- * - * - * - * - * - * - * - * - * - * -

- * - * - * - * - * - * - * - * - * - * -
Daisypath - Personal pictureDaisypath Anniversary tickers

CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


Mostrando postagens com marcador consciência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador consciência. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

BRASIL - CORRUPÇÕES ANCESTRAIS II

                Grande, é ainda o número dos ímprobos; que nada poderão contra a ética da nova geração que surge. Os desonestos irão desaparecer aos poucos, mas ainda defenderão palmo a palmo os seus obscuros interesses de poder e tramoias.
                Não nos enganemos, haverá, um embate moral inevitável, desigual da geração degradada e já envelhecida, a cair em frangalhos, contra o futuro da nova geração de seres audazes e incorruptíveis. Hoje no Brasil vemos com clareza quem é quem nesse cenário.
                Para que haja paz em nosso país, preciso é que somente a povoem espíritos bons, encarnados e desencarnados. É chegado o tempo das grandes debandadas dos que praticam o mal pelo mal. Serão excluídos, para não ocasionarem perturbação e obstáculo ao progresso.
                Após a desencarnação, muitos irão expiar em mundos inferiores, outros em raças terrestres ainda atrasadas. A época atual é sem dúvida de transição; confundem-se os personagens das duas gerações. Assistimos á partida de uma e à chegada da outra. Têm ideias e pontos de vista opostos as duas gerações que se sucedem. Pela natureza das disposições morais, porém sobretudo das disposições intuitivas e inatas, cabendo-lhe (nova geração) fundar a era do progresso moral.
                A nova geração se distingue por coragem, inteligência e talentos precoces, tem sentimento inato da honestidade. Já os corrompidos ainda trazem a maldade, a malícia, a mentira. Em face disso tem de ser expurgados porque são incompatíveis com o império da honradez, da fraternidade e porque o contato com eles (os corruptos e corruptores) constituirá sempre um sofrimento para os bons.
                Quando o Brasil se achar livre dos desmoralizados, os homens de bem caminharão sem óbices para o futuro melhor. Opera-se presentemente um desses movimentos gerais dos tempos que chegaram, destinados a realizar uma higienização e remodelação moral da sociedade brasileira.

Jorge Hessen

Fonte: Jornal Espiritismo Estudado – dez/2016
imagem: google

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

VELAR COM JESUS

“E voltando para os seus discípulos, achou-os adormecidos e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudeste velar comigo?” — (MATEUS 26:40)

Jesus veio à Terra acordar os homens para a vida maior.
É interessante lembrar, todavia, que, em sentindo a necessidade de alguém para acompanhá-lo no supremo testemunho, não convidou seguidores tímidos ou beneficiados da véspera e, sim, os discípulos conscientes das próprias obrigações. Entretanto, esses mesmos dormiram, intensificando a solidão do Divino Enviado.
É indispensável rememoremos o texto evangélico para considerar que o Mestre continua em esforço incessante e prossegue convocando cooperadores devotados à colaboração necessária. Claro que não confia tarefas de importância fundamental a Espíritos inexperientes ou ignorantes; mas, é imperioso reconhecer o reduzido número daqueles que não adormecem no mundo, enquanto Jesus aguarda resultados da incumbência que lhes foi cometida.
Olvidando o mandato de que são portadores, inquietam-se pela execução dos próprios desejos, a observarem em grande conta os dias rápidos que o corpo físico lhes oferece. Esquecem-se de que a vida é a eternidade e que a existência terrestre não passa simbolicamente de “uma hora”. Em vista disso, ao despertarem na realidade espiritual, os obreiros distraídos choram sob o látego da consciência e anseiam pelo reencontro da paz do Salvador, mas ecoam-lhes ao ouvido as palavras endereçadas a Pedro: Então, nem por uma hora pudeste velar comigo?
E, em verdade, se ainda não podemos permanecer com o Cristo, ao menos uma hora, como pretendermos a divina união para a eternidade?

Fonte: CAMINHO, VERDADE E VIDA
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER/EMMANUEL
imagem: google

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

POR QUE DORMIS?

“E disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação.” — (LUCAS 22:46)

Nos ensinos fundamentais de Jesus, é imperioso evitar as situações acomodatícias, em detrimento das atividades do bem.
O Evangelho de Lucas, nesta passagem, conta que os discípulos “dormiam de tristeza”, enquanto o Mestre orava fervorosamente no Horto. Vê-se, pois, que o Senhor não justificou nem mesmo a inatividade oriunda do choque ante as grandes dores.
O aprendiz figurará o mundo como sendo o campo de trabalho do Reino, onde se esforçará, operoso e vigilante, compreendendo que o Cristo prossegue em serviço redentor para o resgate total das criaturas.
Recordando a prece em Getsemani, somos obrigados a lembrar que inúmeras comunidades de alicerces cristãos permanecem dormindo nas convivências pessoais, nos mesquinhos interesses, nas vaidades efêmeras. Falam do Cristo, referem-se à sua imperecível exemplificação, como se fossem sonâmbulos, inconscientes do que dizem e do que fazem, para despertarem tão-só no instante da morte corporal, em soluços tardios.
Ouçamos a interrogação do Salvador e busquemos a edificação e o trabalho, onde não existem lugares vagos para o que seja inútil e ruinoso à consciência.
Quanto a ti, que ainda te encontras na carne, não durmas em espírito, desatendendo aos interesses do Redentor. Levanta-te e esforça-te, porque é no sono da alma que se encontram as mais perigosas tentações, através de pesadelos ou fantasias.

Fonte: CAMINHO, VERDADE E VIDA
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER/EMMANUEL
imagem: google

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

CONSCIÊNCIA E INTEGRIDADE II

                Se desejas possuir a integridade da criatura de bem, treina os pequenos deveres, as realizações de significado modesto.
                É muito fácil tornar-se gigante nas grandes expressivas realizações.
                Os verdadeiros triunfadores, no entanto, agigantam-se nas pequenas coisas, enobrecendo-se nos labores de significado inexpressivo, sem os quais ruem as grandiosas construções e tornam-se prejudicados e impraticáveis os complexos projetos.
                Apaga-se, esse trabalhador, nas situações de alta projeção e toma a responsabilidade nos serviços das horas sem aparente significação.
                Não é notado quando presente, pois que todos se acostumaram ao seu equilíbrio, á harmonia do conjunto no qual labora; no entanto, quando não se encontra, todos lhe notam a ausência e compreendem-lhe o valor.
                O homem íntegro é fiel ao dever e nunca deserta. Ele tem consciência da sua utilidade, que constrói e, por consequência, é responsável, discreto e operoso.
                Quando se buscam sensações novas de agradar o ego, ainda não se adquiriu a consciência da integridade.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA

Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis        
imagem: google 

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

CONSCIÊNCIA E INTEGRIDADE I

                A criatura que busca a integridade, o estado de equilíbrio moral em toda sua amplitude, já adquiriu a consciência de si mesma, havendo logrado o amadurecimento psicológico resultante da observância correta das Leis da Vida.
                A vida é as sucessivas etapas do processo evolutivo graças às quais o espírito avança, de experiência em experiência, modelando o anjo que lhe dorme em latência, manifestação do psiquismo divino, sua origem, sua causalidade.
                Na trajetória que enceta, normalmente o ser vincula-se às comodidades da conjuntura carnal, seja pelos atavismos animais que nele predominam ou porque se acomoda à situação em que estagia, sem dar-se conta da imperiosa necessidade de crescimento.
                Todo desenvolvimento rompe amarras, facultando libertação e, às vezes, gerando dor.
                Buscando fugir às dores, normalmente engendra mecanismos de transferência de que se utiliza para o prazer, passando a depender deste, assim programando os inevitáveis futuros sofrimentos.
                Somente a consciência dos objetivos da vida, em seu conjunto, favorece a visão correta para uma conduta existencial preparadora da etapa para a futura reencarnação.
                Decorrem disso os fenômenos eu se apresentam na área do comportamento e, com eles, as tendências, inclinações, aspirações, temperamento...
                A integridade resulta da disciplina das tendências negativas, das aspirações superficiais a favor dos valores de expressão profunda e da plena consciência de objetivo e significado existencial.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

terça-feira, 22 de agosto de 2017

CONSCIÊNCIA E RESPONSABILIDADE

                A responsabilidade é manifestação evidente da aquisição de consciência.
                O ato de pensar nem sempre faculta a visão correta, necessária  à responsabilidade. Esta se alicerça no discernimento dos objetivos da existência terrestre, propelindo o ser às ações enobrecedoras em clima de dignificação.
                A responsabilidade faculta o direcionamento dos deveres, elegendo aqueles que são essenciais, em detrimento dos que aparentam benefícios e não passam de suporte para mascarar a ilusão e o gozo.
                A criatura responsável discerne o que realizar e como executá-lo.
                A tendência para o bem é inata no ser humano, em face da sua procedência divina. O entorpecimento carnal, às vezes,  bloqueia a faculdade de direcionamento que a consciência proporciona.
                A pessoa lúcida, como consequência, age com prudência, confiando nos resultados que advirão, sem preocupar-se com o imediatismo, sabendo que a semente de luz sempre se converte em claridade.
                A inconsciência em que estagiam muitas criaturas responde pela agressividade e ignorância que nelas predominam.
                A responsabilidade, advinda da consciência, promove o ser ao estágio de lucidez, que o leva a aspirar às cumeadas da evolução que passa a buscar com acendrado devotamento.
                A consciência da responsabilidade te conduzirá;
                A nunca maldizeres o charco; e sim, a drená-lo;
                A não cultivares problemas; antes, a solucioná-los;
                A não ergueres barreiras que dificultem o progresso; porém, a te tornares ponte que facilite o trânsito;
                A não aguardares o êxito antes do trabalho; pois que, o primeiro somente precede ao último na ordem alfabética dos dicionários;
                A não olhares para baixo, emocionalmente, onde repousam o pó e a lama; entretanto, a fitares o alto onde fulguram os astros;
                A não desistires da luta, perdendo a batalha não travada; todavia, perseverando até o fim, pois que a esperança é a luz que brilha à frente, apontando a trilha da vitória;
                A não falares mal do próximo, considerando as tuas próprias deficiências; ao invés disso, brindar-lhe palavras de estímulo;
                A não te perturbares ante as incompreensões; porém a te sentires vivo, e, portanto, vulnerável aos fenômenos do trânsito humano;
                A nunca pretenderes a paz sem os requisitos para cultuá-la no íntimo; não obstante, a irradiares a alegria do bem, que fomenta a harmonia.
                A responsabilidade não favorece a autopiedade, nem a presunção, a debilidade moral, nem a violência, a volúpia dos desejos vis, nem os gozos entorpecedores...
                É criativa e enriquecedora, porque sabe encontrar-se em processo de elevação e de crescimento.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

CONSCIÊNCIA E CARÁTER II

                Fixa, nos painéis da memória, os teus momentos de júbilo, por mais insignificantes sejam. A sucessão deles dar-te-á uma vasta cópia de emoções estimuladoras para o bem.
                Esquece os insucessos, após considerares os resultados proveitosos que podes haurir.
                Quando algo de bom, de positivo te aconteça, comenta sem estardalhaço, revive e deixa-te penetrar pelo seu significado edificante.
                Quando fores visitado pela amargura, o desencanto, a dor ou a decepção, procura superar a vicissitude e avança na busca de novos relacionamentos, evitando conservar ressentimentos e detalhes infelizes.
                Não persistas nos comentários desagradáveis, que sempre ressumam infelicidade.
                Por hábito doentio, as pessoas se fixam nas ocorrências malsãs, abandonando as lembranças saudáveis. Perdem, assim, as memórias superiores e acumulam as reminiscências perturbadoras que ocupam os espaços mentais e emocionais, bloqueando as amplas áreas de desenvolvimento da consciência.
                Os episódios de consciência, de pequeno ou grande porte, formam o caráter que é a linha mestra de conduta para a vida.
                A consciência consegue descobrir os valores mais insignificantes e torna-los estímulos positivos para outras conquistas.
                A decisão e o esforço empregados para alcançar novas metas evolutivas desenvolvem o caráter moral, sem o qual falham os mais bem-elaborados planos de triunfo.
                O caráter saudável, disciplinado e responsável define o homem de bem, verdadeiro protótipo, que não se detém nem desiste quando lhe surgem obstáculos tentando dificultar-lhe o avanço.
                Necessitas levar adiante os planos bons, de desenvolvimento moral e espiritual, já registrados pela tua consciência.
                Não dês trégua à indolência, nem te apoies em evasivas ou justificativas irrelevantes.
                Identificado o dever, acorre a ele e executa-o.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

CONSCIÊNCIA E CARÁTER I

                Toda realização pensada, sentida e cultivada dá surgimento à memória, que registra as impressões mais fortemente experimentadas.
                A criatura humana deve preocupar-se, no bom sentido, com as emoções e acontecimentos positivos, de forma a guardar memórias que contribuam, por estímulos, para o próprio engrandecimento, para a harmonia pessoal.
                Acossada, porém, pelo medo e pelo costumeiro pessimismo, que se atribui contínuas desventuras, passa com ligeireza emocional pelas alegrias, enquanto se detém nos desencantos.
                Convidada aos padrões de bem-estar, busca com sofreguidão o autoflagelo, utilizando-se de mecanismos masoquistas para inspirar compaixão, quando possui equipamentos preciosos que fomentam e despertam o amor.
                Nega-se, por sistemática ausência de consciência, a empolgar-se com a luz, a beleza, o sentido da vida, entregando-se aos caprichos da rebeldia, filha dileta do egoísmo insatisfeito.
                Acreditando tudo merecer, atribui-se méritos que não possui e recusa-se a conquista-los.
                Compara-se com aqueloutras que vê em diferentes patamares, sem dar-se ao cuidado de examinar os sacrifícios que foram investidos, ou o que sente, quem lá se encontra, estabelecendo conceitos de felicidade, conforme pensa que as outras usufruem.
                Este é um estágio que remanesce do primitivismo do instinto, antes da fixação da consciência.
                Aprisiona-se aos atavismos dos quais se deveria libertar e cerra as possibilidades que lhe facultam os voos mais altos do sentimento e da razão. A alternativa da desdita e a perturbação da consciência tornam-se inevitáveis, gerando um comportamento que conduz à alienação.
                A consciência é uma conquista iluminativa. A sua preservação resulta do esforço que estabelece o caráter do ser.
                Todos os seres passam pelos mesmos caminhos e experimentam equivalentes desafios. O comportamento, em cada teste, oferece a promoção ou o estacionamento indispensável à fixação da aprendizagem. A conquista, portanto, do progresso, é pessoal e intransferível, o que é lei de justiça e de equanimidade.
                Cada um ascende através dos impulsos sacrificiais que desenvolve.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis        

quinta-feira, 6 de julho de 2017

CONSCIÊNCIA E DEVER II

                O êxito de um empreendimento depende, por certo, do empenho que alguém se aplica para a sua execução. Todavia, o projeto, a programação e o método de trabalho são indispensáveis para o tentame e a realização.
                A ideia, pura e simples, necessita de indumentária para ser expressa e a forma como se apresenta responde pelas conquistas que produz.
                Assim, as palavras enunciadas não podem ser silenciadas, prosseguindo na sua marcha. O que realizam, torna-se patrimônio daquele que as endereçou.
                A consciência lúcida mantém-se vigilante, a fim de não gerar conflitos e sofrimentos para si mesma através dos conceitos infelizes emitidos e das ações perniciosas praticadas.
                Conhecendo os deveres que lhe dizem respeito, amadurece as responsabilidades, porquanto se utiliza das ocasiões propiciatórias para desenvolver mais os potenciais que lhe jazem inatos, ampliando a área de percepção.
                A consciência do dever não é resultado dos arquétipos mitológicos, e sim, das conquistas morais que promovem a criatura, liberando-a dos instintos agressivos, da libido, das paixões asselvajadas.
                Pode-se medir o estágio de evolução do ser pela sua consciência de dever. A ausência dela indica-lhe o primarismo, mesmo que haja realizado conquistas intelectuais, enquanto que a sua manifestação revela todo o processo de armazenamento de valores ético-morais.
                A inteligência reflete os esforços que se exteriorizam pelo cérebro, enquanto a consciência promana dos refolhos do espírito.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

quarta-feira, 5 de julho de 2017

CONSCIÊNCIA E DEVER I

                Em razão dos projetos fantasistas que se propõe, a criatura humana estabelece, normalmente, sua escala de valores prioritários, longe da realidade espiritual. Os impositivos imediatos prevalecem nos seus conteúdos eleitos como aqueles que devem se conquistados, fixando as bases do seu comportamento na busca dessas realizações.
                Embora reconheça a impermanência da vida física e de tudo quanto lhe diz respeito, agarra-se à transitoriedade dos acontecimentos e fenômenos, buscando eternizá-los no tempo que se transfere e nos espaços emocionais que se consomem, em razão das transformações inevitáveis do corpo somático.
                Como consequência, esvai-se na luta constante pela preservação do perecível, assim como no afã de manter-se em novas buscas, esquecendo-se da realização plena, que decorre da sua consciência lúcida constatando a conquista de si mesma.
                Por atavismo, acredita que a preservação da espécie e a necessidade de manter os provimentos necessários para tal fim, constituem os objetivos da existência na Terra. E sem mais amplas reflexões, automaticamente, entrega-se à conquista de coisas e valores amoedados, de projeção social e gozo pessoal. As suas áreas de movimentação emocional são restritas, o que gera, com o tempo e a repetição, as graves neuroses que propelem às fugas espetaculares, aos conflitos, aos sofrimentos mais acerbos.
                O ser humano é aquilo que pensa, que de si mesmo elabora, construindo, mediante o pensamento, a realidade da qual não logra evadir-se. As suas aspirações íntimas, com o tempo, concretizam-se e surpreendem-no, às vezes quando já não as acalenta, pois que há um período para semear e outro que corresponde à colheita.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

sábado, 11 de março de 2017

CULPA E CONSCIÊNCIA II

                Seja o que for que fizeste ou deixaste de fazer, a recordação, em culpa, daquele instante, de maneira alguma ajudará-te-á.
                Não poderás apagar o erro, lamentando-o, por mais te demores nesta atitude, tampouco experimentarás recompensa reter-te na lembrança do que poderias ter feito e deixaste de realizar. A aparente compensação que experimentes, enquanto assim permaneça, é neurótica, pois que voltarás às mesmas reminiscências que se transformarão em cáustico mental no futuro.
                Tudo quanto invistas para anular o passado, removê-lo ou deixa-lo à margem, será inútil.
                O que está feito ou aquilo que ficou para realizar, constituem experiências para futuras condutas.
                Águas passadas não movem moinhos – afirma o brocardo popular com sabedoria.
                As lembranças negativas entropecem o entusiasmo para as ações edificantes, únicas portadoras de esperança para a liberação da culpa.
                Há pequenas culpas que resultam da educação deficiente, neurótica, do lar, igualmente perturbadoras, mas de pequena monta.
                A existência terrena é toda uma oportunidade para enriquecimento contínuo.
                Cada instante é ensejo de nova ação propiciadora de crescimento, de conhecimento, de conquista. Saber utilizá-lo é desafio para a criatura que anela por novas realizações.
                Desse modo, quem se detém nas sombrias paisagens da culpa ainda não descobriu a consciência da própria responsabilidade perante a vida, negando-se à bênção da libertação.
                De alguma forma, quem cultiva culpa não deseja libertar-se, em tal postura comprazendo-se irresponsavelmente.
                Sai da forma do arrependimento e age de maneira correta, edificante.
                Reabilita-te do erro, através de ações novas que representam o teu atual estado de alma.
                Detém a conda dos efeitos perniciosos com a diluição deles nas novas fronteiras do bem.
                A soma das tuas ações positivas quitará o débito moral que contraíste perante a Divina Consciência, porquanto o importante não é a quem se faz o bem ou o mal, e sim, a ação em si mesma em relação à harmonia universal.
                Como consequência, a culpa deve ser superada mediante ações positivas, reabilitadoras, que resultarão dos pensamentos íntimos enobrecedores.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

sexta-feira, 10 de março de 2017

CULPA E CONSCIÊNCIA I

                A culpa surge como forma de catarse necessária para a libertação de conflitos.
                Encontra-se insculpida nos alicerces do espírito e manifesta-se em expressão consciente ou através de complexos mecanismos de autopunição inconsciente.
                Suas raízes podem estar fixadas no pretérito – erros e crimes ocultos que não foram justiçados- ou em passado próximo, nas ações de extravagância ou da delinquência.
                Geradora de graves distúrbios, a culpa deve ser liberada, a fim de que os seus danos desapareçam.
                Arrepender-se de comportamentos equivocados, de práticas mesquinhas, egoísticas e arbitrárias é perfeitamente normal. A sustentação, porém, do arrependimento, além de ser inoperante, apenas proporciona prejuízos que respondem por numerosos conflitos da personalidade.
                O arrependimento tem como finalidade da a perceber a dimensão do delito, do gravame, de modo que o indivíduo conscientize-se do que praticou, formulando propósitos de não-reincidência. A permanência na sua análise, a discussão íntima em torno do que deveria, ou não, ter feito naquela ocasião, transforma-se em cravo perturbador fincado no painel da consciência.
                Há pessoas que se atormentam com a culpa do que não fizeram, lamentando não haver fruído tudo quanto o momento passado lhes proporcionou. Outras, amarguram-se pela utilização indevida ou pelo uso inadequado da oportunidade, todas, no entanto, prosseguindo em ação negativa.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

SAÚDE E CONSCIÊNCIA II

                Sendo a pessoa  livre para preferir ser saudável ou enferma, cabe à consciência agir com liberdade profunda, isto é, a opção de ser feliz.
                Começa por te desfazeres dos padrões mantais antigos, negativos, que te condicionaram à aceitação dos comportamentos doentios.
                O treinamento de novas maneiras de pensar, baseadas na ordem, no bem geral, na superação das próprias possibilidades, criará automatismos e reflexos que trabalharão pela tua harmonia e saúde.
                É necessário assumir o controle de ti mesmo, o que equivale dizer, a conscientização, esse estágio superior no qual a emoção conduz a sensação.
                Infinitas mensagens são dirigidas da mente ao corpo, produzindo hábitos que se arraigarão, substituindo aqueles que se responsabilizam pela desarmonia e doença.
                O teu cérebro, com os seus extraordinários arquivos, está sempre armazenando dados com a capacidade de fixar dez novos fatos por segundo.
                Pode parecer difícil saíres de uma situação desgastante para uma outra agradável. E é, realmente. No entanto, toda aprendizagem exige a repetição da experiência até a sua fixação em definitivo. Do mesmo modo, a aquisição de valores e padrões de felicidade vai além do simples querer, deambulando pelos caminhos do conseguir.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

PROBLEMA DE CONSCIÊNCIA III

                Espíritos que foram bem intencionados na Terra; personalidades que se fizeram famosas pelo vergo ou agentes da reformulação social ricos de teorias; religiosos sensíveis que planejaram obras monumentais, diariamente retornam à Pátria Espiritual com a mente repleta de projetos formidandos e as mãos vazias de ação, tombando em remorsos cruéis, que os vergastam, em razão do tempo perdido que não souberam utilizar na realização do compromisso superior da Vida.
                Problema de consciência, pessoal e intransferível, de cada um, programar o bem, discuti-lo e concretizá-lo ou não durante o processo da reencarnação.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

PROBLEMA DE CONSCIÊNCIA II

                Há quem programe realizações relevantes por largos anos, enquanto a dor ceifa as vidas que aguardam no deperecimento e na miséria.
                Inumeráveis pessoas acalentam propósitos superiores e anelam por dedicar-se a eles, enquanto a ampulheta do tempo deixa que passem os dias, sem os transformar em realidade.
                Cristãos bem intencionados se disputam a caridade verbal, elaborando programas expressivos sob condições de alto nível enquanto a oportunidade passa e a dor faz-se mordoma cruel..
                Une a ação aos teus projetos do bem, sem adiar a realização da obra de solidariedade humana.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

PROBLEMA DE CONSCIÊNCIA I

                Enquanto estás no caminho dos homens, desdobra as tuas possibilidades de ação beneficente.
                Não postergues a edificação do bem onde te encontres, sob pretexto algum...
                A vida são as oportunidades de que cada um dispõe para o crescimento próprio.
                A raiz, frágil e persistente, penetra a frincha da pedra e fende a rocha, adquirindo segurança para o vegetal.
                A semente arrebenta-se e libera a planta sob a pressão da terra que a encarcera.
                A gota dágua atravessa em largo prazo a pequenina brecha da represa e derruba a construção colossal.
                A ação resulta da perseverança o tentame do que se deseja.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

COMPORTAMENTO E CONSCIÊNCIA I

                Estudos cuidadosos a respeito do comportamento humano demonstraram que há três biótipos representativos de criaturas na sociedade.
                O primeiro pode ser denominado como co-dependente, constituído por pessoas condicionadas, aquelas que estabelecem as suas metas através de circunstâncias alheias à sua vontade, não adquirindo uma consciência pessoal de satisfação como esforço individual autorrealizador. As suas aspirações estão fundamentadas nas possibilidades de outrem, nos fatores ocasionais, e afirmam que somente serão felizes se amadas, se realizarem tal viagem ou qual negócio, etc. a falta de confiança em si mesmas proporciona-lhes o desequilíbrio desagregador da saúde, e mais facilmente, em média, são acessíveis ao câncer, atingindo um obituário maior do que aquelas que se demoram nas outras áreas.
                O segundo é constituído por indivíduos insatisfeitos; os que têm raiva da vida, que estão contra; instáveis e irritadiços por natureza, são autodestrutivos, vivendo sob a constrição permanente da irascibilidade. Afirmam que se sentem incompletos, que nada lhes sai bem, portanto, agridem-se e agridem todos e tudo. Facilmente tornam-se presa de distúrbios nervosos eu mais os desgastam e infelicitam, atirando-se aos porões da exaltação, da depressão, do autocídio, direto ou não...
                Entre eles surgem os déspotas, os guerreiros, os criminosos...
                O terceiro grupo é formado por criaturas ajustadas, autorrealizadas, tranquilas, confiantes. Certamente, o seu é u número reduzido, diferindo grandemente dos membros que se encontram nas faixas comportamentais anteriores. Essas pessoas ajustadas são candidatas ao triunfo nas atividades às quais se dedicam, tornando-se agradáveis, sociáveis, estimuladoras. Os seus empenhos são positivos, visando sempre ao bem-estar geral, ao progresso de todos. As suas lideranças são enriquecedoras, criativas e dignas. Desse grupo saem os fomentadores do desenvolvimento da sociedade, os exemplos de sacrifício, os gênios criadores, os buscadores da verdade...

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

CONHECIMENTO E CONSCIÊNCIA

                O conhecimento da imortalidade conscientiza o ser para um comportamento ético elevado em relação ao seu próximo, tudo lhe fazendo conforme o padrão que lhe constitui ideal e que, por sua vez, gostaria de receber.
                Nesse sentimento de solidariedade encontra-se a meta desafiadora que deve alcançar no processo evolutivo e de autoiluminação.
                Todo um esquema de projetos para tornar realidade apresenta-se a partir do momento em que a sua existência física adquire sentido, significado e finalidade, que não se interrompem com a morte orgânica, no seu incessante fenômeno de transformações moleculares.
                A visão imortalista enseja uma dilatação de objetivos em relação à vida, pois que, logrando um patamar de valores e realizações, outro surge atraente, propiciando novos esforços que facultam o contínuo crescimento intelecto-moral do candidato decidido.
                Questões e circunstâncias afligentes, que se apresentam no contexto social como relevantes e que respondem por incontáveis conflitos geradores de infelicidade cedem espaço a legítimas aspirações de plenitude, que se colocam acima das questiúnculas cuja importância é-lhes atribuída, em razão de não passarem de frivolidades, desperdícios de tempo e de emoção. Isso porque, a certeza da Causalidade Divina e da Sua Justiça faculta uma real conscientização de conteúdos em favor do próprio futuro, que tem começo desde então.
                O conhecimento, portanto, racional, lógico e emocional, sobre Deus, sobrevivência e função do amor ao próximo, conscientiza o ser a respeito da sua  humanidade e da destinação gloriosa que logrará no futuro.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis    
imagem: google   

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

AQUISIÇÃO DA CONSCIÊNCIA II

               A tua existência terrena pode ser considerada uma empresa que deves dirigir de forma segura, a mais cuidadosa possível.
                Terás que trabalhar dados concretos e outros mais abstratos na área da programação de atividades, a fim de conseguires êxito. Todo empenho e devotamento transformar-se-ão em mecanismos de lucro, a que sempre poderás recorrer durante as situações difíceis.
                Algumas breves regras ajudar-te-ão no desempenho do empreendimento, tais:
- Administra os teus conflitos. O conflito psicológico é inerente à natureza humana e todos o sofrem;
- Evita eleger homens-modelos para seguires. Eles também são vulneráveis às injunções que experimentas, e, às vezes, comprometem-se, o que, de maneira alguma deve constituir desestímulo;
- Concede-te maior dose de confiança nos teus valores, honrando-te com o esforço para melhorar sempre e sem desânimo se erras, repete a ação; e se acertas, segue adiante;
- Não te evadas ao enfrentamento de problemas usando expedientes falsos, comprometedores, que te surpreenderão mais tarde com dependências infelizes;
- Reage à depressão, trabalhado sem autopiedade nem acomodação preguiçosa;
- Tem em mente que os teus não são os piores problemas, eles pesam o volume que lhes emprestas;
- Libera-te da queixa pessimista e medita mais nas fórmulas para perseverar e produzir;
- Nunca cedas espaço à hora vazia que se preenche de  tédio, mal-estar ou perturbação;
- O que faças, faze-o bem, com dedicação;
                Lembra-te que és humano e o processo de conscientização é lento, que adquirirás segurança e lucidez através da ação contínua.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis  
imagem: google     

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

AQUISIÇÃO DA CONSCIÊNCIA I

                O momento da conscientização, isto é, o instante a partir do qual consegues discernir com acerto, usando como parâmetro o equilíbrio, alcanças o ponto elevado na condição de se humano.
                Efeito natural do processo evolutivo, essa conquista te permitirá avaliar fatores profundos como o bem e o mal, o certo e o errado, o dever e a irresponsabilidade, a honra e o desar, o nobre e o vulgar, o lícito e o irregular, a liberdade e a libertinagem.
                Trabalhando dados não palpáveis, saberás selecionar os fenômenos existenciais e as ocorrências, tornando tuas diretrizes de segurança aquelas que proporcionam bem-estar, harmonia, progresso moral, tranquilidade.
                Essa consciência não é de natureza intelectual, atividade dos mecanismos cerebrais. É a força que os propele, porque nascida nas experiências evolutivas, a exteriorizar-se em forma de ações.
                Encontramo-la em pessoas incultas intelectualmente, e ausente em outras, portadoras de conhecimentos acadêmicos.
                Se analisarmos a conduta de um especialista em problemas respiratórios, que conhece intelectualmente os danos provocados pelo tabagismo, pelo alcoolismo e por outras drogas aditivas, e que, apesar disso, usa, ele próprio, qualquer um desses flagelos, eis que ainda não logrou a conquista da consciência. Os seus dados culturais são frágeis de tal forma, que não dispõem de valor para fomentar uma conduta saudável.
                Por extensão, a pessoa que se permite o crime do aborto, sob falsos argumentos legais ou de direitos que se faculta, assim como todos aqueles que o estimulam ou executam, incidem na mesma ausência de consciência, comportando-se sob a ação do instinto e, às vezes, da astúcia, da acomodação, mascaradas de inteligência.
                Outros indivíduos, não obstante sem conhecimento intelectual, possuem lucidez para agir diante dos desafios da existência, elegendo o comportamento não-agressivo e digno, mesmo que a contributo de sacrifício.
                A consciência pode ser treinada mediante o exercício dos valores morais elevados, que objetivam o bem do próximo, por consequência, o próprio bem.
                O esforço para adquirir hábitos saudáveis conduz à conscientização dos deveres e às responsabilidades pertinentes à vida.
                Herdeiro de si mesmo, das experiências transatas, o ser evolui por etapas, adquirindo novos recursos, corrigindo erros anteriores, somando conquistas, Jamais retrocede nesse processo, mesmo quando, aparentemente, reencarna dentro das paredes de enfermidades limitadoras que bloqueiam o corpo, a mente ou a emoção, gerando tormentos. Os logros evolutivos permanecem adormecidos para futuros cometimentos, quando assomarão lúcidos.
                A aquisição da consciência é desafio da vida, que merece exame, consideração e trabalho.

Fonte: MOMENTOS DE SAÚDE E DE CONSCIÊNCIA
Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis      
imagem: google