar, embora o fenômeno biológico das transformações celulares e moleculares dê-se a cada instante.
                A segurança do edifício orgânico apoia-se na fragilidade da sua própria constituição.
                Engrenagens delicadas são susceptíveis de se desorganizar, seja por acidentes da sua estrutura, ou por invasões microbianas, ou traumatismos físicos e emocionais, ou, ainda, por desgaste natural que decorre do uso na sucessão do tempo.
                Agrada, ao homem inconsciente, pensar apenas no imediatismo do aparelho físico e no desfrutar dos aparentes benefícios que propicia, na área dos prazeres e das sensações mais agressivas, que frui com sofreguidão insaciável.
                Esse engano leva-o ao apego das formas que se diluem e alteram; dos objetos de que se apropria e passam de mãos; das aspirações que transforma em metas de vida e às quais se entrega, expressando-as em poder, destaque, abastança, que não pode deter por tempo indefinido.
                Como efeito dessa ação sem apoio na realidade da vida, surgem os quadros da ansiedade, do medo, da insegurança, da irritabilidade, degenerando em mecanismos de infelicidade, porque a vida física torna-se-lhe a razão única pela qual luta e se empenha em preservar.
                Experimentando o desgaste, a enfermidade, a velhice, sente-se próximo do fim e desequilibra-se.
                Ignorando ou teimando por desconhecer a inevitável transformação que encerra um ciclo, para dar lugar ao surgimento de um outro, do qual procede, rebela-se e envena-se com a ira, apressando aquilo que pretende postergar.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
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quarta-feira, 19 de abril de 2017

CARMA E CONSCIÊNCIA II

                A consciência não é inteligência no sentido mental, mas a capacidade de estabelecer parâmetros para entender o bem e o mal, optando pelo primeiro e seguindo a diretriz do equilíbrio, das possibilidades latentes, desenvolvendo os recursos atais em favor do seu vir a ser.
                Essas possibilidades que se encontram adormecidas, são a presença de Deus em todos, aguardando o momento de desabrochar e crescer.
                A consciência, nos seus variados níveis, consubstancia a programação das ocorrências futuras através das quais conquista os patamares da evolução.
                Enquanto adormecida, a consciência funciona por automatismos que se ampliam do instinto à conquista da razão. Quando a lucidez faculta o discernimento, mais se favorecem os valores divinos que se manifestam, aumentando a capacidade de amar e servir.
                O carma, que se deriva da conduta consciente, tem a qualidade do nível de percepção que tipifica.
                Amplia, desse modo, os tesouros da tua consciência, e o teu carma se aureolará de luz e paz que te ensejarão plenitude.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
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terça-feira, 18 de abril de 2017

CARMA E CONSCIÊNCIA I

                O carma é o efeito das ações praticadas nas diferentes etapas da existência atual como da pregressa.
                Fruto da árvore plantada e cultivada, tem o sabor da espécie que tipifica o vegetal.
                Quando os atos são positivos, os seus resultados caracterizam-se pela excelência da qualidade, favorecendo o ser com momentos felizes, afetividade, lucidez, progresso e novos ensejos de crescimento moral, espiritual, intelectual e humano, promovendo a sociedade na qual se encontra.
                Quando atua com insensatez, vulgaridade, perversão, rebeldia, odiosidade, recolhe padecimentos ultrizes, eu propiciam provas e expiações reparadoras de complexos mecanismos de aflições, que respondem como necessidade iluminativa.
                O carma está sempre em processo de alteração, conforme o comportamento da criatura.
                A desdita que se alonga, o cárcere moral que desarvora, a enfermidade rigorosa que alucina, a limitação que perturba, a solidão que asfixia, o desar que amargura podem alterar-se favoravelmente se aquele que os experimenta resolve mudar a atitudes, aprimorando-as e desdobrando-as em prol do bem geral, no que resulta em bem próprio.
                Não existe nas soberanas Leis da Vida fatalidade para o mal.
                O que ao ser acontece, é resultado do que ele fez de si mesmo e nunca do que Deus lhe faz, como apraz aos pessimistas, aos derrotistas e cômodos afirmar.
                Refaze, pois, a tua vida, a todo momento, para melhor, mediante os teus atos saudáveis.
                Constrói e elabora novos carmas, liberando-te dos penosos que te pesam na economia moral.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis  
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sábado, 1 de abril de 2017

MATURIDADE E CONSCIÊNCIA II

                O amadurecimento psicológico exterioriza-se quando se ama, quando se alcança esse sentimento oblativo, demonstrando a libertação da idade infantil.
                Egocêntrica e ambiciosa, a criança apega-se à posse e não doa, exigindo ser protegida e jamais protegendo, amada sem saber amar, nem como expressá-lo. O seu amor é possessivo e sempre se revela no receber, no tomar. O seu tempo é presente total.
                O adulto, diferindo dela, compreende que o amor é a ciência e arte de doar, de proporcionar felicidade a outrem.
                O seu tempo é o futuro, que o momento constrói etapa por etapa, à medida que lhe amadurecem a afetividade e o psiquismo.
                Enquanto o amor não sente prazer em doar, experiência o período infantil, caracterizando-se pelo ciúme, pela insegurança, pelas exigências descabidas, portanto, egocêntrico, impróprio.
                Quem ama com amadurecimento, plenifica-se com a felicidade do ser amado e beneficia-se pelo prazer de amar.
                Há nele uma compreensão de liberdade que alcança os patamares elevados da renúncia pessoal, em favor da ampla movimentação e alegria do ser amado.
                O que hoje não consegue, semeia em esperança para o amanhã.
                O idoso amadurecido realiza-se em constantes experiências de amor e vivências culturais, emocionais, sociais, beneficentes, livres do passado, das reminiscências que lhe constituem prazer fruído, no entanto, sem sentido.
                Como o crescimento do homem maduro não termina, a sua consciência promove-o à certeza de que, desvestido do corpo, ele prosseguirá evoluindo.
                Sintetizando toda a sabedoria de que era portador, Jesus, na condição de Psicólogo Excelente, prescreveu para as criaturas humanas a necessidade de se amarem umas às outras.
                Com essa lição ímpar, não somente reformulou as propostas egocêntricas da Lei Antiga, de reações cruéis, portanto, infantis, como abriu perspectivas extraordinárias para a integração da criatura com o seu Criador, o Amor Supremo.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
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sexta-feira, 31 de março de 2017

MATURIDADE E CONSCIÊNCIA I

                A consciência atinge a plena conquista, quando o ser amadurece no seu processo psicológico de evolução. Esse amadurecimento é o resultado de um contínuo esforço em favor do autoconhecimento e da coragem para enfrentar-se, trabalhando com esforço íntimo as limitações e os processos infantis que nele ainda predominam.
                Não sabendo superar as frustrações, fixa-as no inconsciente e torna-se sua vítima, fugindo para os mecanismos da irresponsabilidade toda vez que se vê a braços com dificuldades e enfrentamentos.
                A imaturidade psicológica nãos se restringe ao período de desenvolvimento da infância, e sim, às várias fases da vida, considerando-se que a aprendizagem e o crescimento não cessam nunca, tornando-se uma constante até o momento da individuação, no qual o espírito comanda a matéria e o psíquico mantém-se em harmonia com o físico.
                Não seja de estranhar que indivíduos adultos mantenham comportamentos infantis e que jovens apresentem-se com equilibrada maturidade.
                Naturalmente, o espírito é o agente da vida e dele procedem os valores que são ou não considerados durante a existência corporal.
                O mecanismo para o amadurecimento psicológico do ser expressa-se de maneira natural, aguardando que a vontade e o contínuo esforço, para o reconhecimento das debilidades físicas, emocionais e outras, facultem o ânimo para corrigi-las e superá-las.
                As funções psíquicas, que Jung classificou em número de quatro – sensorial, sentimental, intelectual e intuitiva – devem construir um todo harmônico, sem predominância de alguma em detrimento de outra, proporcionando o amadurecimento, portanto, a plena realização da consciência.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
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sábado, 11 de março de 2017

CULPA E CONSCIÊNCIA II

                Seja o que for que fizeste ou deixaste de fazer, a recordação, em culpa, daquele instante, de maneira alguma ajudará-te-á.
                Não poderás apagar o erro, lamentando-o, por mais te demores nesta atitude, tampouco experimentarás recompensa reter-te na lembrança do que poderias ter feito e deixaste de realizar. A aparente compensação que experimentes, enquanto assim permaneça, é neurótica, pois que voltarás às mesmas reminiscências que se transformarão em cáustico mental no futuro.
                Tudo quanto invistas para anular o passado, removê-lo ou deixa-lo à margem, será inútil.
                O que está feito ou aquilo que ficou para realizar, constituem experiências para futuras condutas.
                Águas passadas não movem moinhos – afirma o brocardo popular com sabedoria.
                As lembranças negativas entropecem o entusiasmo para as ações edificantes, únicas portadoras de esperança para a liberação da culpa.
                Há pequenas culpas que resultam da educação deficiente, neurótica, do lar, igualmente perturbadoras, mas de pequena monta.
                A existência terrena é toda uma oportunidade para enriquecimento contínuo.
                Cada instante é ensejo de nova ação propiciadora de crescimento, de conhecimento, de conquista. Saber utilizá-lo é desafio para a criatura que anela por novas realizações.
                Desse modo, quem se detém nas sombrias paisagens da culpa ainda não descobriu a consciência da própria responsabilidade perante a vida, negando-se à bênção da libertação.
                De alguma forma, quem cultiva culpa não deseja libertar-se, em tal postura comprazendo-se irresponsavelmente.
                Sai da forma do arrependimento e age de maneira correta, edificante.
                Reabilita-te do erro, através de ações novas que representam o teu atual estado de alma.
                Detém a conda dos efeitos perniciosos com a diluição deles nas novas fronteiras do bem.
                A soma das tuas ações positivas quitará o débito moral que contraíste perante a Divina Consciência, porquanto o importante não é a quem se faz o bem ou o mal, e sim, a ação em si mesma em relação à harmonia universal.
                Como consequência, a culpa deve ser superada mediante ações positivas, reabilitadoras, que resultarão dos pensamentos íntimos enobrecedores.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
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