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CONHEÇA O ESPIRITISMO - blog de divulgação da doutrina espírita


sábado, 5 de novembro de 2016

TESTEMUNHOS E PROVAÇÕES II

                Testemunhos e provações!
                Não há quem, produzindo no bem, não suscite desagrado ostensivo e chocante animosidade.
                Honra o trabalho que te vitaliza e não cedas campo à perseguição acintosa ou dissimulada.
                Jesus, cuja vida entre nós foi o mais soblime poema vivo de amor, não se reservou ser exceção. Amou e sofreu, auxiliou e sofreu, perdoou e sofreu...
                Jamais, porém, desistiu ou desanimou, por isso mesmo demonstrando a excelência da sua origem e a qualidade das suas conquistas, “Modelo e Guia”, até hoje, para todos nós.


Fonte: ALERTA – Divaldo Pereira Franco/Joanna de Ângelis
imagem: google

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

QUANDO A PUREZA ESTIVER CONOSCO

                Quando a pureza estiver em nossos olhos, fixaremos na cicatriz do próximo e desventura respeitável do nosso irmão. Quando a pureza morar em nossos ouvidos, receberemos a calúnia e a maldade, nelas sentindo o incêndio e o infortúnio que ainda lavram no espírito daqueles que nos observam sem o exato conhecimento de nossas intenções. Quando a pureza se demorar em nossa boca, a maledicência surgirá, junto de nós, por enfermidade lamentável do amigo que nos procura, veiculando-lhe o veneno, e saberemos fazer o silêncio bendito com que possamos impedir a extensão do mal. Quando a pureza se associar ao nosso raciocínio, identificaremos nos pensamentos infelizes a deplorável visitação da sombra, diante da qual acenderemos a luz de nossa fé para a justa resistência. Quando a pureza respirar em nosso coração, o endurecimento espiritual jamais encontrará guarida em nossa alma, porque o calor de nosso carinho se irradiará em todas as direções, estimulando a alegria dos bons e reduzindo a infelicidade dos nossos irmãos que ainda se confiam à ignorância. Quando a pureza brilhar em bossas mãos, a preguiça não nos congelará a boa vontade e aproveitaremos as mínimas oportunidades do caminho para o abençoado serviço do amor que o Mestre nos legou. “Bem-aventurados os puros de coração” – proclamou o Divino Amigo. Sim, bem-aventurados os que esposam o bem para sempre, porque semelhantes trabalhadores da luz sabem converter a treva em claridade, os espinhos em flores, as pedras em pães e a própria derrota em vitória, criando, invariavelmente, o Céu onde se encontram e apagando os variados infernos que a miséria e a crueldade inflamem na Terra para tormento da Vida.


Fonte: Deus Conosco – Chico Xavier/Emmanuel
imagem: google

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

ANIMAIS E ENERGIAS

Pergunta - Por que os animais sofrem mais que os seres humanos?
Resposta - Existem várias categorias de mundos. O nosso é um mundo primitivo onde os seres que vivem aqui são grosseiros com um propósito, pois ainda estamos em estágio inicial de desenvolvimento moral. Ainda assim nós, os humanos, estamos mais adiantados do que outros seres que convivem conosco. Os animais, por exemplo, que se encontram em fase de desenvolvimento anterior ao nosso, precisarão passar por experiências pelas quais nós já passamos e já experimentamos.
            Por isso eles sofrem mais que nós. Mas o nosso mundo primitivo onde todos sofrem tem por característica este atraso evolutivo no qual os instintos ainda são muito desenvolvidos nos seres que vivem aqui. Ainda vivemos neste mundo onde tais instintos de sobrevivência dizem para cada um cuidar de sua vida a qualquer custo.
            Sendo os ocupantes daqui tão primitivos assim, a preocupação com o bem-estar do próximo, pela população humana, ainda é algo que acontecerá somente no futuro. Por isso a maioria de nós não se preocupa com o seu próximo, seja humano ou animal. Ainda encontramos muitos que dizem ao ver um animal sofrendo: “É problema dele” ou “Não tenho nada com isso”, enquanto deveria ser: “É problema nosso” ou “Isso não pode mais acontecer”.


Fonte: A ESPIRITUALIDADE DOS ANIMAIS – Marcel Benedeti
imagem: google

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

O CREDIÁRIO DA MORTE

(J. Herculano Pires)
A morte só existe para os que querem morrer. A necrofilia ou o amor da morte – no sentido negativo da palavra – é uma doença mental e psíquica, uma tendência mórbida de certos temperamentos, hoje bem definida em Psicologia. Não se trata da aberração sexual a que se aplicava a palavra tempos atrás, mas daquela “aberração da inteligência”, a que se referia Kardec, que
leva o indivíduo a negar a sua própria capacidade de viver e de sentir a vida.
Todo aquele que gosta de destruir e se destrói a si mesmo, aniquila as suas próprias forças vitais e mata as esperanças de vida que os outros acalentam e defendem, é necrófilo. Sabemos que a morte não existe, porque nada se acaba, tudo se transforma. O aniquilamento total do ser pelo simples fenômeno da morte – um fenômeno biológico de mutação – não pode mais ser admitido por uma pessoa ilustrada, pois o avanço atual do conhecimento positivo superou de muito as ilusões negativas do materialismo.
Apesar dessa inegável realidade nova os necrófilos se apegam a ideia da morte como aniquilamento total do ser. E por isso se desesperam, entregando-se a própria destruição, apressando a própria morte “no visco de sombra em que se enredaram”, segundo a expressão de Emmanuel. E entregando-se ao ceticismo autodestruidor, compram a morte por antecipação, no crediário “do desespero e das aflições inúteis”. São esses os “quase mortos” pelos quais os “mortos”, no Dia de Finados, oram do lado de lá da vida.
Do outro lado da vida aqueles que em nossa ignorância chamamos de mortos velam pelos “quase mortos” da Terra e pedem a Deus por eles. O verdadeiro morto não é o que deixou o seu corpo no túmulo, mas o que se serve do corpo para viver na Terra como um morto ambulante.

Fonte: Na Era do Espírito – Chico Xavier/José Herculano Pires
imagem: google

terça-feira, 1 de novembro de 2016

SOBRE FINADOS

O problema das comemorações do Dia de Finados, bem como dos funerais e de homenagens prestadas aos mortos, mereceu um tópico especial do capitulo VI de O Livro dos Espíritos. A posição doutrinária, ao contrário do que geralmente se pensa, e favorável a essas homenagens, desde que sinceras e não apenas convencionais. Os Espíritos, respondendo a perguntas de Kardec a respeito, mostraram que os laços de amor existentes entre os que partiram e os que ficaram na Terra justificam esses atos. E declararam que no Dia de Finados os cemitérios ficam repletos de Espíritos que se alegram com a lembrança dos parentes e amigos.

Oração pelos quase mortos
(Emmanuel)
Senhor Jesus!…
Enquanto os irmãos da Terra procuram a nós outros – os companheiros desencarnados – nas fronteiras de cinza, rogando-te amparo em nosso favor, também nós, de coração reconhecido, suplicamos-te apoio em auxilio de todos eles, principalmente considerando aqueles que correm o risco de se marginalizarem nas trevas!…
Pelos que perderam a fé, recusando o sentido real da vida, e jazem quase mortos de desespero;
pelos que desertaram das responsabilidades próprias, anestesiando transitoriamente o próprio raciocínio, e surgem quase mortos de inanição espiritual;
pelos que se entregaram a ambição desmesurada a se rodearem sem qualquer proveito dos recursos da Terra, e repontam do cotidiano quase mortos de penúria da alma;
pelos que se hipertrofiaram na supercultura da inteligência, gelando o coração para o serviço da solidariedade, e aparecem quase mortos ao frio da indiferença;
pelos que acreditaram na força ilusória da violência, atirando-se ao fogo da revolta, e se destacam quase mortos de angústia vazia;
pelos que se perturbaram por ausência de esperança, confiando-se ao desequilíbrio, e se revelam quase mortos de aflição inútil;
pelos que abraçaram o desânimo por norma de ação, parando de trabalhar, e repousam quase mortos de inércia;
e pelos que se feriram ferindo aos outros, encarcerando-se nas cadeias da culpa, e estão quase mortos de arrependimento tardio!
Senhor!…
Para todos os nossos irmãos que atravessam a experiência humana quase mortos de sofrimentos e agravos, complicações e problemas criados por eles mesmos, nós te rogamos auxilio e benção!…
Ajuda-os a se libertarem do visco de sombra em que se enredaram e traze-os de novo a luz da verdade e do amor, para que a luz do amor e da verdade lhes revitalize a existência a fim de que possam encontrar a felicidade real contigo, agora e para sempre.


Fonte: Na Era do Espírito – Chico Xavier/José Herculano Pires
imagem: google

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

O PERDÃO AO PASSADO

                Temos necessidade de perdoarmos o nosso passado, qualquer que seja ele. A forte ligação com os erros cometidos por nós, ou por outrem, paralisa o presente e compromete o futuro. Quantos casais vivem em acusações mútuas de fatos que aconteceram há dez, quinze, vinte anos ou mais, negando-se a perdoarem um ao outro.
                Prender-se ao passado é como guardar alimento perecível num armário. Em pouco tempo esta comida apodrecerá e dará mau cheiro, transmitindo doenças. Perdoemos o passado alheio pois as pessoas têm o direito de mudar e merecem crédito por isso. Quantas vezes nós mudamos de opinião ao longo dos anos.
                É importante acreditarmos nos seres humanos sabendo que eles são muito mais frágeis do que maus. E, por isso, superam algumas de suas fragilidades. Não cabe a nós fiscalizar quais dificuldades estão superadas ou o que ainda falta superar. Temos a nossa própria vida para nos ocuparmos.
                Perdoemos os nossos pecados do passado. Não tínhamos mesmo entendimento que temos hoje por isso erramos tanto. Se fosse hoje faríamos diferente, mas foi no passado e não podemos alterar o que já aconteceu. Somos senhores do presente e podemos construir o futuro. É nisso que devemos focar nossa vida.
                Perdoe seu passado e siga firme em direção ao futuro, aproveitando ao máximo o presente, que é um “presente” de Deus para nós.


Do livro: Terapêutica do Perdão – Aloísio Silva
imagem: google

sábado, 29 de outubro de 2016

CEM POR UM

Espírito: EURÍPEDES BARSANULFO.
Ócio, em qualquer parte, constitui esbanjamento.
Tudo vibra em perpétua movimentação, sem vácuo ou inércia na substância das coisas.
O corpo humano e o corpo espiritual são construções divinas a se estruturarem sobre forças que se combinam e trabalham constantemente em dinamismo santificante, por nossa vez, peças atuantes do Evangelho Vivo, demonstrando que o serviço é condição de saúde eterna.
Insculpe por onde passes o rasto luminoso do entendimento. Edifica o bem, seja escutando o riso dos felizes ou assinalando o soluço dos companheiros desditosos, criando rendimento nos tesouros imperecíveis da alma.
Ampara e ajuda a todos, desde a criança desvalida, necessitada de arrimo e luz para o coração, até o peregrino sem teto, hóspede errante das árvores do caminho.
Conserva por medalhas de mérito os calos nas mãos que abençoam servindo, a fadiga nos músculos que auxiliam com entusiasmo, o suor na fronte que colabora pela felicidade de todos os rasgões que te recordam as feridas encontradas no cumprimento de austeras obrigações.
Oremos na atividade construtiva que não descansa.
Cantemos ao ritmo da perseverança feliz.
Respiremos no hausto da solidariedade sem mescla.
A caridade converte o sacrifício em deleite, o cansaço em repouso, o sofrimento em euforia.
Ar puro – desfaz as emanações malsãs; água límpida – dissolve os detritos da sombra; sol matinal – dissipa as trevas...
Mãos vazias ou cabeça desocupadas denunciam coração ocioso.
Sê companheiro da aurora, despertando junto com o dia nas obras de paciência e bondade, sustento e elevação.
A seara do Senhor no solo infatigável do tempo guarda riquezas inexploradas e filões opulentos.
Aquele que grafa uma página edificante, semeia um bom exemplo, educa uma criança, fornece um apontamento confortador, entretece uma palestra nobre ou estende uma dádiva, recolherá, cem por um todos os grãos de amor que lançou na sementeira do Eterno Bem, laborando com a Vida para a Alegria Sem Fim.


Fonte: Ideal Espírita – Chico Xavier/Espíritos Diversos
imagem: google